Bombardium::1) Primeira diferença, esse jogo é daqueles DB
cobertores curtos que não compram muitas cartas: ele lembra mais o
As Ruínas Perdidas de Arnak e
Dominion na questão das cartas. Você não vai acabar o jogo com o
baralho muito grande, e você vai
utilizar bem pouco as cartas que você adquiriu, e as pilhas de compras de personagens são
inatas: elas se
mantém igual o jogo todo. Aqui o jogo são
4 turnos, e ao final de cada um deles, rolam
4 fases de pontuação parcial.
1) você com CERTEZA não jogou Dominion o suficiente... lá vc usa bastante suas cartas e, é muito mais comum terminar com um baralho bem maior do que começou do que com um baralho enxuto. A única semelhança nesse ponto são as pilhas fixas mesmo...
Bombardium::2) E o grosso da pontuação tá aí na verdade. Tem que ficar muito ligado pois isso é bem diferente dos jogos que vemos por aí: você tem que se planejar pra pontuar bem TODOS os turnos.
2) com certeza... ao ponto de algumas pedras serem claramente desbalanceadas (nao sei se foi intencionalmente como diz a editora original ou se foi um efeito colateral, mas aconteceu e é sabido pela editora).
Bombardium::3) Além disso ainda temos os monolitos; no esquema Teotihuacan: City of Gods da vida, nós empilhamos pedras aqui pra adquirir bônus e pontos. Todas as partidas que joguei foram pra 3, e acho que é a que tem mais profundidade estratégica.
3) são megálitos, e monólito tem acento
Bombardium::4) Sem dúvidas o que eu mais gostei nele é que eu achei ele muito aberto; dá pra se ganhar com X estratégias diferentes, e mistura delas também. Achei ele muito balanceado.
A duração dele é ótima, ele é muito bonito, ele roda muito bem, sua iconografia é top, o manual é claro, e na moral, a única coisa que eu tenho pra falar de mal dele é o timing.
4) também achei meio longo demais... quero ver se com mais partidas reduz o tempo (e "timing" não significa tempo, significa o momento exato de fazer algo... no caso da frase, seria "play time" mesmo

²)
Bombardium::5) O segundo jogo que eu quero citar aqui é um jogo que eu vejo pouquíssima gente falando aqui, mas ele é importantíssimo pro Hobby no Brasil por ser um dos jogos que disseminou o hobby e está em sua segunda edição por aqui.
5) concordo em número, gênero e grau... é um jogo que eu não tenho mais saco pra jogar, mas sem dúvida, é um dos principais expoentes do hobby
Bombardium::6) Nessa segunda edição, o Bruno Faidutti foi um cara muito feliz. Agora existem 3 cartas de personagem para cada número (exemplo: Nº 2 agora tem Chantagista, Espião e Ladrão); Agora existe lembrete de cada carta que está em jogo em forma de marcadores, assim quem nunca jogou é só ir chamando pela ordem lendo o que tá na mesa; A arte do jogo é absolutamente espetacular, e essa aqui é um jogo obrigatório na coleção de qualquer um.
6) nas edições anteriores (não sei se a daqui tinha, mas lá fora com certeza já vinha inclusa no base) já tinha a 2a versão dos personagens, que veio na expansão Dark City. Não acho que seja obrigatório na coleção de qualquer um, mas com certeza é um jogo que todo mundo novo no hobby deveria jogar.
Bombardium::7) O que essa caixinha pequena traz de treta, diversão e polidez não tá no gibi. Pra mim, ele roda perfeitamente bem de 3 a 6 pessoas, se por acaso vai rolar algum tipo de festividade, ou se eu preciso viajar, ele é o primeiro a ir pra mala.
7) Acho que o único ponto que discordo sobre o Citadels é ficar bom com 3P... acho ele beeeeeeeeem sem graça com 3...