All aboard! Se você já leu os últimos textos (muito obrigada!), sabe o que vai acontecer e pode pular esse parágrafo. Caso seja a sua primeira vez lendo, esse é um texto sobre os jogos de tabuleiro que eu (Vanessa) joguei ontem. A ideia é que seja algo leve, sem foco em análise, mas em experiência, e curtinho.
Bora?
Esse texto é sobre as jogatinas de segunda e terça-feira, porém só conseguimos jogar um jogo físico, então resolvi acrescentar as experiências que estou tendo com alguns jogos no board game arena (BGA).
Tea Garden
Na noite de terça-feira, em paralelo com o jogo da seleção, Tea Garden viu mesa pela segunda vez. Essa partida foi mais fluída do que a primeira e o jogo segue interessante, porém uma pulguinha está nascendo no sentido dele ficar repetitivo com o tempo.
Estou começando a ter a sensação de fazer as mesmas coisas. Melhorar a força das cartas, construir as casas de chá para tentar chegar o mais longe possível e ter folhinhas de valores maiores e subir na trilha do barco (não é apenas isso, mas, a princípio, foram essas ações que me deram a sensação de repetição).
As cartas de ação aparecem numa mesma ordem de “força”, o que significa que para o final do jogo é preciso ter folhas 5 e 6 preparadas para adquirir essas cartas - isso é bom, porque se viessem apenas cartas com exigências altas no começo, não conseguiríamos pegar, mas acho que tem poucas opções de cada nível e que não fazem coisas muito diferentes. Não sei… ainda é cedo para afirmar qualquer coisa, mas esse ponto me ocorreu. Quem sabe nos próximos textos e com mais partidas, isso fique mais claro na minha cabeça.
Forest Shuffle
Estou jogando Forest Shuffle no BGA com quatro jogadores e lembrei porque dois jogadores é a minha configuração favorita. Em quatro, a partida é muito rápida, você não consegue estruturar direito uma estratégia. Para as cartas mais caras, é preciso algumas rodadas para ter o número necessário para o descarte e isso pode ter como resultado você colocar bem poucas cartas na sua área.
Pode ser interessante o jogo ter partidas diferentes nas diferentes configurações de jogadores, mas eu prefiro ter mais tempo para executar as coisas e menos adaptação àquilo que está acontecendo, por isso gosto mais da configuração de dois jogadores.
Tacta
Já tinha jogado Tacta no BGA em dois jogadores, mais recentemente joguei com quatro e agora fiquei com vontade de jogar em dois de novo. Porém sinto que a partida em dois jogadores perdeu o brilho depois de ter jogado em quatro…
Se bem me lembro, esse jogo foi anunciado pela Grok, mas não estou considerando trazer a versão física para a coleção, ainda mais se em dois jogadores não brilha tanto e no BGA funciona bem.
Sagani
Se você gosta de Nova Luna, talvez goste ainda mais de Sagani! Jogo simples, basta você cumprir os critérios das peças que coloca na sua área e elas não precisam estar conectadas, e bem gostoso! Acho que funciona bem em dois e em mais jogadores e a experiência no BGA é bem boa, mas não tenho a versão física para realmente comparar.
Welcome To: Seu Lar Perfeito
Esse é um jogo que eu gosto de jogar no BGA, acho que roda bem por lá, mas também acho que vale a pena ter a versão física, caso você goste, porque a experiência de criar o seu bairro com papel e lápis, ao invés de “apenas” cliques, é bem gostosinha.
Na minha opinião, rodou igual nas diferentes configurações de jogadores que já joguei (dois, quatro, cinco e sete).
É isso, essas foram minhas últimas experiências com os jogos de tabuleiro, seja nas suas versões físicas ou digitais. Acredito que nos próximos dias teremos partidas de Calico, Destemidos: Batalha da Grã Bretanha, Galileo Galilei (trouxemos da Feira de Essen, mas foi anunciado hoje pela asmodee e a previsão é que seja lançado ainda esse mês) e outros. Obrigada por chegar até aqui e nos vemos no próximo texto!