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  2. Geral
  3. A Morte das ideias.

A Morte das ideias.

  • avatar
    dharrebola16/02/25 19:00
    avatar
    dharrebola
    16/02/25 19:00
    971 mensagens MD

    Olá!

    Eu sou o Davi e você está no Análise Escrita.

    Hoje meus amigos, vamos falar sobre a morte.

    Calma!
    Não estou falando de um ente querido, vamos falar sobre outro tipo de morte.

    A morte da criatividade.

    Mas porque esse assunto?
    Simplesmente porque me encontro em um vazio criativo, pelo menos em relação aos jogos.
    Meu projeto pessoal, o jogo que me tomou tantas horas de planejamento, simplesmente está parado.
    Não recordo as regras "de cabeça" e a um certo tempo não mexo no projeto.

    E ESTA TUDO BEM!
    Eu não tenho que tirar um coelho da cartola todo santo dia, e você meu amigo também não precisa fazer o mesmo.

    Um vazio criativo em um ou outro tema da sua vida é normal.
    E digo mais: além de normal é saudável.

    Deixar de focar em uma ideia abre espaço para outras.
    Você evita que aquele assunto se torne uma obsessão e abre espaço para a volta da criatividade.

    Nunca desenhei tanto.
    Brinquei com aquarela, com Giz Pastel, com Marcadores.
    Cozinhei pra caramba também, fiz Gelato de Tapioca (Valeu Allan), criei uma variação com curry da minha receita de mostarda, testei várias outras coisas.

    Não tome medidas com a régua dos outros.
    Nem todo poço de criatividade que a mídia te apresenta é realmente assim.

    Sabe aquele livro de cabeceira com a cara do Steve Jobs com a mãozinha no queixo?

    Bom, deixa eu te contar uma coisa...
    Steve Jobs tinha uma bela equipe de marketing, milhares de funcionários, um exército de engenheiros.
    Não tiro o mérito dele em apostar tantas vezes em cavalos ganhadores, mas nem toda ideia saiu da cabeça dele.

    O mesmo se aplica a Jeff Bezos, o mesmo se aplica a Elon Musk, e por ai desce a barca.

    Doutor Knizia?
    Sim, ele requenta várias ideias e dá nova roupagem a jogos já consagrados.

    Uwe Rosenberg?
    Adoro! Sou Fã!
    Caverna é apenas um Agrícola menos punitivo?
    Bom, a intenção é essa, é um jogo totalmente diferente, mas que nasce de uma ideia "requentada".

    Sinto que a indústria de jogos no momento vive um abismo criativo.
    Nunca se lançou tantos jogos.
    Mas nunca se requentou tantas ideias.
    Como citei em um post anterior: Não é todo dia que se faz um Puerto Rico.
    Requentar uma ideia não necessariamente é algo ruim, longe disso.
    Verdadeiros clássicos saíram de ideias requentadas.
    Muitas vezes uma roupagem nova é tudo que um jogo precisa.

    Porém na era da informação, é cada vez mais difícil criar algo realmente inovador.
    Porque com jogos seria diferente?

    Vamos pensar em um Hype recente?
    Que tal Sky Team?
    Um jogo realmente diferente de tudo que há no mercado né?

    Gerou um enorme hype.
    As vendas provavelmente foram um sucesso, o jogo esgotou e rapidamente apareceram os "cambistas" de papelão e plástico.

    Quanto tempo faz isso?
    Uns 3 meses?
    Agora me responda a uma simples pergunta: quantas pessoas têm falado em Skyteam no seu grupo recentemente?
    Aqui na Ludopédia, quantos posts recentes apareceram sobre o jogo?

    E vídeos no YouTube? Há vídeos recentes sobre SkyTeam?

    Posso dar vários outros exemplos, como  O Inconsciente, (jogo de quase mil reais que teve gente defendendo que se tornaria um novo "clássico" do hobby...)

    A indústria atualmente é um surfista.
    O público, os influenciadores, a mídia em geral é uma onda, e a indústria é apenas o surfista buscando aquele tubo perfeito.

    Mas como superar esse vazio criativo em prol de algo Totalmente novo?

    Ando brincando muito com arte.

    https://ludopedia-posts.nyc3.cdn.digitaloceanspaces.com/9f84b_3kox8m.jpg

    Recentemente comprei um belo kit de giz pastel da Pentel.
    Em uma passada rápida pelo Youtube vendo uma ou outra técnica me deparei com esse excelente vídeo:




    Esse vídeo fala sobre a ética de trabalho de Basquiat.

    Basquiat foi um Grafiteiro que ganhou muita projeção posteriormente como pintor.

    https://ludopedia-posts.nyc3.cdn.digitaloceanspaces.com/763c7_3kox8m.jpeg

    Visto muitas vezes como um mero "Pupilo" de Andy Warhol, Basquiat hoje rivaliza com o mesmo como ícone da cultura pop.
    Sabe aquele papo da arte que transcende o museu e cai no gosto popular? Já teve um caderno da Jandaia com a Abaporu?

    É o que acontece hoje com Basquiat.

    O vídeo é muito interessante, pois mostra que a criatividade do artista deriva das influências e vivências diárias.
    As obras de Basquiat tem influência de livros, músicas, e inclusive de outras pinturas e artistas.
    Entenda: uma ideia pode vir do nada, mas a "fonte da qual você bebe" influência nisso.

    Então, como a indústria de jogos pode se aproveitar disso?

    Bom, corrija-me se eu estiver errado, mas até onde sei uma mecânica de jogo não é algo protegido por direitos autorais.
    Calma jovem Padawan, não estou defendendo que você crie um "The castles of Araraquara" baseado no Burgundy.
    Não que isso nunca tenha acontecido antes, mas já jogou San Juan? E Race for the Galaxy?

    É quase o mesmo jogo.
    A diferença é que em um você colhe café e no outro saqueia um planeta.
    Mas em suma: é praticamente o mesmo jogo.

    Estou defendendo que você designer e vocês editoras bebam de várias fontes.
    Teste, reteste, teste novamente, ponha o jogo na mesa, busque opinião dos jogadores.
    Não há problema em se basear em outros jogos, mas crie algo novo disso.

    E principalmente: menos é mais!

    O Mercado de lançamentos não anda saudável, e isso é nítido.
    De quem é a culpa? é do vazio criativo ou de uma política predatória de lançamentos?
    É da impressão de que nada mais é inovador? De que toda e qualquer mecânica já foi lançada, relançada e explorada a exaustão?

    O que virá depois no hobby?

    É o que quero saber de vocês os comentários.

    PS: escrevendo esse texto, acho que a mecânica de Túneis que foi a última que criei para meu jogo ainda pode ser refinada, vamos ver o que sai.

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    Comentários:

  • iuribuscacio
    3392 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio16/02/25 22:41
    iuribuscacio » 16/02/25 22:41

    dharrebola::
    Sinto que a indústria de jogos no momento vive um abismo criativo.
    Nunca se lançou tantos jogos.
    Mas nunca se requentou tantas ideias.
    Como citei em um post anterior: Não é todo dia que se faz um Puerto Rico.
    Requentar uma ideia não necessariamente é algo ruim, longe disso.
    Verdadeiros clássicos saíram de ideias requentadas.
    Muitas vezes uma roupagem nova é tudo que um jogo precisa.

    Porém na era da informação, é cada vez mais difícil criar algo realmente inovador.
    Porque com jogos seria diferente?

    Caro Davi (dharrebola)

    Eu concordo totalmente, e já disse em outros comentários em outros tópicos que melhor que sair um novo Zombicide, um novo Pandemic, um novo Azul ou um novo Wingspan, apenas com nova roupagem (o jogo continua praticamente o mesmo, salvo alguns detalhes), melhor seria sair algo realmente inovador e inédito. O problema é que o mercado de board games, tanto nacional quanto internacional, que sempre funcionou na base do culto ao novo (e toma HYPE e toma FOMO), agora elevou essa fixação com a novidade a patamares estratosféricos, e cada vez o que mais se vê é "mais do mesmo". 

    Porém, há um preço a pagar quando se lança centenas de jogos anualmente no mercado nacional e milhares no internacional. Não há gênio dos board games que dê conta de lançar um jogo realmente "novo" em todos os sentidos, a cada seis meses, e que ainda seja uma obra prima lúdica. Com isso, a pessoas estão praticamente consumindo mais na base da quantidade do que na qualidade. Desse modo, não interessa se o jogo é bom, o que interessa é que ele saiu ontem e eu ainda não joguei. Isso também é uma decorrência direta do famoso "esse é o melhor jogo de todos os tempos dessa semana e que é obrigatório na sua coleção", que boa parte dos criadores de conteúdo (não são todos, evidentemente, mas um boa parte) apregoam aos quatro ventos, literalmente como se fosse um evangelho.

    O resultado é que a maioria da comunidade continua comprando jogos recém lançados vorazmente e ratificando com isso, essa ilusão de que se é o jogo é novo, então ele obrigatoriamente é bom, e obrigatoriamente se ajusta ao meu gosto, como se fosse feito sob medida. Quando ocorre aquele "choque de realidade" pesado, o sujeito acaba vendo que as coisas não eram bem assim, como ele pensava. O problema é que ao invés de se voltar para os clássicos, board games de excelência comprovada e que venceram o teste do tempo, o sujeito vai correndo atrás do próximo lançamento, porque com certeza o novo jogo será o Santo Graal, em forma de jogo de tabuleiro, que ele tanto almeja. E a brincadeira parece estar ficando cada vez mais frenética, com cada vez mais opções, mas infelizmente praticamente todas mais caras.

    É nessas horas que eu me pergunto, se realmente todas as pessoas que disputaram à tapa o Zombicide Marvel ou o Zombicide Faroeste, ou ainda que embarcaram em peso nos projetos do Zombicide DC ou no Zombicide Thundercats (White Death), quantas dessas pessoas realmente esgotaram tudo o que o Zombicide normal, o Zombicide Medieval, ou Zombicide Espacial, tinham a oferecer. Também me questiono sobre em quais desses jogos, as pessoas realmente esgotaram e enjoaram das missões a ponto de ser necessário um outro Zombicide. E eu digo isso, porque para pagar uma pequena fortuna para apenas jogar o mesmo jogo, mas com miniaturas de super-heróis, o sujeito tem que ser muito fã da franquia a ponto de ter tudo lançado antes. O mesmo se aplica a outras franquias famosas, bastando trocar o nome dos jogos. Assim eu me pergunto se o sujeito que vai com toda a vontade para cima do Wingspan dos dragões ou do Wingspan dos peixinhos, realmente já jogou até ficar saturado do Wingspan de passarinhos.

    Nesse sentido, se amanhã surgisse um Antiquity Age (um Stone Age passado na Antiguidade), mesmo com tudo que eu adoro o jogo, hoje mais experiente e mais maduro, não sei se iria comprar, porque ainda me divirto muito com o Stone Age e ainda estou longe de esgotar o jogo. E nem é o caso de dizer que o Zombicide têm missões finitas e o Stone Age não, porque com meras 25 missões no jogo base, se o grupo jogar uma missão por semana, é bom possível que demore um ano ou mais para terminar tudo (a mesmo que se jogue exclusivamente o Stone Age, algo que nem os maiores fãs do jogo fazem), e quando terminassem todas, a própria primeira missão já estaria mais ou menos esquecida, a ponto (gostei dessa expressão) de poder ser jogada novamente sem muitos problemas.

    A verdade é que ultimamente são tantos jogos lançados a cada ano, e todos vendidos como obras primas no estilo "Monalisa dos board games", que eu até já desisti completamente de sequer tentar acompanhar. Hoje eu foco mais no que me interessa, e estou tentando enxugar a coleção (um movimento que muita gente dentro da comunidade boardgamer também está fazendo, especialmente quem tem mais tempo de hobby). Por isso, só cogito comprar aqueles que realmente são inovadores, e que realmente me chama a atenção, a ponto (lá vai o "a ponto" de novo), de substituir algum jogo que eu já tenha. Considerando, que inovação e ineditismo são coisas em baixa no mercado do jogos atualmente, é muito provável que eu fique um bom tempo sem comprar jogos novos, até porque o que não me falta é board game para jogar.

    Por fim, se há alguma coisa de boa nesse ritmo frenético de lançamentos atuais, e nessa busca constante pela novidade, é que o Mercado de Usados tem cada vez mais ofertas de uma infinidade de jogos, o que de certo modo faz baixar o preço em alguns casos. Além disso, novamente dependendo do caso, alguns jogos, esses sim verdadeiras obras primas, acabam ficando mais baratos também. Não são todos, mas com alguns board games isso acontece. 

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio

    P.S. KKKK Rindo horrores, até agora com o "Castles of Araraquara"!!!!! :D:D:D  Simplesmente sensacional!!! :D:D:D 
     

    5
  • dharrebola
    971 mensagens MD
    avatar
    dharrebola17/02/25 05:34
    dharrebola » 17/02/25 05:34

    Fala meu amigo iuribuscacio

    Faço um complemento ao que você comentou.

    Acho que as editoras "se perderam no personagem" no pós pandemia.

    Certamente a pandemia aqueceu o mercado e trouxe muita gente para o hobby.
    Isso obrigou a uma diversidade maior de títulos e uma frequência maior de lançamentos.

    Porém, muitos que embarcaram nessa época, desembarcaram no fim da pandemia.

    Outros, já viraram players "cascudos".

    Esse ritmo predatório de lançamentos, ao estilo "Magic the Gathering" mais afasta do que fideliza.

    4
  • orlandocn
    168 mensagens MD
    avatar
    orlandocn17/02/25 10:26
    orlandocn » 17/02/25 10:26

    dharrebola::Fala meu amigo iuribuscacio

    Faço um complemento ao que você comentou.

    Acho que as editoras "se perderam no personagem" no pós pandemia.

    Certamente a pandemia aqueceu o mercado e trouxe muita gente para o hobby.
    Isso obrigou a uma diversidade maior de títulos e uma frequência maior de lançamentos.

    Porém, muitos que embarcaram nessa época, desembarcaram no fim da pandemia.

    Outros, já viraram players "cascudos".

    Esse ritmo predatório de lançamentos, ao estilo "Magic the Gathering" mais afasta do que fideliza.

    Concordo que o ritmo de lançamento é frenético.

    Não concordo que as editoras se perderam (se estão fazendo é porque está dando certo para elas).

    Acredito que a curadoria e zeladoria seja responsabilidade de cada um, é irreal terceirizamos para as editoras a responsabilidade de frear o nosso consumo. A maturidade, seja vindo pelo bem, através de reflexões, ou pelo mal, através de consequências, acaba moldando o padrão de consumo mais ou menos consciente, a depender da realidade de cada um.

    Não acredito que criticar a velocidade, qualidade e enorme variedade de jogos publicados vai ajudar quem está num ciclo infinito de consumo para tentar acompanhar o mercado. Enquanto for lícito, mesmo que não seja moral, o mercado vai explorar.

    Acredito que a comunidade deve se ajudar através de relatos de boas práticas e experiências (como já vem acontecendo com muitos criadores de conteúdo).

    7
  • dharrebola
    971 mensagens MD
    avatar
    dharrebola17/02/25 10:30
    dharrebola » 17/02/25 10:30

    orlandocn::
    dharrebola::Fala meu amigo iuribuscacio

    Faço um complemento ao que você comentou.

    Acho que as editoras "se perderam no personagem" no pós pandemia.

    Certamente a pandemia aqueceu o mercado e trouxe muita gente para o hobby.
    Isso obrigou a uma diversidade maior de títulos e uma frequência maior de lançamentos.

    Porém, muitos que embarcaram nessa época, desembarcaram no fim da pandemia.

    Outros, já viraram players "cascudos".

    Esse ritmo predatório de lançamentos, ao estilo "Magic the Gathering" mais afasta do que fideliza.

    Concordo que o ritmo de lançamento é frenético.

    Não concordo que as editoras se perderam (se estão fazendo é porque está dando certo para elas).

    Acredito que a curadoria e zeladoria seja responsabilidade de cada um, é irreal terceirizamos para as editoras a responsabilidade de frear o nosso consumo. A maturidade, seja vindo pelo bem, através de reflexões, ou pelo mal, através de consequências, acaba moldando o padrão de consumo mais ou menos consciente, a depender da realidade de cada um.

    Não acredito que criticar a velocidade, qualidade e enorme variedade de jogos publicados vai ajudar quem está num ciclo infinito de consumo para tentar acompanhar o mercado. Enquanto for lícito, mesmo que não seja moral, o mercado vai explorar.

    Acredito que a comunidade deve se ajudar através de relatos de boas práticas e experiências (como já vem acontecendo com muitos criadores de conteúdo).

    Excelente ponto.
    É bem por aí.
    É lícito.
    Mas é Moral?
    Acabamos caindo um pouco no tema do excelente texto feito pela Nadia Cruzeiro Ferre a uns dias.
    O hobby em vários sentidos tem se aproximado cada vez mais das "Bets".
    Na teoria o mercado se auto-regula.
    Mas será que é assim na prática?
    Prefiro sentar e assistir.
    Novamente, muito obrigado pela excelente contribuição a discussão meu amigo!

    6
  • iuribuscacio
    3392 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio17/02/25 11:45
    iuribuscacio » 17/02/25 11:45

    dharrebola::
    Fala meu amigo iuribuscacio

    Faço um complemento ao que você comentou.

    Acho que as editoras "se perderam no personagem" no pós pandemia.

    Certamente a pandemia aqueceu o mercado e trouxe muita gente para o hobby.
    Isso obrigou a uma diversidade maior de títulos e uma frequência maior de lançamentos.

    Porém, muitos que embarcaram nessa época, desembarcaram no fim da pandemia.

    Outros, já viraram players "cascudos".

    Esse ritmo predatório de lançamentos, ao estilo "Magic the Gathering" mais afasta do que fideliza.

    orlandocn::
    Concordo que o ritmo de lançamento é frenético.

    Não concordo que as editoras se perderam (se estão fazendo é porque está dando certo para elas).

    Acredito que a curadoria e zeladoria seja responsabilidade de cada um, é irreal terceirizamos para as editoras a responsabilidade de frear o nosso consumo. A maturidade, seja vindo pelo bem, através de reflexões, ou pelo mal, através de consequências, acaba moldando o padrão de consumo mais ou menos consciente, a depender da realidade de cada um.

    Não acredito que criticar a velocidade, qualidade e enorme variedade de jogos publicados vai ajudar quem está num ciclo infinito de consumo para tentar acompanhar o mercado. Enquanto for lícito, mesmo que não seja moral, o mercado vai explorar.

    Acredito que a comunidade deve se ajudar através de relatos de boas práticas e experiências (como já vem acontecendo com muitos criadores de conteúdo).


    Caros Davi (dharrebola) e Orlando (orlandocn)

    Meus camaradas, nesse caso eu tendo a concordar mais com o Davi, e eu acho que a questão aqui não é criticar a velocidade, qualidade e variedade na expansão do mercado de jogos por si só. O problema, no meu ponto de vista é que o crescimento na quantidade de jogos lançados atualmente não está acompanhando o crescimento do público consumidor. 

    O fato é que o mercado dos jogos de tabuleiro funciona com uma lógica invertida em relação a outros setores econômicos. Isso porque não é o público consumidor que informa às editoras quais os jogos, ou tipos de jogos, que se quer que as empresas lancem. Não se pergunta ao comprador no que ele está interessado. O que ocorre é o contrário, ou seja, são as editoras é que ditam quais jogos os consumidores devem comprar, através de maciços investimentos em HYPE, que acabam gerando o FOMO. 

    O problema é que essa prática acaba baseando o consumo, não naquilo que o consumidor realmente quer, mas sim naquilo que a editora diz ao consumidor que é o que ele deve querer. Evidentemente, essa não é uma maneira sólida de crescer, porque não atende naturalmente os desejos do público consumidor. Isso acaba gerando uma adesão falsa ao produto, que não fideliza o cliente. Por isso, aquelas pessoas que se voltaram para os jogos de tabuleiro durante a pandemia, não se transformaram em reais consumidores de jogos que compram board games regularmente. Como não há mais a necessidade de permanecer em casa, as pessoas puderam voltar a levar uma vida normal, e usufruírem das opções de lazer que tinham antes, e que não incluíam os board games. 

    Eu não sei quanto a vocês, mas eu não vejo ao meu redor, esse crescimento na quantidade de pessoas que passaram a comprar board games, capazes de sustentar esse aumento estratosféricos na quantidade de jogos lançados atualmente. Também não vejo novas lojas de board games surgirem a cada esquina, aliás muito pelo contrário, lojas que fecharam porque não conseguiram se manter abertas durante a pandemia, não reabriram, diminuindo a quantidade de lojas do setor. Da mesma forma, quase não se vê falar em novas editoras que tenham adquirido um porte médio, mas apenas em pequenas iniciativas que às vezes lançam um jogo ou outro, mas que muitas vezes somem na bruma. Quando se fala em editoras de board games, normalmente a pessoa está citando as mesmas "velhas conhecidas" de sempre, ou seja, Galápagos, Devir, Conclave, MeepleBR, Mosaico (que surgiu de uma dissidência da MeepleBR), Papergames, Grok, Buró (que era a antiga RedBox), Ludens Spirit, e mais uma ou outra. Mas boa parte dessas editoras já estava por aqui quando se lançava 70 jogos por ano. Hoje não é exagero falar que talvez mais de 150 jogos chegam ao mercado anualmente ou algum número perto disso. Só a Galápagos sozinha deve lançar quase a metade disso. 

    Do mesmo modo, não vejo que tenha havido um aumento nas tiragens dos jogos, porque hoje nós produzimos talvez apenas um pouco mais do que se produzia alguns anos atrás. Em outras palavras, os jogos tinham tiragem entre 1.000 e 2.000 unidades e talvez hoje esse número chegue a 2.500/3.000 unidades. A exceção são os party games, que ao menos aparentemente, passaram a trabalhar em tiragens maiores, mas não muito maiores do que isso. Nesse quesito conta muito a facilidade de produção e a pouca complexidade dos componentes (basicamente cartas). Com os outros jogos mais complexos a impressão que fica é que como o preço dos jogos aumentou, a tiragem diminuiu porque tem menos gente com "bala na agulha" suficiente para bancar esses altos preços. Assim a tática de promoção do HYPE parece ter mudado, ou seja, primeiro a editora lança apenas uma parte da tiragem, de modo que o jogo se esgota rapidamente. Só que isso não ocorre porque inúmeras pessoas se interessaram e compraram, mas sim porque a quantidade de cópias disponibilizadas foi propositalmente insuficiente, para suprir a demanda inicial. Isso permite que o jogo surja nas lojas posteriormente custando mais caro. Obviamente eu reconheço que isso é pura especulação, e uma opinião, mas é essa a impressão que pelo menos eu tenho. O Heat por exemplo saiu custando R$ 499,00 no lançamento, e hoje, pelo menos metade das ofertas no mercado de usados são de lojas (e não pessoas) vendendo o jogo bem mais caro que isso. 

    Assim sendo, eu acho que a discussão aqui não é uma questão de dizer que o crescimento da comunidade boardgamer parou, e que a quantidade de lançamentos continuou crescendo, mas sim que o ritmo de crescimento do mercado consumidor, não está acompanhando, mas nem de longe, o aumento absurdo na quantidade de títulos lançamentos anualmente.

    Essa aumento exponencial na quantidade de jogos lançados também interfere no tamanho e profundidade da marca que os novos jogos deixam no cenário dos jogos. Como é de sabença geral, não se pinta uma Monalisa, não se escreve um Romeu e Julieta, nem se compõe uma 5ª Sinfonia todos os dias. Desse modo, um jogo como o Heat: Pedal to the Metal, que foi tão falado alguns meses atrás já não parece estar tão em evidência, porque já foi meio que substituído, não enquanto jogo em si, mas como foco de discussão pelo Sky Team, que por sua vez vai ser substituído por alguns jogos lançados no decorrer desse ano. Em contrapartida, jogos com Puerto Rico, Carcassonne, Castles of Burgundy, Terraforming Mars, Brass, Twilight Imperium 4, Pandemic, Azul, Lords of Waterdeep, Mansions of Madness, Stone Age, Gloomhaven, Wingspan, continuam sendo muito comentados e muito jogados até hoje, e não há indicativos de que isso mude em um futuro próximo.

    Quanto à questão da mudança no comportamento de cada um, e no eventual aumento do consumo consciente, eu também não vejo muito isso não. Certamente existem algumas pessoas que escrevem a respeito aqui no Ludopedia, mas são muito poucos. Um texto tratando sobre o assunto que tenha um resultado estupendo tem talvez 5.000 visualizações, e 100 curtidas. Só que um único vídeo promovendo o HYPE atinge uma quantidade absurdamente maior de pessoas, e não é apenas um único vídeo que tem essa mensagem. Basta ver a quantidade de pessoas que comparecem em peso nos eventos de spoilers da editoras. E isso não para comprar, mas apena para ver, e com uma sorte absurda conseguir experimentar, o que a editora vai lançar ao longo do ano. E mesmo que diversos jogadores mais experientes escrevam avisando sobre os perigos dos financiamentos coletivos, e das compras em pré-venda (tradução ruim, falta de componentes, baixa qualidade e até jogos mofados apesar de lacrados), ainda assim os financiamentos coletivos e as compras em pré-venda continuam a todo o vapor.

    Sinceramente eu queria muito que as coisas fossem diferentes, mas ninguém ganha absolutamente nada se iludindo. Assim, pelo menos do meu ponto de vista de mero comprador de jogos, a situação atual do mercado não é a que eu gostaria, mas sim aquela que eu descrevi acima, muito infelizmente. Claro que isso não me impede, nem impedirá (ao menos por enquanto) de continuar defendendo o que eu acredito em termos de consumo consciente, mesmo que a impressão seja de se estar "pregando no deserto". Só que essa sensação é apenas em termos de resultado. Graças a Deus, se eu não tenho um bom retorno quantitativamente, no quesito qualitativo não tenho do que reclamar, muito pelo contrário só agradecer, pelo feedback tão legal que eu recebo de quem lê o que eu escrevo, tanto nos textos, quanto nos comentários.

    E assim caminha o cenário nacional de jogos... (opa isso dá um bom título para um artigo!!!)

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 

    4
  • orlandocn
    168 mensagens MD
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    orlandocn17/02/25 15:50
    orlandocn » 17/02/25 15:50

    Sobre "requentar" e "simplificar" jogos

    Entendo que pareça e até mesmo seja "preguiça" de designers e editoras... mas acho que somos nós, hobistas que pensamos assim.

    Deixar um jogo menos punitivo, trocar cubinhos de madeira/ plástico por miniaturas, apenas trocar personagens desconhecidos em cartas por heróis do cinema pode sim ser uma forma de editoras ganharem mais dinheiro.... mas também leva os jogos para outras pessoas (não necessariamente futuros hobistas). 

    Tenho filhos pequenos, para mim o tema e "complexidade", de um jogo é irrelevante, mas para meus filhos é importante. Quando vou comprar um jogo, procuro aqueles que mais provavelmente vão agradá-los, aqueles que tenham temas familiares a eles, aqueles que não são tão punitivos, aqueles mais simples. Certamente, nesta fase da vida, os heróis são bem mais relevantes do que a revolução cubana.

    Assim, acho importante essa variedade de temas e simplificações que temos visto, não para mim, mas para os novos jogadores. Estes não sabem quais jogos são obras primas (pensam que são WAR, Banco imobiliário, Detetive...)... e realmente, em algum momento, estes jogos "explodiram" a cabeça de alguns que continuaram e hoje somos nós. Tudo precisa começar.

    Se pensarmos somente em nós, no nosso "grupo de jogo", de hobistas inveterados que "consomem" jogos de tabuleiro quase que todos os dias, certamente não há sentido nenhum em lançarem tantos jogos de controle de área se já temos El Grande, Tikal, Mexica.... Mas quais "civis" já ouviram falar do El Grande? E se fizessem um El Grande da Márvel, com miniaturas do Capitão América, Hulk, Homem de Ferro e Viúva Negra?

    Realmente não acho que as editoras são tão bobas a ponto de lançarem tantos jogos iguais, terem prejuízos e ainda assim continuarem a lançar mais títulos.

    Frequento muito lojas de crianças, as Hi Happis da vida e, ultimamente, é nítido que a quantidade de jogos modernos nestas lojas está crescendo. Considerando isso, considerando que as editoras continuam a lançar produtos, tidos por nós "cracudos" como inferiores/ simples/ reimplementações..... só consigo pensar que sim, há um mercado e está em expansão. Obviamente não são os jogos "grandes", "pesados", "obras primas"... mas são jogos diferentes dos clássicos.

    Acredito que seria (na verdade já sabemos disso porque há alguns anos atrás era assim) impossível vermos jogos modernos, nas prateleiras de lojas infantis. 

    Ficávamos put*s quando as editoras só lançavam poucos jogos por ano e ainda deixavam as "obras primas" de fora, agora ficamos put*s porque as editoras lançam muitos jogos que não queremos... mas que alguém que não conhecemos quer (afinal, estão nas prateleiras, bem mais acessíveis do que os El Grandes).  

    No final, nem sabemos o que queremos, somos frustrados por não ter a possibilidade de ter e quando temos disponibilidade somos frustrados por não poder possuir ou desfrutar.  

    O mais importante é a educação, penso que cabe a nós, adultos conscientes, ensinarmos nossos filhos (futuro do hobby) como consumir e viver este hobby... É uma grande caminhada, inicia no jogo da velha, forca, resta um.... e um dia chega onde estamos hoje. 

    Mais uma vez, não acho que a grande disponibilidade de jogos faça mal, as estratégias das editoras em gerar HYPE e FOMO talvez sejam imorais, mas não ilegais e certamente não afetam igualmente todas as pessoas (por inúmeros motivos logo, o problema são as pessoas e como elas encaram alguns fatos... logicamente influenciadas por "zilhões" de motivos internos e externos ao ser).   

    6
  • dheyrdre
    1011 mensagens MD
    avatar
    dheyrdre18/02/25 12:54
    dheyrdre » 18/02/25 12:54

    dharrebola:: 
    Não tome medidas com a régua dos outros.
    Nem todo poço de criatividade que a mídia te apresenta é realmente assim.

    Sinto que a indústria de jogos no momento vive um abismo criativo.
     
    Então, como a indústria de jogos pode se aproveitar disso?

    E principalmente: menos é mais!

    O Mercado de lançamentos não anda saudável, e isso é nítido.
    De quem é a culpa? é do vazio criativo ou de uma política predatória de lançamentos?
    É da impressão de que nada mais é inovador? De que toda e qualquer mecânica já foi lançada, relançada e explorada a exaustão?

    O que virá depois no hobby?

    É o que quero saber de vocês os comentários.

    Davi...

    Que texto foi esse?
    :woot:



    Muita coisa interessante, divertida, "inovadora" vem de gente que cria e fica no anonimato.
    Concursos do BGG são o fino da criatividade com pessoas que jogaram muitos outros jogos. 
    Alguns são mesclas, que trazem algo novo aliado ao existente, mas únicos o suficientes para serem inovadores sem exagero.
    Ficando no limbo de grandes produções, mas alguns usuários estão saindo dos concursos e ganhando espaço e eu acho incrível ver aquele joguinho ganhando reconhecimento das editoras.
    Vi o Gloomholdin' virar o Gloomhaven: Buttons & Bugs.
    No Brasil, vi o Masmorra de Dados ganhar uma produção mega caprichada, o Masmorra: Dungeons of Arcadia.

    E tantos outros jogos que só precisam de um baralho ou uma folha de papel.

    Há inovação, mas nem sempre acessível. 
    Há criatividade, mas nem sempre divulgada.

    0
  • dharrebola
    971 mensagens MD
    avatar
    dharrebola18/02/25 15:06
    dharrebola » 18/02/25 15:06

    dheyrdre::
    dharrebola:: 
    Não tome medidas com a régua dos outros.
    Nem todo poço de criatividade que a mídia te apresenta é realmente assim.

    Sinto que a indústria de jogos no momento vive um abismo criativo.
     
    Então, como a indústria de jogos pode se aproveitar disso?

    E principalmente: menos é mais!

    O Mercado de lançamentos não anda saudável, e isso é nítido.
    De quem é a culpa? é do vazio criativo ou de uma política predatória de lançamentos?
    É da impressão de que nada mais é inovador? De que toda e qualquer mecânica já foi lançada, relançada e explorada a exaustão?

    O que virá depois no hobby?

    É o que quero saber de vocês os comentários.

    Davi...

    Que texto foi esse?
    :woot:



    Muita coisa interessante, divertida, "inovadora" vem de gente que cria e fica no anonimato.
    Concursos do BGG são o fino da criatividade com pessoas que jogaram muitos outros jogos. 
    Alguns são mesclas, que trazem algo novo aliado ao existente, mas únicos o suficientes para serem inovadores sem exagero.
    Ficando no limbo de grandes produções, mas alguns usuários estão saindo dos concursos e ganhando espaço e eu acho incrível ver aquele joguinho ganhando reconhecimento das editoras.
    Vi o Gloomholdin' virar o Gloomhaven: Buttons & Bugs.
    No Brasil, vi o Masmorra de Dados ganhar uma produção mega caprichada, o Masmorra: Dungeons of Arcadia.

    E tantos outros jogos que só precisam de um baralho ou uma folha de papel.

    Há inovação, mas nem sempre acessível. 
    Há criatividade, mas nem sempre divulgada.


    Fala minha amiga, joia?
    Se estamos pensando no mesmo designer, ele já criou outras pérolas como Birdscaping e Ark Mínima.
    O cara é fora de série mesmo.
    Gosto muito de acompanhar a cena independente de jogos.
    Tem muita coisa boa e realmente criativa saindo de lá.
    Uma empresa que tem me chamado a atenção recentemente é a Postmark, que será inclusive tema de um texto futuro no canal.
    Um abraço!

    1
  • dheyrdre
    1011 mensagens MD
    avatar
    dheyrdre18/02/25 15:22
    dheyrdre » 18/02/25 15:22

    dharrebola::
    dheyrdre::
    dharrebola:: 
    Não tome medidas com a régua dos outros.
    Nem todo poço de criatividade que a mídia te apresenta é realmente assim.

    Sinto que a indústria de jogos no momento vive um abismo criativo.
     
    Então, como a indústria de jogos pode se aproveitar disso?

    E principalmente: menos é mais!

    O Mercado de lançamentos não anda saudável, e isso é nítido.
    De quem é a culpa? é do vazio criativo ou de uma política predatória de lançamentos?
    É da impressão de que nada mais é inovador? De que toda e qualquer mecânica já foi lançada, relançada e explorada a exaustão?

    O que virá depois no hobby?

    É o que quero saber de vocês os comentários.

    Davi...

    Que texto foi esse?
    :woot:



    Muita coisa interessante, divertida, "inovadora" vem de gente que cria e fica no anonimato.
    Concursos do BGG são o fino da criatividade com pessoas que jogaram muitos outros jogos. 
    Alguns são mesclas, que trazem algo novo aliado ao existente, mas únicos o suficientes para serem inovadores sem exagero.
    Ficando no limbo de grandes produções, mas alguns usuários estão saindo dos concursos e ganhando espaço e eu acho incrível ver aquele joguinho ganhando reconhecimento das editoras.
    Vi o Gloomholdin' virar o Gloomhaven: Buttons & Bugs.
    No Brasil, vi o Masmorra de Dados ganhar uma produção mega caprichada, o Masmorra: Dungeons of Arcadia.

    E tantos outros jogos que só precisam de um baralho ou uma folha de papel.

    Há inovação, mas nem sempre acessível. 
    Há criatividade, mas nem sempre divulgada.


    Fala minha amiga, joia?
    Se estamos pensando no mesmo designer, ele já criou outras pérolas como Birdscaping e Ark Mínima.
    O cara é fora de série mesmo.
    Gosto muito de acompanhar a cena independente de jogos.
    Tem muita coisa boa e realmente criativa saindo de lá.
    Uma empresa que tem me chamado a atenção recentemente é a Postmark, que será inclusive tema de um texto futuro no canal.
    Um abraço!

    Sim, ele mesmo!
    Também fez Pocket Watch: Set a Watch in 18 Cards, Mistsmall: Mistfall in 18 Cards e Mage Lite.
    O cara é brabo demais!
    Caramba, eu participei do KS do 52 Realms: Adventures , mas ainda não imprimi e já tô pensando em qual dos meus baralhos usar.
    :D
    Abração, camarada da escrita 8-)

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