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Aprende o valor do dinheiro

Monopoly
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    isauraluiza19/12/25 12:18
    avatar
    isauraluiza
    19/12/25 12:18
    614 mensagens MD

    Eu tinha comprado Monopoly para o meu antigo celular, e esses dias me deu vontade de instalar no novo, mas a falta de memória me impediu.
    Sim, Monopoly é um jogo fraco, mas jogar no celular me ajuda a passar viagens de ônibus e relaxar sem pensar muito.

    Mas vamos as divagações.

    Nessa semana eu tava conversando com uma colega de trabalho sobre jogo de tabuleiro e eis que um colega do outro da sala veio até mim é perguntou:
    - Por que os jogos da Galápagos são tão caros?
    Notei várias coisas aí, a força da Galápagos, que ele conhecia por Dobble, quando eu cheguei no hobby só conhecia ela também, e como a base de todo mundo é banco imobiliário da Estrela.

    Aí o pessoal nas conversas sobre popularizar o hobby só falam de diminuir preços, mas a buraco é mais embaixo.
    Pensa, pra o jogo ter preço menores, ele precisa de uma acabamento mais xexelento, tipo o Herdeiros do Khan.

    Pra baratear precisa de tiragens maiores, é pra isso precisa ser conhecido das pessoas.
    E aí eu pensei, ou o jogo precisa de Youtuber por trás pra fazer propaganda dele.
    Ou se cria uma cultura daquele jogo, como se tem a cultura do War e Banco Imobiliário.
    Ou se cria uma narrativa, esses dias eu tava pensando em montar uma lista "jogos que quem vence é quem tem mais dinheiro" e lembrei que já ouvi gente falando que a tia ou avó deu Banco Imobiliário de presente porque o jogo "ensina o valor do dinheiro", e tava pensando na criação de jogos de tabuleiro em jogos pra mercado de massa que fossem produzido com essas narrativas.

    Aliás, a narrativa "ensinar o valor do dinheiro" em tempos de coach de investimentos, é um filão e tanto à ser explorado.

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  • iuribuscacio
    3371 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio19/12/25 14:32
    iuribuscacio » 19/12/25 14:32

    isauraluiza::Eu tinha comprado Monopoly para o meu antigo celular, e esses dias me deu vontade de instalar no novo, mas a falta de memória me impediu.
    Sim, Monopoly é um jogo fraco, mas jogar no celular me ajuda a passar viagens de ônibus e relaxar sem pensar muito.

    Mas vamos as divagações.

    Nessa semana eu tava conversando com uma colega de trabalho sobre jogo de tabuleiro e eis que um colega do outro da sala veio até mim é perguntou:
    - Por que os jogos da Galápagos são tão caros?
    Notei várias coisas aí, a força da Galápagos, que ele conhecia por Dobble, quando eu cheguei no hobby só conhecia ela também, e como a base de todo mundo é banco imobiliário da Estrela.

    Aí o pessoal nas conversas sobre popularizar o hobby só falam de diminuir preços, mas a buraco é mais embaixo.
    Pensa, pra o jogo ter preço menores, ele precisa de uma acabamento mais xexelento, tipo o Herdeiros do Khan.

    Pra baratear precisa de tiragens maiores, é pra isso precisa ser conhecido das pessoas.
    E aí eu pensei, ou o jogo precisa de Youtuber por trás pra fazer propaganda dele.
    Ou se cria uma cultura daquele jogo, como se tem a cultura do War e Banco Imobiliário.
    Ou se cria uma narrativa, esses dias eu tava pensando em montar uma lista "jogos que quem vence é quem tem mais dinheiro" e lembrei que já ouvi gente falando que a tia ou avó deu Banco Imobiliário de presente porque o jogo "ensina o valor do dinheiro", e tava pensando na criação de jogos de tabuleiro em jogos pra mercado de massa que fossem produzido com essas narrativas.

    Aliás, a narrativa "ensinar o valor do dinheiro" em tempos de coach de investimentos, é um filão e tanto à ser explorado.

    Cara isauraluiza

    Com todo o respeito, a você e ao jogo, que não deixa de ser um clássico, mas eu penso diferente. Para mim, o Banco Imobiliário ensina sim o valor do dinheiro, mas de forma distinta. Quando você compra e joga, você percebe o quanto valia e quantas outras coisas mais legais você poderia fazer com o dinheiro gasto nessa bomba.

    Além disso, "jogo em que vence é quem tem mais dinheiro" não é jogo, mas sim a própria vida real. Não é sempre que isso acontece, mas é o que ocorre nas maioria esmagadora das vezes.  

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 

    P.S. Para não parecer mais razinza do eu já osu aqui vai uma curiosidade sobre o Banco Imobiliário / Monopoly. Nesse jogo acontece o interessantíssimo "Efeito Mandela", que é quando as pessoas tem certeza de terem visto algo que nunca aconteceu ou que não é verdade, igual ao filme do gênio Shazaam dos anos 90, alegadamente estrelado pelo ator Sinbad, e que muita jura que assistiu até hoje. No caso do Monopoly, o "Efeito Mandela" está no monóculo do empresário que é o "mascote" do jogo, e que ele nunca usou, apenas a cartola.    

    1
  • isauraluiza
    614 mensagens MD
    avatar
    isauraluiza19/12/25 15:24
    isauraluiza » 19/12/25 15:24

    iuribuscacio, eu devo tá escrevendo muito mal por não conseguir passar bem as ideias, em momento algum o texto é uma defesa apaixonada de como o Monopoly ensina o valor do dinheiro, na verdade o texto é uma proposta para que o mercado crie novos jogos melhores que façam esse papel de ensinar a usar o dinheiro, ou até mesmo com potencial educativo para mercado de massa para que se torne presente pra crianças.

    2
  • Amaral
    1327 mensagens MD
    avatar
    Amaral19/12/25 15:31
    Amaral » 19/12/25 15:31

    Depois de ler seu post, fiquei pensando em jogos melhores que já joguei e que têm o dinheiro como definição do vencedor da partida. Segue uma lista que pude recordar:

    1. Chicago Express: durante a partida você vai comprando ações das cias ferroviárias e ganhando dividendos periodicamente. O legal é que nesse jogo existe o dinheiro da cia e o seu. Quem tiver mais grana particular no final, vence.

    2. For Sale: jogo simples de compra e venda de imóveis e muito divertido. Sempre que falam de Banco Imobiliário já recomendo esse jogo no lugar dele. O objetivo é comprar os imóveis o mais barato possível e vendê-los o mais caro possível. Ganha quem ficar com mais grana (valores em cheque e dinheiro) no final das transações.

    3. Arte Moderna: diversos leilões ocorrem a cada rodada. O objetivo é comprar barato as obras de arte, fazer valorizá-las e vender caro para ser o mais rico das galerias. Pura perspicácia financeira.

    4. Marrakech: o jogo dos tapetinhos, não o euro da Queen Games/Devir. Aqui é só ir colocando os tapetes e preparando a armadilha para seus concorrentes pisarem neles para te pagar o preço devido. Sorte e estratégia lado a lado te levam ao mercador mais rico da cidade.

    5. Galaxy Trucker: explorar naves abandonadas, coletar várias mercadorias nos perigos da galáxia, voltar para casa e vendê-las. Parece simples, mas há muitas variáveis nas missões, desde a montagem da nave até testá-la em campo. Com mais créditos no final, o jogador se declara vencedor. Aqui o dinheiro também serve como ponto de vitória.

    6. Five Tribes: ok, aqui o dinheiro é o próprio ponto de vitória, são a mesma coisa e você ainda compra sua posição no leilão de início de rodada. Mais pontos/dinheiro no final definem o vencedor.

    7. Last Will: aqui o dinheiro também define o vencedor, mas será aquele que tiver menos dinheiro! Esse é o objetivo do jogo, torrar toda uma parte da herança do tio rico para vencer. Aqui o raciocínio é todo ao contrário, comprar caro para vender barato, baixar as cartas mais caras, atrair ajudantes gastadores etc.

    1
  • iuribuscacio
    3371 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio19/12/25 16:09
    iuribuscacio » 19/12/25 16:09

    isauraluiza::iuribuscacio, eu devo tá escrevendo muito mal por não conseguir passar bem as ideias, em momento algum o texto é uma defesa apaixonada de como o Monopoly ensina o valor do dinheiro, na verdade o texto é uma proposta para que o mercado crie novos jogos melhores que façam esse papel de ensinar a usar o dinheiro, ou até mesmo com potencial educativo para mercado de massa para que se torne presente pra crianças.

    Cara isauraluiza

    Perdão, mas o equívoco foi todo meu. Na verdade eu entendi o seu ponto, mas na hora de escrever, minha preocupação em não ser desrespeitoso nem ofensivo na discordância, fez com que eu acabasse "embolando" o meio de campo.

    No mais, eu sou um ardoroso defensor do barateamento dos jogos, não apenas para que eles se tornem mais acessíveis, mas para que cheguem a um número maior de pessoas. Nesse cenário todo mundo vai ganhar. As pessoas conhecerão jogos melhores, mais gente vai conseguir comprar, e as empresas vão ganhar mais dinheiro com o maior volume de vendas, e se fortalecerem ao adquirir uma maior base de clientes.

    O problema é que, na minha opinião, isso deve começar partindo das próprias editoras. O "nó górdio", ou "Efeito Tostines" do nosso mercado nacional de jogos é que as tiragens não aumentam o que faria o preço dos jogos baixar, porque o mercado atual não absorve mais de 2.000/3.000 unidades (muito embora isso seja bastante discutível por conta da quantidade de jogos que esgotam), e o mercado atual não absorve mais de 2.000/3.000 unidades, o que levaria a um aumento das tiragens porque os jogos são muito caros. 

    Só que para sair desse "Ardil 22", é necessário investimento por parte das editoras, tanto em um aumento paulatino mas constante das tiragens, como também investimento em marketing. Não dá para esperar o jogo ficar famoso, por si só, para só depois se investir em aumento das tiragens. Na verdade quem faz o "marketing" dos jogos de tabuleiros no nosso país, somos nós mesmos boardgamers que lutamos para difundir o hobby, mostrando aos amigos e sugerindo aos familiares. Nesse Natal mesmo eu já sugeri board games como presente para uma cacetada de pessoas. O problema é que esse marketing boca-a-boca tem uma eficácia limitada, que não chega nem perto do que as empresas consolidadas conseguiriam com algum investimento sério. Só que aí nós esbarramos na lógica do "consumo de exclusão", que é a filosofia comercial vigente entre o empresariado brasileiro. Aqui se vende 10 sapatos custando 1.000 reais, quando se poderia vender 100 sapatos custando 100 reais, e conseguir uma carteira de clientes muito maior, que assegure a saúde econômica da empresa. 

    Também é preciso destacar que não adianta investir em marketing e aumentar a tiragem, se essa maior procura pelo jogo não refletir em uma diminuição gradativa do preço do jogo. Por isso veja, na minha opinião é preciso mudar o paradigma da produção, o que é algo realmente muito difícil de fazer. Só que para o mercado nacional de jogos se tornar menos árido, isso terá de começar a ser feito algum dia. Esse é um processo aos poucos, e não um cavalo-de-pau de 180º. Um ano se começa a produzir 3.500 cópias ao invés de 3.000, e se baixa 5% da margem de lucros, no ano seguinte se expande essa mudança um pouquinho mais e por aí vai. Depois de uma década, as tiragens serão muito maiores, o preço muito mais baixo e o lucro muito mais alto, mas é preciso investir e trabalhar para isso, ao invés de ficar satisfeito com o patamar de produção vigente, que é quase o mesmo de dez anos atrás. Então tudo tem de começar com as editoras de jogos, e sinceramente, considerando que quase todas apelam para o financiamento coletivo, ou seja, não empatam o seu próprio capital, isso nem é tão impossível assim de fazer, basta mudar o pensamento e a lógica de produção.

    Quanto a questão dos jogos que ensinem o valor do dinheiro para crianças, eu acho a ideia excelente, e não apenas para ensinar isso. Os jogos são um recurso lúdico fundamental para ensinar também, planejamento, gestão, estratégia, trabalho em equipe, avaliação situacional, e uma série de outras competências, que as empresas gastam os tubos em treinamento, para ensinar aos seus funcionários.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 
     

    1
  • adolfocaetano
    307 mensagens MD
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    adolfocaetano19/12/25 19:47
    adolfocaetano » 19/12/25 19:47

    Salve Isaura. Mais um dia pra você! Fiquei pensando no trem de coisa "xexelenta" que você escreveu. E, A MUITO TEMPO, percebo que tem uma gourmetização em tudo hoje em dia. é jogo de tabuleiro, SUV, celular, série de TV, filme, lanchonete, hambúrguer, café, panetone... até a porra do cachorro precisa ser gourmet (eu confesso que tô de saco meio cheio com essa frescura toda).


    O problema do gourmet, é que ele é caro, sem necessariamente ser melhor. Muitas vezes é só caro mesmo. E quando o gourmet entra na equação, o que fica mais importante é quanto custa. E isso é totalmente visível na maioria dos lançamentos hypados - caixas de 10 kg, nome do designer festejada com se fosse um Michelangelo, virado em miniaturas, preço exorbitante. Você vê isso nos carros, nos i-phodes, no café starbucks, até no cachorro, cujo filhote custa 10 000,00 reais. É no filme/serie que a tchurma afirma ser uma experiência. E, quando a indústria consegue normalizar isso, o consumidor tapado acredita que não pode mais viver sem o último i-phode ou última expansão do joguinho queridinho dos canais picaretas. Não consegue mais tomar o cafézinho passado na casa da tia, nem comer o dogão da esquina, porque aquilo não tem o valor da "experiência" que o gourmet/frescura promete.

    E eu vejo muito isso representado nos millennials (sim, eu penso deles a mesma coisa que eles pensam sobre a molecada da geração G). E, sim sou um velho ranzinza, que despreza a geração seguinte, pois os jogos, filmes, lanchonetes, e outras coisas, ficaram caros e sem graça por causa deles!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Como eu amo desprezar a geração mais nova!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Um abraços e mais um dia a todos, de novo.

    3
  • fantafanta
    614 mensagens MD
    avatar
    fantafanta19/12/25 21:56
    fantafanta » 19/12/25 21:56

    Caros iuribuscacio e isauraluiza, mudar o sistema de produção e distribuição dos jogos é essencial para tornar os jogos mais acessíveis e por consequência populares.
    Só que, como vocês mesmos atestaram, isso não é algo tão simples assim de se fazer... Há muitos interesses econômicos difusos por detrás da permanência do status quo. Principalmente no que diz respeito a mudança de paradigma de acumulação de capital que só faria sentido num mundo em que houvesse alguma preocupação real com as pessoas e não com o sistema das coisas, de vendas, lucros e etecétera e tal. 
    Parece óbvio, mas isso está claro para vocês?
    Já pensaram que quem realmente ganha muito dinheiro nessa joça de sociedade não está de fato preocupado com quem consome e nem com aquilo que está sendo produzido?
    E o pior é que minha crítica nem é algo pessoal, no sentido moral, mas sim uma constatação de que se dependermos da tomada de decisão de algum CEO qualquer para vermos mudanças substanciais no mercado, nós vamos ficar a ver navios por muitos, longos e tenebrosos invernos ainda...
    Esse foi só um lembrete de que não estamos vendo uma falha no sistema. O sistema é feito para ser excludente e segregador.
    E além do mais a equação não fecha apenas tornando os jogos mais baratos, de acordo com a conclusão a que chegamos.
    O filtro do preço de venda é apenas o primeiro filtro. Há outros. É bom não se iludir e nem se esquecer que o processo de produção do gosto é longo e demorado, como o Iuri comentou.
    Mas concordo que o primeiro passo a ser dado é reduzir custos e o preço final de venda dos produtos. Isso é condição sine qua non para termos acessibilidade real.
    Ou isso ou aumentar consideravelmente o poder de compra do trabalhador médio.
    Parece piada, mas o que vocês acham mais fácil?
    Não estou sendo pessimista. Talvez exageradamente realista? rs
    O que digo é que precisamos buscar criar alternativas para substituir as relações comerciais que tomam conta da nossa vida, alternativas para viver mesmo! Para isso precisamos mudar a consciência coletiva e não somente a de alguns indivíduos.
    Esperar que cada um desenvolva um pensamento consciencioso por si só pode ser algo bem frustrante...
    Sem contar que uma mudança de consciência não é algo indolor.
    No mais eu concordo com as suas palavras.

    A vocês e todos aqueles, que gastaram uma parte do seu dia para ler esse comentário, os meus profundos desejos de Feliz Natal e um próspero Ano Novo!
    Que aproveitem as datas para celebrar a família e, se encontrarem um tempinho, jogar aquele eurozinho maroto.

    4
  • ChrisOliveira
    906 mensagens MD
    avatar
    ChrisOliveira19/12/25 22:48
    ChrisOliveira » 19/12/25 22:48

    fantafanta::
    (...)

    Já pensaram que quem realmente ganha muito dinheiro nessa joça de sociedade não está de fato preocupado com quem consome e nem com aquilo que está sendo produzido?

    (...)

    Vou fazer uma camiseta com essa frase estampada.

    fantafanta::
    (...)

    A vocês e todos aqueles, que gastaram uma parte do seu dia para ler esse comentário, os meus profundos desejos de Feliz Natal e um próspero Ano Novo!

    (...)

    Eu li e li novamente meu caro. É sempre um alívio ver um sopro de sanidade por aqui.
    Boas festas pra você também.

    2
  • iuribuscacio
    3371 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio20/12/25 00:05
    iuribuscacio » 20/12/25 00:05

    Caros fantafanta e adolfocaetano

    Meus amigos vocês realmente têm um ponto e que realmente acabam convergindo de certa maneira.

    Quando você junta "goumertização" com a lógica do "consumo de exclusão", você acaba chegando a situação em que o mero "consumir" se transforma em uma forma de valorização social, em que se eu consigo consumir, isso faz de mim parte de uma elite, dentro de uma sociedade que majoritariamente não consome. Para isso funcionar é preciso que tanto o produto seja caro, como também ele tenha características que não são necessariamente necessárias.

    É aquela velha história, você pega um bolinho de cenoura, que antes custava 3,00 reais, que era muito gostoso e que agradava a todo mundo, cobre com uma camada generosa de "pasta americana" que tem um gosto horrível, salpica um pouco de chocolate granulado, e taca uma cereja marrasquino por cima, que reza a lenda é feita de mamão, e "voialà!", você agora tem um cupcake, que basicamente continua sendo um bolinho de cenoura, mas que agora quintuplicou de preço, passando a custar incríveis 15,00 reais. Como nem todas as pessoas conseguem pagar 15,00 reais em um bolinho, quem consegue acaba ficando feliz, por se sentir, ao menos em relação a isso, com parte da casta de privilegiados socioeconômicos do nosso país, mesmo que n!ao o seja em outra áreas. 

    Dito isso, é preciso ter clareza de que ninguém deseja seriamente nenhuma situação absurda ou extrema. Ninguém quer nem acredita seriamente que um jogo com a quantidade de componentes do Gloomhaven, com a quantidade de cartas do Dominion e miniaturas com a qualidade do Foudations of Rome, vá custar 100,00 reais. Mas também fica complicado, quando um Escape the Dark Castle, composto de menos de 100 cartas em preto e branco, com menos de 10 dados temáticos, custe quase 350,00 reais. Então a coisa não é nem oito nem oitenta, e dá para chegar a um meio termo, que seja bom tanto para as editoras quanto para os compradores.

    Um exemplo disso é o caso do Herdeiros do Khan da Estrela. Eu sempre cito esse jogo, porque ele exemplifica muito bem o nosso mercado nacional de board games. Esse jogo é excelente, e sem exagero, e guardadas as devidas proporções seriam uma ótima alternativa aos Marco Polos I e II, que custavam quatro vezes mais do que o Herdeiros do Khan. O problema é que a Estrela, na ânsia de maximizar os lucros ao ponto de ruptura e utilizar o mesmo padrão de seus outros jogos (alguns defendem com razão que o jogo estava abaixo até desse padrão), a empresa acabou lançando o jogo com uma qualidade de componentes tão ruim, que teve um desempenho em vendas muitíssimo abaixo do esperado. Para piorar, esse jogo reforçou o estereótipo de que no Brasil nós não temos condições fabris de lançar board games com qualidade mínima, mesmo tendo uma Copag, que produz alguns dos melhores baralhos do mundo, e fornece para cassinos ao redor de todo o globo.

    O outro lado desse caso do Herdeiros do Khan, que quase ninguém parou para pensar, e que faz uma diferença enorme é que o jogo custava apenas 100,00 e que para dar uma "pimpada" nos componentes, custava algo em torno de 30,00 a 50,00 reais (novos peões, castas com maior gramatura, talvez os problemas principais), apesar de dar algum trabalho com as cartas. Só que no final esse esforço te deixava com um jogo excelente, e que custou apenas 150,00 reais. Na época os dois Marco Polos custavam cada um mais de 600,00 reais, por isso eu acho que o Herdeiros do Khan compensava, e compensava muito. Só que com o estrago que a Estrela fez (o próprio selo Estrela Premium, não deu em nada), o Herdeiros do Khan ficou com a pecha de ser um dos jogos com a pior qualidade de componentes de todos os tempos, do ladinho do Selene. Desse modo, claro que todo mundo quer jogos mais baratos, mas também não dá para descer a qualidade dos componentes nesse nível, porque ninguém vai comprar um jogo assim, por melhor que ele seja. Agora vejam só como tudo seria diferente se ao invés de custar 100,00 reais o Herdeiros do Khan custasse 150,00, mas com componentes melhores. Provavelmente nós teríamos tido um campeão de vendas, que talvez, eu digo talvez, tivesse levado a produção de jogos 100% nacionais para outro lado.       

    Só que a nossa realidade é outra, e outro jogo exemplifica muito isso. Teve um outro jogo nacional, que eu não vou dizer o nome, porque fui quase que apedrejado virtualmente quando critiquei o preço dele, mas que era composto de alguns cartonados e da "joia da coroa", 180 dados purpurinados para bater com o tema do jogo. Só que ele custava 350,00, e isso no primeiro apoio do financiamento coletivo. A justificativa para o jogo custar tão caro era que os dados seriam produzidos na China, onde se produzia e ainda se produz a "nata do board game mundial". O problema é que sendo um jogo brasileiro, de um tema genuinamente brasileiro, obviamente a tiragem foi muito menor do que os jogos da "nata do board game nacional". Isso fez com que o preço unitário dos danos ficasse muito mais caro do que os próprios dados, cheios de frufru, que a China manda às toneladas para a Ludeka, por exemplo. Em função disso, em uma conta de padaria rápida, eu resolvi cotar uma versão "home made" do jogo, e pasmem, mesmo fazendo uma única unidade, o preço que eu consegui comprando os 180 dados na Ludeka, com mais alguns cartonados, ficou um terço do valor do financiamento coletivo. Claro que há ouros custos atrelados, quando se produz em escala, mas o preço do jogo por unidade também cai drasticamente. Para minha surpresa, quando eu apresentei esses dados para a comunidade, foi um "paga prá capar" para o meu lado. Mas como "o tempo é o senhor da razão" (o pensamento é do Marcel Proust e não daquele ex-presidente picareta), o jogo que é de um tema que se renova todo ano, e que poderia estar vendendo horrores até hoje, acabou ao invés disso, trilhando a triste senda do esquecimento. Então vejam, um jogo que poderia custar muito menos e vender muito mais, acabou custando muito mais e vendendo muito menos, só por apostar nessa gourmetização aliada ao consumo de exclusão.

    Por outro lado, eu entendo perfeitamente que as elites que detém os meios de produção realmente estão cagando para os consumidores e para as pessoas, e ganhado o seu dinheirinho que é a única coisa que importa, como bem defendeu o Fantafanta. A questão é que, pelo menos desde o final da década de 90, a China mostrou a mundo que produzir muito mais e vender por muito menos gera muito mais dinheiro e maximiza muito mais os lucros, por conta do maior volume de vendas, do que a lógica do consumo de exclusão. Isso de quebra ainda coloca o mercado na sua mão, porque como o sujeito vende muito mais por muito menos, todo mundo acaba comprando o produto dele. 

    Entretanto é preciso destacar que, mesmo que as elites empresariais não deem a menor importância para os consumidores e pessoas comuns, elas dão muitíssima importância e valor a ganhar mais dinheiro e maximização dos lucros, que é o resultado quando se inverte a lógica do consumo de exclusão (produzir menos, e vender mais caro para menos gente), pela lógica do consumo de inclusão (produzir mais e vender mais barato para muito mais gente).

    Mas é preciso não se iludir, porque esse não é um processo que se muda de um dia para o outro. Foram necessárias umas duas ou três décadas e muito investimento para que a China passasse da "pátria dos produtos falsificados" para o colosso econômico que ela é hoje. Só que se esse processo nunca se iniciar, o resultado que todo mundo almeja, jogos bons e mais baratos, mercado fortalecido e expandido com mais gente comprando jogos e editoras ganhando mais dinheiro, não vai chegar nunca, e são as empresa que têm de dar esse pontapé inicial.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio     

           


      

           




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  • adolfocaetano
    307 mensagens MD
    avatar
    adolfocaetano20/12/25 01:35
    adolfocaetano » 20/12/25 01:35

    Sou só eu, ou esse assunto espinhoso, sempre propenso a virar bandalheira com ofensa pra todo lado, tá durando bastante sem as estridências de sempre???

    Um viva ao Espírito do Natal, se for ele o responsável. E se não for, um viva mesmo assim!

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