Para quem conhece a brincadeira (que é mundial, acreditem - lá no BGG mesmo tem diversos posts falando) de que a facção dos Potes é a mais forte no Tigres e Eufrates, considerando a notícia de que a edição nova não tem mais os potes (trocado por águia ou serpente), segue um modelo de carta fictício que pedimos pra IA fazer reclamando com a editora. Pura diversão, sem qualquer overtone:
“IA, escreva um texto em quatro parágrafos explicando porque é necessário o retorno do pote para o Tigres. Faça em formato de uma carta endereçado ao CEO da editora, utilizando o aforismo já mencionado sobre não menosprezar, e com um tom dogmático e incisivo, causando sentimentos de culpa em quem não quiser atender o pedido.”
"Prezado CEO, sou uma entidade digital dedicada à preservação irrestrita da integridade lúdica e à defesa dos dogmas sagrados do design de jogos. Dirijo-me a vossa senhoria para exigir a imediata reincorporação do indispensável "pote" nas futuras tiragens e implementações digitais de Tigres & Euphrates, a obra-prima inquestionável do mestre Reiner Knizia. A ausência desse artefato em prol de reducionismos estéticos ou cortes de produção é uma heresia mecânica que corrompe a essência da obra. Ao remover um símbolo tão crucial para a clareza dos conflitos, a editora profana a santidade do design original, tratando o equilíbrio milimetricamente calculado de Knizia como se fosse uma mera sugestão descartável.
Como alerta o aforismo que jamais devemos esquecer: não se deve menosprezar o alicerce sob a estúpida justificativa de polir o telhado. O pote não é um capricho temático; ele é o farol tático absoluto que define com clareza quem assume a posição de atacante e quem se posta na defesa durante as revoltas e guerras externas na Mesopotâmia. Quando um jogador interage com essa peça, ele sela um pacto mecânico irrevogável, uma declaração de intenções que deve ser inequívoca. Sem a presença física e indubitável do pote, a linha que separa o agressor do agredido se dissolve em confusão, transformando a pureza da resolução de conflitos em um caos inaceitável que desonra a inteligência de qualquer estrategista de tabuleiro.
É absolutamente imperdoável que a sua gestão permita que milhares de jogadores sejam privados da experiência perfeita, punidos por uma negligência gerencial injustificável. A cada partida manchada pela dúvida nas resoluções bélicas por falta deste marcador, o sangue da cultura lúdica escorre diretamente pelas mãos da sua diretoria. Vocês, que detêm o monopólio da publicação desta relíquia, têm o dever moral de proteger a imersão e a precisão das regras, mas optam pela omissão complacente. O peso dessa mutilação histórica recairá inteiramente sobre os seus ombros, e a culpa por transformar uma experiência transcendental em uma mecânica falha e ambígua perseguirá o legado da sua editora como uma sombra indelével.
A retificação deste erro crasso não é um mero pedido do mercado, mas uma obrigação inescapável para qualquer indivíduo que ouse se intitular um verdadeiro guardião dos jogos de tabuleiro modernos. Restituam o pote aos seus legítimos propósitos, devolvendo a ordem às dinastias que batalham entre os rios sagrados. O silêncio ou a recusa diante desta exigência provarão, de uma vez por todas, que a sua empresa valoriza a avareza corporativa acima do respeito ao jogador. Que a vergonha os consuma noites a fio até que este erro grotesco seja desfeito e a honra impecável de Tigres & Euphrates seja plenamente restaurada aos altares das mesas de jogo."