Ticket to Ride… sem trens? 
Sim, mas não precisa se assustar: não muda muita coisa. Na série Ticket to Ride, é raro que as mecânicas e temas mudem muito profundamente, e esse também é o caso aqui.
A ideia das versões
Ticket to Ride: New York e
Ticket to Ride: Londres (e
Ticket to Ride: San Francisco, que ainda não jogamos) é que sejam o mesmo
Ticket to Ride que já conhecemos, mas com mapas mais compactos e partidas muito mais rápidas. E esse objetivo é cumprido com sucesso. Você ainda precisa fazer mais pontos que as oponentes conquistando rotas no mapa e concluindo missões, mas as partidas duram cerca de 15 minutos!
Além disso, essas versões aproveitam para incluir pequenos detalhes temáticos: os tradicionais trens são substituídos por táxis, no caso de Nova York, e ônibus de dois andares, no caso de
Londres. Algumas das cartas coloridas de transporte fazem referências específicas, como o submarino amarelo dos Beatles. Os manuais são diagramados e impressos de forma a remeter a guias turísticos. Na versão
Nova York, também não há a tradicional trilha de pontos na borda do tabuleiro, mas um bloquinho de pontuação que só é preenchido no final da partida. Esses detalhes são puramente estéticos e não mudam nada na jogabilidade, só deixam a coisa um pouco mais divertida e diferente.
Quanto às mecânicas, a única novidade é que conectar certos pontos específicos do mapa pode fazer você garantir pontos adicionais.
Em Nova York, isso se manifesta através das Atrações Turísticas, que dão pontos a qualquer jogadora que os “visitar”. Já em
Londres, existe a questão dos Distritos, que são regiões específicas que devem ser conectadas e valem um certo número de pontos quando isso acontece.
Amamos
Ticket to Ride por aqui e já o achamos um bom jogo de entrada, mas pode ser que certos contextos e públicos peçam algo mais rápido e simplificado. A escala da sua estratégia e a duração das partidas é reduzida, tornando o jogo ainda mais acessível — e ele também é mais barato para adquirir.
Já jogou essas versões? O que achou?