Vou mostrar o "outro lado da moeda", porém no meu caso tinha um motivo além.
Como esse jogo tem o apelo dos coelhos fofinhos, achei q valia a pena introduzí-lo para o meu filho, na época com 7 anos. Mas por mais q ele já estivesse acostumado aos boards modernos (mais simples) achei q explicar todas as regras de uma vez poderia espantá-lo. Por isso o iniciei em partes.
Na 1a. partida tirei diversas cartas, não só as de pergaminho (objetivos), mas tb as de torre e fazenda, deixando praticamente só as cartas de território.
Já na 2a. partida, mantive os pergaminhos fora, mas adicionei todas as outras. Depois de mais uns 2 ou 3 jogos, com meu filho já acostumado ao jogo, jogamos com as regras completas. Achei q a explicação dessa forma fluiu super bem. Claro q tem q se fazer algumas adaptações. Na 1a. partida, por exemplo, por falta de cartas, jogamos 1 rodada a menos. Nas outras já dava para jogar as 4 rodadas, mas cada uma delas com 1 ou 2 cartas a menos de início.
Posso dizer q não fica um jogo ruim, apenas fica mais "direto ao ponto", perde um pouco da surpresa e da tática, pois vc já praticamente sabe quem vai ganhar. Em compensação demora bem menos tb. Não vejo problema em adaptar os jogos, afinal ele é seu, vc faz com ele oq quiser, se vc se diverte mais com as "house rules", vai fundo.