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  4. A conta dos produtores de conteúdo

A conta dos produtores de conteúdo

Ark Nova
  • avatar
    thiagomps05/03/23 17:44
    avatar
    thiagomps
    05/03/23 17:44
    122 mensagens MD

    Essas semanas tem sido bem agitadas aqui nesse fórum devido ao lançamento daquele jogo de zoológico... Um tema que foi levantado recorrentemente é a relação dos criadores de conteúdo e a ética de suas análises/críticas.

    Primeiramente, gostaria de esclarecer minha opinião sobre o assunto. Eu acho muito chato e frustrante ter a quantidade de canais e produtores de conteúdo sobre jogos de tabuleiro e a grande maioria somente fazer elogios a todos os jogos. Não estou defendendo aqui nenhum tipo de haterismo ou análises inflamadas sem o devido respeito. Mas o que gostaria é de análises críticas dentro do razoável aonde pudéssemos enxergar porque alguém gostou ou não de determinado jogo e assim conseguir enxergar seus gostos. Isso seria bastante útil na formação de opinião sobre um jogo, o que é impossível quando só existem análises elogiosas sobre todos os jogos. Tendo esclarecido isso acho interessante levantar alguns pontos sobre como chegamos nesse ponto aonde estamos.

    A revolução da internet trouxe a ilusão de que todo conteúdo é gratuito e está a nossa disposição com apenas poucos cliques. Isso é uma grande mentira. Vivemos numa sociedade capitalista que transforma quase tudo a nossa volta em dinheiro. Se pensarmos um pouco somente no investimento necessário em equipamentos que um criador de conteúdo necessita. Além disso todo o trabalho e tempo de pesquisa, elaboração de roteiro, gravação e edição, tudo isso é trabalho, na maioria das vezes, não remunerado. Tudo isso é dinheiro, inclusive o tempo. Ainda não colocamos na equação o custo dos jogos, que se pensarmos um pouquinho pra quem analisa quatro jogos por mês, ou seja, um vídeo ou podcast por semana, chega fácil num gasto de uns R$ 1500,00 por mês. Alguém precisa pagar essa conta.

    A forma mais fácil de rentabilizar isso (ou diminuir os prejuízos) muitas vezes é abrir mão do controle editorial. Ou seja, abrir mão da análise crítica, de expor sua opinião. Isso está errado? Não. Contanto que não sejam repassadas informações falsas, jogo que segue. Não existe forma de regular isso. O que necessita mudar é o nosso olhar. Quando estamos assistindo um vídeo temos que ter em mente que na maioria esmagadora das vezes estamos assistindo publicidade. Informação gratuita não existe, alguém está pagando essa conta.

    Outro mito que muitos acreditam é o da imparcialidade total. Essa crença vem em grande parte do uso pejorativo da palavra preconceito. Um preconceito é um conceito preexistente que temos de algo, que não precisa necessariamente ser negativo. Todos temos preconceitos e isso é um mecanismo natural de nosso cérebro. Mesmo que o criador tenha autonomia editorial em sua análise ele ainda está preso ao que o atrai ou repele esteticamente, seja no aspecto visual ou de mecânicas do jogo. Não importa quem esteja passando aquela informação nós sempre temos que fazer uma análise crítica do que estamos recebendo.

    Sendo assim se você encontrou um criador de conteúdo de qualidade, com independência editorial, apoie. Informação de qualidade e com profundidade geralmente gera pouco engajamento. Muitos de nós crescemos na década de 90/2000 e vivíamos em bancas de jornal trocando a informação que queríamos por dinheiro. Hoje somos os mesmos que torcem a cara na hora de apoiar algum produtor de conteúdo. Ao mesmo tempo devemos lembrar que o filtro é nosso. Se acho que um criador não é confiável,  simplesmente não assisto e dou vez pra outro.

    E não terceirize a decisão de que jogo você vai comprar. Essa decisão é intransferível e de responsabilidade unicamente sua. As empresas criam o hype com o objetivo de tirar sua parte racional do jogo e fazer você comprar por puro impulso.

    O nosso olhar tem que ser crítico sempre e isso vale para tudo, não somente nosso hobby.


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  • iuribuscacio
    3444 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio05/03/23 19:08
    iuribuscacio » 05/03/23 19:08

    thiagomps::Essas semanas tem sido bem agitadas aqui nesse fórum devido ao lançamento daquele jogo de zoológico... Um tema que foi levantado recorrentemente é a relação dos criadores de conteúdo e a ética de suas análises/críticas.

    Primeiramente, gostaria de esclarecer minha opinião sobre o assunto. Eu acho muito chato e frustrante ter a quantidade de canais e produtores de conteúdo sobre jogos de tabuleiro e a grande maioria somente fazer elogios a todos os jogos. Não estou defendendo aqui nenhum tipo de haterismo ou análises inflamadas sem o devido respeito. Mas o que gostaria é de análises críticas dentro do razoável aonde pudéssemos enxergar porque alguém gostou ou não de determinado jogo e assim conseguir enxergar seus gostos. Isso seria bastante útil na formação de opinião sobre um jogo, o que é impossível quando só existem análises elogiosas sobre todos os jogos. Tendo esclarecido isso acho interessante levantar alguns pontos sobre como chegamos nesse ponto aonde estamos.

    A revolução da internet trouxe a ilusão de que todo conteúdo é gratuito e está a nossa disposição com apenas poucos cliques. Isso é uma grande mentira. Vivemos numa sociedade capitalista que transforma quase tudo a nossa volta em dinheiro. Se pensarmos um pouco somente no investimento necessário em equipamentos que um criador de conteúdo necessita. Além disso todo o trabalho e tempo de pesquisa, elaboração de roteiro, gravação e edição, tudo isso é trabalho, na maioria das vezes, não remunerado. Tudo isso é dinheiro, inclusive o tempo. Ainda não colocamos na equação o custo dos jogos, que se pensarmos um pouquinho pra quem analisa quatro jogos por mês, ou seja, um vídeo ou podcast por semana, chega fácil num gasto de uns R$ 1500,00 por mês. Alguém precisa pagar essa conta.

    A forma mais fácil de rentabilizar isso (ou diminuir os prejuízos) muitas vezes é abrir mão do controle editorial. Ou seja, abrir mão da análise crítica, de expor sua opinião. Isso está errado? Não. Contanto que não sejam repassadas informações falsas, jogo que segue. Não existe forma de regular isso. O que necessita mudar é o nosso olhar. Quando estamos assistindo um vídeo temos que ter em mente que na maioria esmagadora das vezes estamos assistindo publicidade. Informação gratuita não existe, alguém está pagando essa conta.

    Outro mito que muitos acreditam é o da imparcialidade total. Essa crença vem em grande parte do uso pejorativo da palavra preconceito. Um preconceito é um conceito preexistente que temos de algo, que não precisa necessariamente ser negativo. Todos temos preconceitos e isso é um mecanismo natural de nosso cérebro. Mesmo que o criador tenha autonomia editorial em sua análise ele ainda está preso ao que o atrai ou repele esteticamente, seja no aspecto visual ou de mecânicas do jogo. Não importa quem esteja passando aquela informação nós sempre temos que fazer uma análise crítica do que estamos recebendo.

    Sendo assim se você encontrou um criador de conteúdo de qualidade, com independência editorial, apoie. Informação de qualidade e com profundidade geralmente gera pouco engajamento. Muitos de nós crescemos na década de 90/2000 e vivíamos em bancas de jornal trocando a informação que queríamos por dinheiro. Hoje somos os mesmos que torcem a cara na hora de apoiar algum produtor de conteúdo. Ao mesmo tempo devemos lembrar que o filtro é nosso. Se acho que um criador não é confiável,  simplesmente não assisto e dou vez pra outro.

    E não terceirize a decisão de que jogo você vai comprar. Essa decisão é intransferível e de responsabilidade unicamente sua. As empresas criam o hype com o objetivo de tirar sua parte racional do jogo e fazer você comprar por puro impulso.

    O nosso olhar tem que ser crítico sempre e isso vale para tudo, não somente nosso hobby.



    Caro thiagomps

    Achei a sua análise muito sensata e bem formulada, e quero ser o primeiro a lhe dar os parabéns pelo excelente texto. Quanto mais o tempo passa, mais eu me convenço de que errados não são os produtores de conteúdo, mas sim nós compradores que, acreditamos em imparcialidade e recorrentemente confundimos crítica com propaganda. 

    Por isso, tópicos como esse são tão importantes, principalmente para esclarecer os iniciantes no hobby, que normalmente ainda não tem discernimento nem experiência suficiente para fazer essa distinção que você fez no texto.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 

    9
  • excluido_74361
    1223 mensagens MD
    avatar
    excluido_7436105/03/23 20:26
    excluido_74361 » 05/03/23 20:26

    iuribuscacio::

    Caro thiagomps

    Achei a sua análise muito sensata e bem formulada, que eu quero ser o primeiro a lhe dar os parabéns pelo excelente texto. Quanto mais o tempo passa, mais eu me convenço de que errados não são os produtores de conteúdo, mas sim nós compradores que, acreditamos em imparcialidade e recorrentemente confundimos crítica com propaganda. 

    Por isso, tópicos como esse são tão importantes, principalmente para esclarecer os iniciantes no hobby, quem normalmente ainda não tem discernimento nem experiência suficiente para fazer essa distinção que você fez no texto.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio 

    Meu amigo, por fvor nao me leve a mal, mas vou repetir uma coisa que acho q ja postei em inumeras threads:
    - O Brasileiro, de forma geral, e um pessimo consumidor.
    E ai vemos essas coisas sinistras ocorrendo pelo pais.

    9
  • thiagomps
    122 mensagens MD
    avatar
    thiagomps05/03/23 21:16
    thiagomps » 05/03/23 21:16

    Isso não é privilégio do Brasileiro. A maioria segue o comportamento de manada. Por isso é importante reconhecer quem produz conteúdo de qualidade, porque a maioria vai no clickbait, no épicamente épico, etc...

    3
  • Boardgame_Photograph
    247 mensagens MD
    avatar
    Boardgame_Photograph05/03/23 21:36
    Boardgame_Photograph » 05/03/23 21:36

    Por aqui pensamos exatamente como você.

    Em várias áreas a crítica tem a função de curadoria, te mostrando o que e para que conteúdo olhar. A crítica no Brasil, em geral, costuma ser muito imediatista, se limitando a fazer listas ou dar notas, seja pra filmes, livros, jogos etc.

    Fazer uma análise crítica dá trabalho e o pior, não rende frutos, já que textos longos são pouco consumidos. 

    Nos jogos de tabuleiro a critica deveria ser ainda mais importante: jogos são caros, são lançados aos montes e é de consumo demorado: diferente de um filme, para saber se gostou ou não de um jogo depende de ler regras, aprender, jogar algumas partidas, algo que demora horas.

    Fora do Brasil há vários críticos que gostamos, pois sempre falam abertamente que a análise é patrocinada e, mesmo assim, não se importam de criticar os jogos, pois sabem que as editoras precisam mais da divulgação deles do que o contrário.

    Por aqui, ainda estamos engatinhando. Como regra, criadores de conteúdo sobre boardgames buscam todos uma mesma coisa: receber os lançamentos de graça das editoras em troca de fazer divulgação gratuita. Salvo raras exceções, têm receio de criticar abertamente um lançamento, talvez com medo de desagradar as editoras.

    Tentamos no nosso canal de Instagram produzir conteúdo de maneira diferente: só falar de jogos que nos interessam, fazer análises "longas" (no limite da rede) e criticar abertamente o que não gostamos nos jogos. 

    Claro que gostaríamos de receber jogos, pois ajudaria a produzir mais conteúdo. Mas desde que pudéssemos falar somente sobre aqueles que nos interessam e manter a liberdade de fazer as críticas (acho que nunca vamos receber rs).

    O que vejo é que quem produz conteúdo dessa forma (de consumo mais lento, com menos posts, mas com olhar mais crítico) acaba crescendo muito devagar em seguidores e dificilmente recebe algum apoio de editoras, pois não gera hype.

    Paciência. Prefiro continuar fazendo conteúdo da forma que gosto, no tempo que posso e com a qualidade que entendo que é a correta. Há sempre alguém que vai gostar, ainda que sejam poucos, e isso já nos dá algum grau de satisfação a ponto de querer continuar. 

    13
  • DuqueXenofontes
    433 mensagens MD
    avatar
    DuqueXenofontes05/03/23 22:19
    DuqueXenofontes » 05/03/23 22:19

    Uma observação muito boa desse cenário. Concordo bastante com os pontos.

    Eu não sou contra essas propagandas que os criadores de conteúdo fazem. Eles precisam receber pelo trabalho, e acredito que o valor recebido de AdSense deve ser bem pequeno.
    Minha crítica é sobre a falta de transparência da maioria. Quase nunca sabemos se o sujeito foi pago para fazer aquele vídeo, seja pago com dinheiro ou com jogos.
    Quando o Cristiano Ronaldo aparece na TV dizendo que usa Clear Men eu sei que ele foi pago para isso (e muito bem pago). Mas quando aparece um vídeo de gameplay de um jogo na  semana de lançamento, eu não consigo saber se o autor está dando suas opiniões sob a influência de alguma pagamento. Pessoalmente, concordo muito com o que foi dito sobre o mito da "imparcialidade total". Pessoas são influenciadas, mesmo que indiretamente e sem intenção. Até mesmo a inteligência artificial é influenciada, veja o chatGPT por aí.
    Certa vez vi um sujeito, que, aparentemente havia recebido o jogo gratuitamente, analisando o Custo X Benefício... Como considerar essa análise de uma pessoa que só teve benefício sem custo algum? kkkkkk

    Com o passar do tempo acabei cada vez menos acompanhando os criadores de conteúdo.
    Enfim, espero que em algum momento esse ecossistema "jogador - gerador de conteúdo - editora" entre em harmonia.

    Um grande abraço para os Chorões e para os Passadores de Pano desse incrível fórum.







    8
  • clebercastilho
    1097 mensagens MD
    avatar
    clebercastilho05/03/23 23:16
    clebercastilho » 05/03/23 23:16

    thiagomps::Ainda não colocamos na equação o custo dos jogos, que se pensarmos um pouquinho pra quem analisa quatro jogos por mês, ou seja, um vídeo ou podcast por semana, chega fácil num gasto de uns R$ 1500,00 por mês. Alguém precisa pagar essa conta.

    Meus parabéns pelo texto e concordo com tudo, exceto talvez o trecho acima. 
    É sabido que a grande maioria dos "conteudistas" (ou pelo menos os mais famosos) recebem os jogos de graça das editoras, o que colabora para a análise positiva. Que fique claro que não vejo nenhum problema nisso, pelos motivos citados no texto.

    0
  • RaphaelGuri
    1435 mensagens MD
    avatar
    RaphaelGuri06/03/23 00:35
    RaphaelGuri » 06/03/23 00:35

    Passando apenas para elogiar as colocações, thiagomps.

    Uma observação que quero fazer é que o mercado ainda está muito ligado apenas em vídeos. Pouco se lê hoje em dia. Digo isso, pois seu texto, muito bem escrito, cita os "criadores de conteúdo" generalizando como se enquadrasse nisso apenas quem faz vídeo, contudo temos bons materiais escritos também, como o Bombardium ou o iuribuscacio, presente nessa conversa,, por exemplo (saudades de material do Perdomo, aliás).

    De toda forma, concordo com sua indignação, inclusive essa mesma motivação que me fez começar a criar conteúdo (escrito, por inúmeras razões) e ter os posts exclusivos sobre jogos que não gostei.

    Na torcida para mais gente com senso crítico criando conteúdo e, ainda mais, para que consumidores consigam separar as coisas e entender melhor qual o papel da "mídia paga" no mercado.

    Abraços digitais!

    7
  • iuribuscacio
    3444 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio06/03/23 01:01
    iuribuscacio » 06/03/23 01:01

    Boardgame_Photograph::Por aqui pensamos exatamente como você.

    Em várias áreas a crítica tem a função de curadoria, te mostrando o que e para que conteúdo olhar. A crítica no Brasil, em geral, costuma ser muito imediatista, se limitando a fazer listas ou dar notas, seja pra filmes, livros, jogos etc.

    Fazer uma análise crítica dá trabalho e o pior, não rende frutos, já que textos longos são pouco consumidos. 

    Nos jogos de tabuleiro a critica deveria ser ainda mais importante: jogos são caros, são lançados aos montes e é de consumo demorado: diferente de um filme, para saber se gostou ou não de um jogo depende de ler regras, aprender, jogar algumas partidas, algo que demora horas.

    Fora do Brasil há vários críticos que gostamos, pois sempre falam abertamente que a análise é patrocinada e, mesmo assim, não se importam de criticar os jogos, pois sabem que as editoras precisam mais da divulgação deles do que o contrário.

    Por aqui, ainda estamos engatinhando. Como regra, criadores de conteúdo sobre boardgames buscam todos uma mesma coisa: receber os lançamentos de graça das editoras em troca de fazer divulgação gratuita. Salvo raras exceções, têm receio de criticar abertamente um lançamento, talvez com medo de desagradar as editoras.

    Tentamos no nosso canal de Instagram produzir conteúdo de maneira diferente: só falar de jogos que nos interessam, fazer análises "longas" (no limite da rede) e criticar abertamente o que não gostamos nos jogos. 

    Claro que gostaríamos de receber jogos, pois ajudaria a produzir mais conteúdo. Mas desde que pudéssemos falar somente sobre aqueles que nos interessam e manter a liberdade de fazer as críticas (acho que nunca vamos receber rs).

    O que vejo é que quem produz conteúdo dessa forma (de consumo mais lento, com menos posts, mas com olhar mais crítico) acaba crescendo muito devagar em seguidores e dificilmente recebe algum apoio de editoras, pois não gera hype.

    Paciência. Prefiro continuar fazendo conteúdo da forma que gosto, no tempo que posso e com a qualidade que entendo que é a correta. Há sempre alguém que vai gostar, ainda que sejam poucos, e isso já nos dá algum grau de satisfação a ponto de querer continuar. 

    Caro Boardgame_Photograph

    Com todo o respeito à equipe do canal, mas não sei se vocês têm idade suficiente para conhecer Inezita Barroso, uma cantora,  violonista, produtora e apresentadora do programa "Viola, Minha Viola", da TV Cultura de São Paulo. Ela era uma verdadeira referência (e das boas) da "música caipira" brasileira, que ela preferia ao termo "música sertaneja". O programa dela está no ar há 40 anos, dos quais ela esteve à frente de 1980 (estreia) até 2104, quando ela veio a falecer. 

    A Inezita Barroso só levava músicos no programa dela que ela considerava realmente genuínos, e que faziam, na opinião dela, a autêntica "música caipira de raiz". Isso porque ela achava e dizia, sem papas na língua, que "a maioria desses músicos sertanejos de hoje em dia, nunca viu um frango vivo e solto no quintal". Com isso, obviamente a audiência dela era totalmente desproporcional à sua importância, e muito menor do que seria, caso ela abrisse as concessões, que seria de se esperar em um programa de TV.

    Eu estou falando na Inezita Barroso, porque ao ler o comentário de vocês, eu me recordei de uma frase dela que julgo uma verdadeira pérola. Durante uma entrevista, ela foi confrontada sobre essa firmeza de só levar ao programa as pessoas que eram autênticos representantes da música regional brasileira, e sobre os efeitos que isso tinha, não apenas sobre a audiência, como também sobre a própria viabilidade financeira do programa. A resposta dela foi simplesmente a seguinte: "Eu prefiro falar aquilo que eu quero, para pouca gente, do que falar para muita gente, aquilo que eu não quero".    

    Sei que essa é uma postura idealista, e que idealismo não paga as contas, nem banca câmera, microfone, iluminação, roteiro, edição e etc. Porém, de uma forma geral, mesmos os canais mais comprometidos com as editoras também são um pouco idealistas, porque se fosse apenas para ganhar dinheiro, as pessoas estariam fazendo vídeos ensinando a molecada a passar de fase nos jogos do PS5. 

    É em virtude desse idealismo e amor ao hobby, em maior ou menor grau, que eu acho essa frase da Inezita Barroso tão importante, para os produtores de conteúdo mais independentes, principalmente nesses tempos sombrios, em que todos nós boardgamers eventualmente temos a nítida impressão de que, absolutamente todo o conteúdo de board games é patrocinado, e por isso questionável, em alguma medida.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio

    8
  • iuribuscacio
    3444 mensagens MD
    avatar
    iuribuscacio06/03/23 01:26
    iuribuscacio » 06/03/23 01:26

    RaphaelGuri::Passando apenas para elogiar as colocações, thiagomps.

    Uma observação que quero fazer é que o mercado ainda está muito ligado apenas em vídeos. Pouco se lê hoje em dia. Digo isso, pois seu texto, muito bem escrito, cita os "criadores de conteúdo" generalizando como se enquadrasse nisso apenas quem faz vídeo, contudo temos bons materiais escritos também, como o Bombardium ou o iuribuscacio, presente nessa conversa,, por exemplo (saudades de material do Perdomo, aliás).

    De toda forma, concordo com sua indignação, inclusive essa mesma motivação que me fez começar a criar conteúdo (escrito, por inúmeras razões) e ter os posts exclusivos sobre jogos que não gostei.

    Na torcida para mais gente com senso crítico criando conteúdo e, ainda mais, para que consumidores consigam separar as coisas e entender melhor qual o papel da "mídia paga" no mercado.

    Abraços digitais!


    Caro RaphaelGuri

    Meu amigo, não é que eu seja chorão, mas você não faz ideia do quanto é bom, reconfortante e importante, ler isso que você escreveu a meu respeito. 

    Eu critiquei os absurdos que ocorreram no lançamento do Ark Nova, desde o atraso de meses da pré-venda, até a chegada de uma grande quantidade de cópias com defeitos sérios, e defendi a minha opinião de que as pessoas que receberam jogos nessas condições sofríveis, devolvessem suas cópias e pegassem o dinheiro de volta. Até escrevi um tópico sobre sugestões de jogos para substituir o Ark Nova, dirigido especificamente a quem tivesse resolvido devolver o jogo.

    Não contente com isso, ainda cometi a ousadia de divergir de uma rapaz que postou um vídeo explicando quem é que ganha dinheiro de verdade com board games. Me chamaram de tanto "nome feio", que você nem imagina! Só não incluíram a mãe no meio, porque não deu tempo, e eu resolvi encerrar o assunto. É aquela velha história, quando um não quer, fica só o outro boboca xingando sozinho.  

    Mas também, bem feito para mim, afinal quem mandou eu ser abusado e me meter a dar a minha opinião pessoal sobre jogos defeituosos e condição econômica das editoras... 

    De todo o modo, o importante é não se deixar abalar, e continuar escrevendo e defendendo aquilo que a gente acredita, mesmo diante de muita asneira, que algumas pessoas escrevem a nosso respeito.

    Por fim, já que a pauta é sobre a influência dos produtores de conteúdo, eu só queria destacar no caso do Ark Nova (aparentemente eu não aprendo!!!!), que me parece que a comunidade boardgamer em geral está começando a desenvolver melhor seu senso crítico. Isso porque, apesar do tanto de esforço que a editora e seu afiliados e patrocinados, estão fazendo para tentar convencer de que os problemas do jogo não são tão sérios, uma parte significativa das pessoas que compraram o Ark Nova estão devolvendo suas cópias e exigindo o dinheiro de volta, sem cair no "canto de sereia", dos passadores de pano de sempre.

    Um forte abraço e boas jogatinas!

    Iuri Buscácio

    P.S. Agora deixa eu me abrigar atrás do sofá, porque se "unzioutro" lerem isso aí em cima, lá vem pedrada!       

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