rafaelleme:: Galera tenho algumas dúvidas aqui. se alguém puder me ajudar, fico agradecido desde já.
Quando eu entro em combate disputando um território, todos meus exércitos envolvidos nesse combate, devem passar para o território conquistado, ou eu posso passar quantos exércitos eu quiser ?
por exemplo:
eu estou atacando um território, com um cavalo e dois soldados, contra um soldado inimigo. Após as cartas serem reveladas, eu ganho o combate. Nesse caso, eu passo meu cavalo e os dois soldados, ou posso passar apenas o cavalo, e os dois soldados continuam no meu território de início ?
Quando há um combate, há porque suas tropas entraram em um território inimigo, caso você vença, ficarão neste território todas tropas que você moveu para o ataque.
rafaelleme::Outra dúvida.
Exemplo: Eu tenho três cavalos em um território, atacando um soldado. Nesse caso, eu envolvo apenas dois cavalos na batalha, conquisto o território. Com essa minha ordem de marcha, eu posso avançar com os cavalos envolvidos no combate para o território do combate, e o cavalo que sobrou, posso marchar para outro território ? usando apenas uma marcha ??
Com uma ordem de marcha você pode dividir suas tropas para territórios diferentes, mas o combate é a última movimentação. No caso do seu exemplo, usando apenas uma ordem de marcha você poderia mover primeiro um cavalo para um território vazio, depois os outros dois invadindo o território de um oponente gerando uma batalha que, no mesmo instante, finaliza suas movimentações.
Obs: só complementando que, dessa forma, com uma única ordem de marcha, você sempre pode mover zero, uma, várias ou até todas tropas que você tiver em uma área, para uma ou várias áreas adjacentes, mas somente um combate pode ocorrer por ordem de marcha, você não pode com uma única ordem invadir dois terrenos adjacentes com peças inimigas. E, se for sair com todas suas tropas de uma área, deve deixar uma ficha de poder para estabelecer o controle daquela área que ficará vazia, caso não faça isso, o jogador perde aquele território que passa a ser de ninguém.
Abraços, fahr