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Você já se perguntou de onde vêm muitas das grandes maravilhas do nosso mundo? Você questiona se nossos ancestrais foram guiados por seres de outro mundo? Se sim, liberte o seu Erich von Däniken interior, pois
Origins: First Builders pode ser para você.
Origins vem da editora Board & Dice, conhecida por muitos jogos de estilo euro pesados de sucesso, focados em temas históricos. Este jogo se afasta disso e tenta trazer um tema mais fantástico, mas a temática acaba ficando em segundo plano para o que é, essencialmente, um jogo focado nas mecânicas.
A Construção da Civilização
Em Origins: First Builders, de Adam Kwapinski, você é um Arconte guiando uma população de homens livres, influenciando a construção de edifícios e monumentos, escalando os três poderosos templos do zodíaco e participando de uma corrida armamentista — tudo em um esforço para deixar a maior marca na história antiga da humanidade.
Você começa o jogo com uma cidade que consiste em apenas duas peças de construção: a Ágora e o Palácio. À medida que o jogo se desenvolve, sua cidade crescerá em tamanho e força conforme você adiciona novas peças de construção. Cada uma delas possui uma habilidade especial que é ativada quando adicionada pela primeira vez à cidade e ao fechar um distrito.
Sua colocação na trilha militar indica as recompensas que você recebe ao atacar e suas chances de se tornar o primeiro jogador. Você também tem três trilhas de templo separadas para subir, que lhe rendem pontos no final da partida.
Ações e Alocação de Dados
No seu turno, você escolhe a partir de uma lista de ações, mas a ação principal é uma alocação de dados (funcionando como trabalhadores) que gerará recursos ou movimento nas trilhas. A alocação dos seus dados é restrita, dependendo do lugar que você quer visitar e do valor do dado.
Você também pode ganhar uma ação bônus se combinar a cor certa do dado com o espaço do trabalhador. É aqui que o jogo tem suas melhores, mas também suas piores partes: Origins é um eurogame divertido, mas seu tema se perde completamente nas mecânicas.
Não me entenda mal, o jogo é um quebra-cabeça divertido, e é um quebra-cabeça que pode ser desafiador para novos jogadores aprenderem. Muitas vezes as suas decisões parecem apertadas, com poucos recursos disponíveis para fazer as escolhas certas. É um jogo inteligente, mas se você "pegar o jeito", ótimo; se não, você será deixado para trás nas ruínas da civilização.
Veredito
Os componentes do jogo são razoáveis, mas não excelentes, especialmente se comparados ao padrão atual da Board & Dice (embora seja preciso lembrar que este jogo já tem quatro anos).
Não estou dizendo que Origins: First Builders seja ruim. Ele não é. Apenas não se destaca quando há tantos eurogames bons, bem pensados e com temas fortes no mercado. Neste caso, a ajuda dos alienígenas para construir a civilização não foi o suficiente para que ele resistisse ao teste do tempo.
(Análise de David Breaker)
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Traduzido*** por
Marcelo Gama
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