Turtle::bruno_oceano::Eu acho que os jogos da Galápagos ainda são produzidos lá fora ... veja ou escute
MEEPLE MANIACS #015 - Lançamentos Galápagos ! Bate papo com Renato Sasdeli.
O Renato da Galápagos fala sobre a produção dos jogos. Abraço
Eu assisti ao vídeo, ele cita as questões operacionais, porém também cita todas as nuances para lançamento dos jogos: demanda de mercado (que aqui está claramente represada), o fato de em momentos de crise as pessoas ficam mais tempo em casa e por ai vai.
O dólar é um fator que afeta todas as empresas, e se esse fosse o único fator, não teríamos a gama de lançamentos que vimos esse ano: Puerto Rico, Agrícola, Stone Age, Ticket to Ride Europa... A lista é enorme e se o dólar fosse único impeditivo, convenhamos que não veríamos esse boom.
Ele impacta? Com certeza! Mas o movimento visto durante o ano ( com o dólar chegando ao pico ) mostra que não será esse o impeditivo para que nenhuma empresa traga jogos para terras tupiniquins.
Quando me refiro à cotação do dólar, coloco como sendo, um dos fatores pelo qual o jogo dificilmente virá para o Brasil. Aliado ao dólar, a fila de impressão, produção de componentes, etc; todos estes fatores são insumos cotados em dólar.
Jogos como Ticket to Ride, 7 Wonders, Citadels, Hanabi, e até Zombicide (que é um jogo com muitos componentes e com diferentes insumos) sempre vendem por aqui. Caso o dólar estivesse com uma cotação mais baixa, TALVEZ justificaria para Galápagos trazer uma certa quantidade para o Brasil e "testar" o mercado brasileiro.
Uma excessão é o jogo XCOM. Jogo de produção cara e que não está fazendo sucesso no Brasil. A empresa "testa" o mercado, acerta às vezes, mas também erra. Quem sabe Fury of Dracula seja testado por aqui ...