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Em
Push Push Penguin, da Wacky Wizard, você está correndo ao longo de um tabuleiro quase linear em direção a uma perigosa Orca devoradora de pinguins. O jogo foi projetado por Christopher Ryan Chan, David Gordon e Tin Aung Myaing (também conhecido como TAM).
Embora seja, no fundo, um jogo simples de rolar e mover (roll & move), o que o torna acessível a crianças pequenas que conseguem lidar com clássicos como Cobras e Escadas, ele tem várias maneiras de lhe dar alguma autonomia e controle sobre seus movimentos.
E, de forma emocionante, você pode empurrar o pinguim à sua frente para avançar quando se move para trás dele – o que pode soar como algo que você não quer fazer até se acostumar com a premissa de que o vencedor é o pinguim que chega em segundo lugar! Empurrar um pinguim líder para a frente em direção à sua morte pelas mandíbulas da Orca certamente trouxe alegria aos meus filhos!

A cada turno, os jogadores rolam seus próprios dois dados, escondidos debaixo de um copo, e escolhem qual dos dois vão usar e qual não vão. Os movimentos são escolhidos secretamente para não influenciar os outros jogadores. Isso dá um pouco de poder de escolha, pois você pode pensar cuidadosamente sobre em quais espaços especiais vai cair e se realmente deseja isso. Os espaços de Foca permitem uma rolagem de dados que pode fazer você avançar (o que nem sempre é desejado), mover a Orca ou até mesmo movê-lo para a frente do grupo. Os escorregadores permitem que você ultrapasse outros jogadores se eles estiverem sendo empurrados. A cada turno, o dado da Orca é rolado para que ela chegue cada vez mais perto dos jogadores.

Em nossas partidas, percebemos que a ordem dos jogadores trocava bastante no início, mas depois um jogador assumia a liderança e, apesar de ter escolhas de dados e novas rolagens, não conseguia parar sua progressão inevitável rumo ao primeiro lugar, alcançando a Orca primeiro e, assim, perdendo. Minha filha de 4 anos ficou muito feliz em estar na liderança e depois perder. Já meu filho de 6 anos ficou emburrado por estar em último lugar e não apreciou totalmente a ultrapassagem para o segundo lugar que, no final das contas, permitiu que ele vencesse.
Este jogo tem classificação indicativa para maiores de 6 anos, mas, como é frequente em jogos de tabuleiro, também pode ser apreciado por um público mais jovem, desde que um adulto consiga ler as regras para si mesmo com rapidez suficiente. O jogo demorou mais ou menos os 15 minutos anunciados para ser jogado, embora leve um pouco mais de tempo com mais de três jogadores.
A arte e o tema dos pinguins atraíram minha filha para jogar, e as expressões estranhas dos pinguins combinavam com as minhas enquanto eu tentava descobrir minhas táticas. Suspeito que o jogo tenha sido mais aproveitado pelos meus filhos jogando sem tática nenhuma, mas, como sempre, é bom ver um jogo infantil onde você pode realmente considerar suas estratégias, apesar dos movimentos principais serem aleatórios.
Em suma, Push Push Penguin é um joguinho agradável, mas que infelizmente não será jogado novamente em nossa casa pelo fato de já termos um bom número de jogos infantis e este ter agradado apenas a um dos meus exigentes filhos.
(Análise de Nicola Bridge)
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Traduzido*** por
Marcelo Gama
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