Só um detalhe que precisam considerar é que essa linha de produtos da CTG tem uma produção de luxo para uma caixa relativamente pequena e com um valor de venda que, às vezes, no Brasil o pessoal olha e comenta: "o valor é muito alto pelo que vem de componentes".
As cartas desse jogo são produzidas em material totalmente diferente, são feitas inclusive para serem jogadas sem sleeves. Os dados são todos personalizados e o jogo tem artes de qualidade.
A questão é que nosso mercado olha o preço de um jogo e acha que está comprando quantidade de componentes e tamanho de caixa. O que eu sempre falo é que jogo de tabuleiro é muito mais do que apenas componentes, tem todo o trabalho intelectual do game designer, dos artistas de arte, investimento em marketing, etc. Pq se fosse para precificar jogo com base em componentes apenas, é só comprar então papelão por quilo hahaha.
Fora que tem ainda a dificuldade de tiragem. Trazer 100 unidades de um jogo é diferente de apostar em uma linha que possuir vários produtos diferentes e que tem uma tiragem alta de produção.
Para uma editora trazer esse tipo de produto para o Brasil tem que ter muita coragem, igual nós tivemos ao trazer o Final Girl (ninguém apostava que seria um sucesso que foi). Bom, coragem (ou estupidez) a gente tem né hahaha... agora é só esperar o Ludofun Next que vem ai em Agosto 
GameOn!!!
Rafa Verri (Parma)