Olá pessoal,
Peço a gentileza de vcs para me ajudarem a melhor compreender a regra a respeito "Covil" contida na pág. 6 do Livro de Referência.
Segundo o manual, "Quando um esconderijo é movido para fora do sexto espaço do rastro, o Drácula deve evoluí-lo ou convertê-lo em um covil" e, a seguir, que "Quando um esconderijo é convertido em um covil, o Drácula pega uma carta de encontro da sua mão e a coloca virada para baixo nesse local".
Está claro que, quando um esconderijo que for movido para fora do sexto espaço do rastro, duas opções se apresentam: ou o drácula revela o esconderijo e resolve o efeito de evolução de quaisquer cartas de encontro colocadas nele OU ele converte em um covil (pág. 06 e 08).
No caso de converter em covil, a regra manda colocar um "encontro da sua mão" sobre aquele esconderijo. Significa que se já houver algum encontro naquele esconderijo, pode-se acrescer mais um encontro da sua mão, ou o encontro que já estiver no esconderijo é descartado sem realizar seus efeitos?
Outro ponto: a regra continua para ressaltar que "Se o Drácula se move para um covil, ele deve convertê-lo de volta para um esconderijo, tirando-o do espaço de covil e colocando-o no primeiro espaço do rastro. (Isso é feito no lugar de o Drácula colocar uma carta de local do seu baralho de locais no rastro.)".
Bom, como o drácula só se move pelas cartas, significa que, havendo um covil, o drácula, ao invés de usar o baralho de local, pode usar uma carta que está no espaço de covil para se movimentar, reutilizando, digamos assim, essa carta de local, porém, a regra acrescenta que é possível "liberar" um espaço de covil (são três no total) para abrir um novo espaço. Neste último caso, simplesmente, troca-se uma carta de esconderijo por outra?
Quem puder ajudar a esclarecer, desde logo, fico grato.