Raio::Olá o/
Eu tenho uma pergunta em relação ao Harmonies.
Existe uma observação constante de alguns jogadores que dizem que a sensação de frustração ao não sair a peça/criatura que querem é muito grande e que deveria haver uma forma de reiniciar a oferta de peças/criaturas.
Qual a forma que você acredita que seria ideal para que isso acontecesse sem quebrar o desafio do jogo?
Esse Galileu Galilei parece ser bacana. Qual o peso dele para vocês?
A minha opinião sobre isso, a partir das experiências que já tivemos com Harmonies nas configurações de dois, três e quatro jogadores é: para dois jogadores, acho que ter uma simulação do terceiro jogador ajudaria, tanto para as peças quanto para as cartas. Em mais jogadores, eu particularmente, não senti isso, porque as peças e cartas rodam mais. Mas acho que é legal levar em consideração que a pontuação não é apenas baseada nas configurações das cartas de animais, também são pontuados os ambientes e eles podem fazer uma boa diferença na partida, assim como a carta de espírito da natureza, que o manual define como "uma experiência de jogo ainda mais interessante".
Em resumo, eu acredito que a questão de não aparecer algo seja mais forte em dois jogadores. Em mais, acredito que adaptação àquilo que aparece faz parte da magia proposta pelo Harmonies.
Para nós o Galileo Galilei é um euro médio. Ele tem uma fritação gostosinha, nada que te paralise por muito tempo e não senti como um jogo que você sofre com recursos e cada jogada precisa ser muito bem calculada