Sprint Review: Fliptricks
Olá, atleta tabuleirista! Sou Diego Antunes do Esporte na Mesa. Este é o nosso novo formato: Sprint Review! Análises rápidas e diretas enquanto o nosso Ranking GOAT (atualizado semestralmente) está em fase de coleta de dados.
Hoje, vamos falar de um jogo que exige coordenação motora fina!
ÀS SUAS MARCAS (Os Dados)
- Jogo: Fliptricks (2020)
- Esporte: Skate
- Categoria: Estética e Julgamento / Destreza
- Modo Solo: Sim!
- Nota BGG: 5.6
- Nota Ludopedia: Sem votos
- Nota Esporte na Mesa: ? 4.7
- Medalha de Bronze! (Não deve ficar aqui kkkk)
- Posição no rakning Goat: 74
PRONTOS! (O Contexto)
O fim da
PNP Arcade me fez correr para garantir alguns jogos, e o Fliptricks veio nessa leva. Curiosidade nerd: os autores são os mesmos de
The White Castle. Mas esqueça os combos complexos de Euro; aqui a ideia é inovadora e física: fazer manobras de skate com as próprias cartas.
JÁ! (A Análise)
- Imersão (Nota 7.0): O ponto alto! Lembra muito a infância tentando acertar manobras na rua com os amigos. As cartas são os skates e a física funciona.
- MDA (Nota 5.0): A mecânica é puramente destreza manual (flipar a carta e cair com os dedos na posição certa). A arte é funcional. O problema? Faltam desafios.
- Vontade de Jogar (Nota 2.0): É um jogo de "tiro curto". Como tem eliminação de jogadores e pouca profundidade tática, a vontade de jogar várias seguidas diminui rápido. Não é uma experiência épica, mas é um cartão de visitas criativo.
LINHA DE CHEGADA.
O jogo é simples e criativo, mas cansa rápido.
Minha dica de ouro: Ele vai virar o "minigame oficial" aqui em casa para definir quem será o Primeiro Jogador quando eu colocar o
Skate Summer na mesa! Salvo pela imersão e por ser imprimir e jogar, vale a experiência inovadora.