E aí gente, tudo bem? Glauber aqui...
Hoje é dia de trazer um jogo que eu estou apaixonado nele, que é o Galileo Galilei. Aproveito pra destacar que esta e outras análises, bem como a criação de conteúdo e toda a minha divulgação de jogos está no meu canal principal, lá no Instagram: Tio Glauber Jogos - aproveite pra seguir!
Antes de tudo, quero ressaltar que temáticas de sci-fi / espacial / astronomia me pegam de jeito, mas Galileo Galilei faz por merecer os meus elogios ao longo da resenha - que jogo delícia! Uma degustação saborosa!!!
1. A Experiência
Por aqui, joguei solo e em 2 jogadores, que são os números de pessoas nos quais eu consigo jogar, com algumas exceções, como eventos, feiras etc. Agora sobre o jogo: Galileo Galilei oferece uma experiência muito gratificante no aspecto de evolução, como um bom euro deve ser. Tudo nele é redondinho, tudo funciona bem e faz sentido com a proposta temática - os estudos astronômicos de Galileo e outros estudiosos da época, como Copérnico, Kepler e outros.
No nosso tabuleiro individual temos a coisa mais caprichada e bem bolada, que é o telescópio que gira, apontando para uma esteira de ações. Mano, isso foi muito criativo! Aponte para o céu e escolha o que fazer no seu turno. Show demais!

Continuando - temos como objetivos centrais do jogo,
obervar cometas, constelações e grandes objetos, como nebulosas e planetas. Os cometas aqui, aumentam valores dos dados que, por sua vez, não são rolados, mas sim, incrementados para conseguir observar o céu e coletar as cartas. A ideia dos dados vermelhos, amarelos e azuis é denotar os espectros de cores para a identificação dos tipos de objetos celestes. Você precisa tá muito afiado na concepção de ideias pra por isso pra funcionar - e funciona mesmo. Minha esposa e eu terminamos as jogatinas com aquela sensação boa de querer jogar de novo, querer explorar novos caminhos... nota 10 viu?
No tabuleiro principal temos
as universidades e livros de registro de conhecimento como trilhas de aperfeiçoamento. São os meios de combar ações, maximizar pontos... aqui é onde você se dedica mais no jogo, pra fazer a máquina funcionar e pontuar bem. É bem legal.
Opa! Falei, falei... e esqueci de falar do modo solo: temos um estudioso automa com algumas peças que indicam conjuntos de ações rápidas para o turno e manutenção dele. É de boas!
2. Visual e componentes
Capricho! Os componentes são de madeira coloridos e estampados, uma graça! Já os tabuleiros possuem artes lindíssimas e eu curti a arte da caixa também. O visual de papiro caiu muito bem, como um fundo de rascunhos e anotações dos estudos. O tabuleiro principal é do tamanho exato que deveria ser, aproveitando cada espaço ocupado na mesa, assim como os individuais (onde tem o telescópio). Apenas o board de cada jogador que trás a o rosto do estudioso e uma habilidade especial poderia ser um pouco menor. É a parte que enrosca na hora de guardar tudo dentro da caixa.
O manual: eu não tive dificuldades em compreender as ações. Ainda que seja um jogo da Asmodee, fizeram um bom trabalho aqui (pasmem!). Assisti, como de costume, um vídeo só pra ter certeza se eu havia compreendido tudo certinho.
3. Rejogabilidade
Boa rejogabilidade. Temos os livros, as universidades, além de habilidades únicas dos estudiosos. Neste último aí, você joga com ou sem a habilidade especial (o que é aconselhado em sua primeira partida). Sobre as cartas que observamos e conquistamos: poderia vir um pouquinho mais, mas nada que faça cair no “mesmo de sempre” tão cedo. Cada carta oferece um grande objeto para observar com 1 ou 2 constelações. Se conquistar o grande objeto, a carta é sua. Se quiser pontuar pelas constelações, o custo é menor, com uma pontuação menor (ainda sim, são pontos). As constelações não garantem a cartão no seu set collection, mas os pontos são seus em definito (marcados na trilha de pontos), ainda que outro jogador pegue a carta.
Outro ponto bem trabalhado ainda no tabuleiro individual são os tiles móveis - peças com opções de ações que são movimentadas, correndo sempre uma casa a frente, permitindo planejamento e otimização. Faça aprimoramentos destes tiles e deixe-os mais fortes!
4. Para quem indico
O tema é dos que você curte? Só vai! Curte euros medianos na complexidade 3.03 do BGG? Vai também. Temos um board game muito bem elaborado e com certeza passou por bastante teste até chegar no produto final.
Galileo Galilei já está no meu Top 10 e é candidato ao jogo do ano aqui pra mim. É cedo pra dizer isso? É, pode ser mesmo.. mas está na briga.
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Curtiu? Comenta aí o que achou! Já conseguiu jogar? Compartilhe suas impressões.
Um abraço e até a próxima.