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As Fases Temáticas dos Board Games

Zombicide: Segunda Edição
  • iuribuscacio
    3181 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio01/05/23 12:46
    iuribuscacio » 01/05/23 12:46

    Ericjc::Texto incrível é bem detalhado, parabéns.

    Caro Ericjc

    Rapaz muito obrigado. Não é sempre, mas deve vez em quando a gente acerta.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 

    0
  • iuribuscacio
    3181 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio01/05/23 13:13
    iuribuscacio » 01/05/23 13:13

    JeanMagri::Mais um excelente artigo Iuri! Se fosse palpitar qual seria a próxima fase temática, citaria a fase “mundo animal/ambiental” começando com Wingspan e recentemente vindo forte com cascadia, Ark Nova.

    AllanLima86:: O que estou vendo é uma crescente dos videogames estarem indo para os jogos de tabuleiro atualmente. Qualquer jogo de sucesso já pode se esperar um board no futuro.


    frevolta::
    God of war, resident evil 2, resident 3, Dark souls,  monster hunter, elden ring, Slay the spire, the witcher, frostpunk, em breve Dead Cells…..

    Acho que vc está corretíssimo.
    Ainda mais pq tem empresa se especializando no ramo


    Rimor::
    mas aí cai na mesma vibe das adaptações de filmes ou séries, não há um tema específico... só nessa breve lista vai de greco-romano/nórdico pra zumbis e medieval fantástico terminado com horror sci-fi, não é uma "fase temática" por assim dizer, é um movimento de mercado, uma tendência etc


    Caros JeanMagri, AllanLima86, frevolta, Rimor

    Eu também penso mais próximo ao que disseram o JeanMagri e o Rimor. 

    Adaptações de videogames acaba ficando muito genérico, considerando que essas adaptações abrangem videogames dos mais variados temas. Por isso, não dá para falar em fase temática. Porém, se forem adaptados videogames com um mesmo tema, ou até no mesmo estilo, por exemplo "tiros em primeira pessoa", aí a situação é outra.

    Por tal motivo, acho que o mais forte candidato a "próxima fase temática" é o "mundo animal". Até porque, além dos jogos citados também já temos o New York Zoo, Ilha dos Gatos e os mais diversos jogos de dinossauros. Entretanto, como eu disse no artigo, só daqui a alguns anos é que nós poderemos realmente comprovar isso.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio!   

    1
  • Kavita
    171 mensagens MD
    avatar
    Kavita01/05/23 15:13
    Kavita » 01/05/23 15:13

    Grande Iuri, mais um texto fabuloso!
    Porém queria ressaltar que Jamaica foi lançado no Brasil sim, pela Galápagos; e que atribuir a "paternidade" da ficção científica a Júlio Verne hoje em dia é super contestado porque, de fato, devido ao patriarcalismo, diminuiu-se a importância de Frankenstein como a pedra fundante do gênero. Mas por bem, isso está sendo revisto.
    Quanto a comparação dos piratas com o conceito nietzscheano talvez, esse paralelo tenha pouco sentido, porque a figura do Super Homem carrega bem mais nuances que isso. E além do mais, isso se pensarmos na figura romântica do pirata, que é uma invenção da modernidade, da qual se vale os board games. Os piratas históricos, em geral, eram uma "ralé" suja de homens hiper violentos e iletrados (o absoluto oposto da ruiva na capa do Tiny Epic Pirates rsrs), e não havia nada de glorioso em seu modo de vida.

    Foram só apontamentos de um leitor chato mesmo, peço perdão! Esses textos estão incríveis, e escapam do senso comum que costumamos ler aqui. Ansioso pelo próximo.

    Grande abraço 

    1
  • iuribuscacio
    3181 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio01/05/23 18:58
    iuribuscacio » 01/05/23 18:58

    Kavita::Grande Iuri, mais um texto fabuloso!
    Porém queria ressaltar que Jamaica foi lançado no Brasil sim, pela Galápagos; e que atribuir a "paternidade" da ficção científica a Júlio Verne hoje em dia é super contestado porque, de fato, devido ao patriarcalismo, diminuiu-se a importância de Frankenstein como a pedra fundante do gênero. Mas por bem, isso está sendo revisto.
    Quanto a comparação dos piratas com o conceito nietzscheano talvez, esse paralelo tenha pouco sentido, porque a figura do Super Homem carrega bem mais nuances que isso. E além do mais, isso se pensarmos na figura romântica do pirata, que é uma invenção da modernidade, da qual se vale os board games. Os piratas históricos, em geral, eram uma "ralé" suja de homens hiper violentos e iletrados (o absoluto oposto da ruiva na capa do Tiny Epic Pirates rsrs), e não havia nada de glorioso em seu modo de vida.

    Foram só apontamentos de um leitor chato mesmo, peço perdão! Esses textos estão incríveis, e escapam do senso comum que costumamos ler aqui. Ansioso pelo próximo.

    Grande abraço 

    Caro Kavita

    Meu camarada que bom que você gostou do texto. Achei seus comentários muito pertinentes, e justamente por isso gostaria de fazer algumas observações.

    Em relação ao Jamaica a questão é que a Galápagos lançou a edição revisada, e muito tempo depois da "Fase dos Piratas". No entanto, revendo o que eu escrevi, vi que a informação está dúbia, por isso agradeço e vou fazer a devida correção.

    No caso da Mary Shelley, é claro que a sociedade patriarcal ocidental tornava impraticável que as mulheres exercessem naturalmente as suas vocações artísticas, e muito menos servir de pioneiras no que quer que fosse. No entanto, essa revisão do papel da Mary Shelley ocorre muito mais em função de tirá-la da sombra de seu marido famoso Percy Bysshe Shelley, principalmente enquanto poetisa, do que propriamente reconhecê-la como a criadora da ficção científica. Eu acho até válido citar o seu romance Frankenstein, ou o Prometeu Moderno, por conta do cenário "científico" em que a história se passa mas é forçoso reconhecer que essa parte científica ocupa uma parte muito pequena do romance. O livro trata muito mais de questões existenciais e filosóficas, como o próprio subtítulo indica. 

    Mas mesmo que não fosse assim, ainda é preciso considerar outros três fatores. O primeiro fator é que o livro nasceu de um brincadeira com seu marido e demais amigos intelectuais que passavam um verão na casa de campo de Lord Byron, em que cada um resolveu escrever um conto de horror, durante os dias chuvosos. Por isso a motivação do livro está muito mais para o gênero terror do que ficção científica. Tanto assim é, que a criatura do livro sempre foi muito mais associada ao primeiro gênero do que o segundo. O segundo fator é que além de Frankenstein (que já não é tão ficção científica assim) Mary Shelley só escreveu The Last Man que se passa em um futuro apocalíptico. O terceiro é que Mary Shelley escreveu o Frankenstein baseada em uma pseudociência, que jamais foi comprovada e que desde o início tinha um probabilidade quase nula de se realizar. Isso justamente porque a ciência não era o foco de seu livro.    

    Por outro lado, sem querer encarnar o machista-retrógrado-patriarcal (cruz credo e longe de mim tal pecado), e apenas analisando a produção literária, não dá para negar que Júlio Verne escreveu muito mais livros voltados para essa questão científica. Tanto assim é que boa parte dos seus romances levavam em consideração os avanços tecnológicos da época, bem como um avanço tecnológico possível. Basta dizer que grandes avanços previstos por Júlio Verne se tornaram realidade, mas até hoje ainda não foi possível reanimar matéria morta, através da eletricidade.  

    Quanto aos piratas, eu reconheço que o conceito de "super-homem" é muito mais complexo e profundo do que aquilo que eu escrevi no artigo. Mas nesse aspecto eu peço algum desconto, porque o texto é sobre os piratas dos board games e obviamente não há espaço para tratar um conceito nietzscheano tão complicado, que por si só já requer um livro inteiro, e isso se não forem vários livros. Além disso, evidentemente o fato dos piratas serem mais democráticos, não os torna menos violentos nem menos sanguinários, e nem mais próximos da versão romanceada que surgiu nos livros e filmes posteriores. Basta lembrar que no "A Ilha do Tesouro" de Robert Louis Stenvenson, que eu citei no artigo, os piratas são os vilões e não os heróis. 

    Todavia, apesar disso, não dá para negar que no imaginário, principalmente dos adolescentes do século XIX, a figura do pirata tinha um forte apelo aventureiro, mesmo que isso não condiga com a realidade. O mesmo se pode dizer da guerra. Inúmeros jovens (alguns mentindo a idade) se alistaram para lutar na Primeira Guerra Mundial, movidos pelo fervor patriótico e porque achavam que aquela era uma oportunidade para aventuras, só para descobrirem quando já era tarde demais que a guerra na realidade é uma coisa suja, violenta e sem nenhum charme ou glamour. 

    No mais, não há a menor necessidade de me pedir perdão pelo que quer que seja, porque a intenção desse fórum é justamente o embate de ideias. E é desse cotejamento que a gente chega a alguma conclusão. Como cantava Cartola "Diz o provérbio da discussão é que nasce a luz". Isso sem falar que, com todo o respeito, muito me custa acreditar que você seja um leitor mais chato do que eu! KKKKKKK

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio           

    0
  • Vinicios
    663 mensagens MD
    avatar
    Vinicios03/05/23 22:02
    Vinicios » 03/05/23 22:02

    Adorei o texto, principalmente por trazer curiosidades interessantes de cada tema.
    Um tema que tenho observado ter muitos lançamentos ultimamente, são jogos com temática egípcia.

    1
  • JulioCP
    519 mensagens MD
    avatar
    JulioCP03/05/23 22:34
    JulioCP » 03/05/23 22:34

    frevolta::
    AllanLima86::O que estou vendo é uma crescente dos videogames estarem indo para os jogos de tabuleiro atualmente. Qualquer jogo de sucesso já pode se esperar um board no futuro.

    God of war, resident evil 2, resident 3, Dark souls,  monster hunter, elden ring, Slay the spire, the witcher, frostpunk, em breve Dead Cells…..

    Acho que vc está corretíssimo.
    Ainda mais pq tem empresa se especializando no ramo

    Acrescento Sniper Elite the Board Game, que foi produzido pela Rebellion Unplugged, uma divisão da Rebellion, que produziu o jogo originalmente para Playstation, Xbox e PC.

    Fico imaginando se as outras empresas de jogos eletrônicos vão criar divisões para produzir suas versões para o tabuleiro ("desplugadas")...

    2
  • leobetosouza
    272 mensagens MD
    avatar
    leobetosouza04/05/23 00:13
    leobetosouza » 04/05/23 00:13

    Ótimo texto. De verdade.

    Mas acho que você se perdeu em alguns pontos.

    Primeiro em dizer que franquias de sucesso não podem criar fases temáticas, o que tá bem errado. Como eu demonstrei aqui nesse post de 3 anos atrás nós vivemos uma fase temática da Marvel bem forte no pós-Vingadores: Guerra Infinita.

    Então você definiu como estarmos numa fase de ficção ciêntífica entre 2016 e 2022. Além desse peŕido ter tido a fase Marvel dentro dela, tivemos a fase Marte que me pareceu mais destacada que a própria sci-fi em si.

    Sci-fi é um termo genérico que sempre foi forte no hobby desde os primórdios, não consigo ver que tivemos mais destaque disso nesse período do que no passado ou do que o outro tema genérico altamente batido do hobby que é Agricultura. Olhe pra qq lugar na timeline dos jogos modernos e sempre tem jogo destacados de fazendinha e de exploração espacial. É fácil encaixar esses dois temas nas mecânicas mais usadas.

    Por fim: ao que tudo indica atualmente estamos na fase Inverno com jogos como Endless Winter: Paleoamericans, Zombicide: White Death, Frosthaven, Frostpunk: The Board Game, The Legends of Andor: The Eternal Frost e o The Isofarian Guard como exemplos. Inclusive me faz pensar que um alto indicativo de uma fase é ter um jogo hypado da CMON sobre o tema período.

    3
  • iuribuscacio
    3181 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio04/05/23 03:04
    iuribuscacio » 04/05/23 03:04

    leobetosouza::Ótimo texto. De verdade.

    Mas acho que você se perdeu em alguns pontos.

    Primeiro em dizer que franquias de sucesso não podem criar fases temáticas, o que tá bem errado. Como eu demonstrei aqui nesse post de 3 anos atrás nós vivemos uma fase temática da Marvel bem forte no pós-Vingadores: Guerra Infinita.

    Então você definiu como estarmos numa fase de ficção ciêntífica entre 2016 e 2022. Além desse peŕido ter tido a fase Marvel dentro dela, tivemos a fase Marte que me pareceu mais destacada que a própria sci-fi em si.

    Sci-fi é um termo genérico que sempre foi forte no hobby desde os primórdios, não consigo ver que tivemos mais destaque disso nesse período do que no passado ou do que o outro tema genérico altamente batido do hobby que é Agricultura. Olhe pra qq lugar na timeline dos jogos modernos e sempre tem jogo destacados de fazendinha e de exploração espacial. É fácil encaixar esses dois temas nas mecânicas mais usadas.

    Por fim: ao que tudo indica atualmente estamos na fase Inverno com jogos como Endless Winter: Paleoamericans, Zombicide: White Death, Frosthaven, Frostpunk: The Board Game, The Legends of Andor: The Eternal Frost e o The Isofarian Guard como exemplos. Inclusive me faz pensar que um alto indicativo de uma fase é ter um jogo hypado da CMON sobre o tema período.



    Caro leobetosouza

    Meu camarada, muito obrigado. Achei muito interessantes os pontos que você levantou, e gostaria de fazer algumas ponderações. 

    No caso das franquias, quando eu disse que elas não se enquadram no conceito de fases temáticas, é porque elas são muito específicas, quando os temas de uma fase temática são genéricos, mas nem tanto. Desse modo, Marvel das mesma forma que Star Wars ou Harry Potter não são temas, mas super-heróis, ficção científica e bruxaria sim. Além disso é preciso considerar que essas franquias vão sempre lançar jogos novos, porque isso dá muito dinheiro. Se for lançado um dominó, jogo da memória ou quebra-cabeça com a marca Marvel ou Star Wars pode ficar tranquilo porque vai vender horrores. Assim sendo, se Marvel e Star Wars fossem consideradas temas de per si, então nós viveríamos uma eternar "fase temática" dessas franquias.

    Quanto aos temas agricultura e inverno, ocorre o contrário das franquias, porque eles são genéricos demais. Imagine, por exemplo, que alguém defendesse que "gestão" corresponde a uma fase temática. Nesse caso, mais uma vez nós estaríamos vivendo essa "fase temática eterna", praticamente desde o Catan, porque quase todos os euros envolvem gestão, em um nível ou outro. Pelo menos é assim que vejo.      

    Em relação à ficção científica, eu concordo que esse é um tema muito presente. E não apenas nos jogos mas na literatura, cinema, hq e cultura pop em geral. Isso ocorre, não exclusivamente, mas principalmente após os anos 60, com o sucesso das séries de TV (Perdidos no Espaço e Star Trek estão aí para não me deixar mentir) e dos livros de Asimov, Bradbury e Arthur C Clark. Então sempre existiram jogos com essa temática, basta citar o Cosmic Encounter (1977), Dune (1979), o Merchant of Venus (1988), e o Legions of Steel (1992). Porém da maneira como eu vejo, me parece que nos últimos anos houve sim, uma maior incidência de jogos com esse tema. 

    Porém, mais uma vez, essa é apenas a minha opinião, baseada apenas no quanto eu consegui pesquisar, de modo a caber em um simples texto aqui do Ludopedia. Possivelmente outra pessoa que faça um pesquisa mais séria e mais aprofundada, talvez recolha dados condizentes com outros resultados. Essa pesquisa mais robusta talvez conclua que nesses últimos anos não houve o lançamento de mais jogos, e mais relevantes, tratando de ficção científica do que em outra época. Isso sem falar que aqui nós estamos lidando basicamente com opiniões, e certamente outras pessoas terão opiniões diferentes das minhas, como é o seu caso.

    Por fim o mais importante é justamente isso que estamos fazendo, ou seja, debatendo numa boa o que eu penso, com o que você pensa, e é assim que contribuiremos para o crescimento do hobby, dentro das nossas limitadas possibilidades.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 

    1
  • Animoita
    432 mensagens MD
    avatar
    Animoita04/05/23 14:52
    Animoita » 04/05/23 14:52

    clebercastilho::Me parece que a próxima fase será das adaptações da tv/cinema. Tenho reparado muitos lançamentos do tipo. Se vão fazer sucesso...

    adaptações da TV/Cinema e Jogos eletronicos. 


    Parece agora que ta saindo boardgame de tudo que é jogo que faz sucesso.

    1
  • leobetosouza
    272 mensagens MD
    avatar
    leobetosouza04/05/23 23:21
    leobetosouza » 04/05/23 23:21

    iuribuscacio::No caso das franquias, quando eu disse que elas não se enquadram no conceito de fases temáticas, é porque elas são muito específicas, quando os temas de uma fase temática são genéricos, mas nem tanto. Desse modo, Marvel das mesma forma que Star Wars ou Harry Potter não são temas, mas super-heróis, ficção científica e bruxaria sim. Além disso é preciso considerar que essas franquias vão sempre lançar jogos novos, porque isso dá muito dinheiro. Se for lançado um dominó, jogo da memória ou quebra-cabeça com a marca Marvel ou Star Wars pode ficar tranquilo porque vai vender horrores. Assim sendo, se Marvel e Star Wars fossem consideradas temas de per si, então nós viveríamos uma eternar "fase temática" dessas franquias.

    Duas ponderações sobre isso:

    1. isso é totalmente arbitrário.
    2. se a gnt nao pode considerar uma marca um tema pq sempre tem jogo deles, então a gnt tbm nao pode com termos genéricos com sci-fi, certo?

    Meu ponto é que a gente teve um boom de jogos da Marvel por uns três anos assim como aconteceu com zumbis e vikings antes deles. Não foi uma alta dos jogos de super-herói, nem de jogos da DC ou da Image, mas de jogos especificamente sobre a Marvel. Assim como na época dos zumbis não foi uma alta de jogos de monstro ou terror, foi uma alta específica de jogos de zumbi. As editoras estavam querendo fazer jogos especificamente sobre esses temas pq o tema estava em alta naquela época. Não significa que nao tinha jogo desses temas antes e que não houve jogos depois.

    Algo parecido está acontecendo agora, chamei de Inverno, podia chamar de Gelo, Frost, sei lá o que, mas por algum motivo que desconheço as editoras estão lançando vários jogos agora que envolvem a ambientação fria com neve, gelo, e elementos relacionados. POde olhar até as caixas dos jogos pra ver que elas até são parecidas mesmo sendo feitas por artistas diferentes. Pra mim está claro que desde ano passado estamos numa época em que vários jogos exploram essa temática, muitos desses tendo bastante hype e figurando na "em alta" do BGG e do KS por tempos.

    É um tema. Genérico ou amplo, está bem presente nas mentes dos engravatados que escolhem que jogos vão ser publicados.

    iuribuscacio::Quanto aos temas agricultura e inverno, ocorre o contrário das franquias, porque eles são genéricos demais. Imagine, por exemplo, que alguém defendesse que "gestão" corresponde a uma fase temática. Nesse caso, mais uma vez nós estaríamos vivendo essa "fase temática eterna", praticamente desde o Catan, porque quase todos os euros envolvem gestão, em um nível ou outro. Pelo menos é assim que vejo.

    Olha, eu acho que a gente não teve uma lata de jogos de "gestão" recentemente, mas certamente em vários momentos na histórias a gente teve "fases mecânicas"... atualmente a gente tá uma alta da combinação de deck building com alocação de trabalhadores, por exemplo. Então é possível.

    No mais: só ideias. Vamo seguindo :)

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Zombicide: Segunda Edição - As Fases Temáticas dos Board Games
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