Postado originalmente por André Bigler no blog Meeple Divino.
“Cada um de nós está esculpindo uma pedra, levantando uma coluna ou cortando um pedaço de vidro na construção de algo muito maior do que nós mesmos.” – Adrienne Clarkson
Civilization talvez seja a franquia de jogos eletrônicos de civilização mais famosa de todas, e a mais icônica. Criada em 1991 pelo programador Sid Meier, logo se tornou um dos maiores sucessos do mundo dos jogos de estratégia. Em 2010, o jogo ganhou uma elogiada versão boardgame pelas mãos da Fantasy Flight – Civilization: The Boardgame. Este ganharia duas expansões, Fame and Fortune (2011) e Wisdom and Warfare(2013), todas acrescentando mais tiles de mapa, líderes e mecânicas.


Entretanto, estamos em 2017 e um novo Civilization eletrônico tem feito tremendo sucesso, Civilization VI. Então, depois de tanto tempo, e das investidas muito bem sucedidas da Fantasy Flight em adaptar jogos eletrônicos para o tabuleiro, era de se esperar que uma nova versão do boardgame surgisse. E eis que finalmente é anunciado
Sid Meier’s Civilization: A New Dawn.
O jogo para 1 a 4 jogadores novamente nos coloca na pele de líderes de civilizações reais, que deverão competir em mapas por recursos, desenvolver tecnologias e avançar sua cultura e poder militar para se tornar a mais poderosa civilização de todas. Entretanto, A New Dawn oferece mais que uma simples nova roupagem para o jogo original de 2010, sendo um jogo de mecânica bem diferentes e modernas.
Componentes
Começa pelo mapa, que antes era formado de grandes tiles quadrados. No novo jogo, o mapa é criado com tiles hexagonais, o que fornece maior terreno e mais possibilidades de aleatoriedade. Ainda temos tipos de terrenos como rios, planícies, montanhas e desertos, mas talvez agora o mapa faça um pouco mais de sentido.
Oito civilizações compõem o novo panteão de
Sid Meier’s Civilization: A New Dawn – Aztecas, Franceses, Egípcios, Gregos, Americanos, Persas, Japoneses e Simérios, cada qual com seu líder, suas fraquezas e habilidades especiais. Cada jogador recebe um baralho próprio de tecnologias, as quais são alocadas por ele em cinco espaços perto da ficha do líder – quanto maior o número do espaço, maior o impacto da carta no jogo. Isso dá aos jogadores a complicação estratégica de escolher as melhores tecnologias a cada momento, e o quê priorizar enquanto disputam pela supremacia.
As civilizações
Ataques bárbaros também fazem parte do jogo, e estes podem destruir cidades, atacar caravanas e promover estragos na sua civilização.
São três cartas de vitória, cada uma com duas agendas. São seis possíveis objetivos para cada um perseguir, e cada jogador coloca um “marcador de controle” sobre a agenda que conseguir cumprir. Aquele que cumprir ao menos uma agenda de cada carta é considerado o líder da maior civilização de todas.
Sid Meier’s Civilization: A New Dawn chega às lojas no final de 2017!