All aboard! Se você já leu os últimos textos (muito obrigada!), sabe o que vai acontecer e pode pular esse parágrafo. Caso seja a sua primeira vez lendo, esse é um texto sobre os jogos de tabuleiro que eu (Vanessa) joguei ontem. A ideia é que seja algo leve, sem foco em análise, mas em experiência, e curtinho.
Bora?
Caraca, já estamos na edição de número 11 desse quadro! Quando eu comecei, não fazia ideia se seria algo legal, se realmente faria sentido, mas estou recebendo mensagens legais e pessoas compartilhando experiências, então, acho que é um sinal para continuar \o.
Nesse texto, juntei as jogatinas de quarta e quinta-feira, que foram bem poucas, infelizmente
Cozy Stickerville
Eu e Vini estamos empenhados em fechar a história da nossa vila. Jogamos o ano quatro e descobrimos coisas bem legais! Uma delas, foi um mini game dentro do jogo no estilo dos desafios de Unlock, só que com um nível de complexidade bem menor. Fiquei feliz com isso!
Até o momento, o jogo tem entregado uma experiência bem gostosa, a narrativa que estamos seguindo está legal e instigante e existe um certo nível de desafio no jogo, não é só algo bobinho.
Sem contar que ele, provavelmente, nos manterá com vontade de jogá-lo pelas 20 partidas (são 10 anos, equivalentes a 10 partidas, de desenvolvimento da vila e você pode jogar dos dois lados do tabuleiro, logo, 20 partidas), algo que alguns jogos demoram um certo tempo para conquistar ou nem chegam a ser jogados 20 vezes.
The White Castle Duel
Ontem, estreamos a versão exclusiva para dois jogadores do The White Castle. A primeira experiência foi bem boa! Eu comecei jogando e demorei um tempão para fazer a minha ação? Demorei. Terminamos a partida com o dobro do tempo descrito na caixa? Terminamos. Mas foi legal e deu vontade de jogar mais vezes, o que é algo bem importante.
Vamos ver como serão as próximas partidas para eu conseguir escrever algo com mais fundamento, mas, a princípio, pareceu um jogo com possibilidades de caminhos mais ou menos diferentes para os jogadores, mais dinâmico que o “irmão mais velho” e um pouquinho menos sofrido.
É isso, essas foram minhas últimas experiências com jogos de tabuleiro. Acredito que logo mais escreverei sobre Emberleaf (a versão física chegou ontem) e Marcha das Formigas (estou curiosa para entender se a arte “mais leve e atrativa”, a meu ver, não é uma “maquiagem” e o jogo é mais pesadinho, apesar do peso no BGG ser, atualmente, 3,18, e pegado. Eu nunca joguei a versão anterior, então, a princípio, ficarei devendo essa comparação).
Obrigada por ter lido até aqui e nos vemos no próximo texto!