O Spiel des Jahres é um dos maiores prêmios internacionais de jogos de tabuleiro, entregue anualmente na Alemanha e escolhido por um júri seleto de pessoas ligadas ao hobby e com conhecimento comprovado no tema de jogos de tabuleiro.
O júri elegeu o animado jogo de associação de palavras com foco em empatia "Dito!", de Martin Ang, publicado pela Game Factory, como o Jogo do Ano de 2026.
Na justificativa, o júri afirma: "À primeira vista, 'Dito!' é uma competição para marcar o maior número de pontos. Em sua essência, porém, ele une o grupo, pois só temos sucesso ao adivinhar corretamente aquilo que temos em comum. Além disso, conhecemos melhor nossos companheiros de jogo. O conhecimento não é o mais importante, mas sim a compreensão da perspectiva dos outros e o senso tático para posicionar as palavras da melhor forma."
O jogo superou os também indicados "Cozy Stickerville", de Corey Konieczka, publicado pela Unexpected Games, e "Morty Sorty Magic Shop", de Markus Slawitscheck, publicado pela Schmidt.
O júri concedeu o prêmio de Jogo Infantil do Ano ao encantador duelo insular "Die Insel der Mookies", de Florian Sirieix, publicado pela Kosmos e Scorpion Masqué.
Segundo o júri: "Com poucas regras, 'Die Insel der Mookies' cria um duelo emocionante do qual as crianças não se cansam. Seu objetivo é elegantemente reduzido ao essencial, ao mesmo tempo em que cresce em profundidade tática junto com elas. Graças à apresentação caprichada, em poucos minutos a pequena caixa revela não apenas uma ilha, mas um pequeno mundo."
O prêmio de Jogo Avançado do Ano foi concedido a "Rebirth", por suas estratégias de posicionamento recompensadoras. O jogo é de Reiner Knizia e foi publicado pela Frosted Games e Mighty Boards.
Na justificativa, o júri declarou: "O princípio básico simples de 'Rebirth' abre uma grande variedade de possibilidades táticas. Seu conjunto de regras é elegante e obriga os jogadores a se concentrarem no essencial. A competição direta no tabuleiro compartilhado proporciona uma experiência dinâmica e interativa, na qual o planejamento estratégico é o elemento central."
Também estavam indicados "Boss Fighters QR", de Michael Palm e Lukas Zach, publicado pela Pegasus Spiele, e "Moon Colony Bloodbath", de Donald X. Vaccarino, publicado pela Alea.
Rapaz, eu penso mais no sentido daquilo que defende o thexfactor79.
Considerando o lançamento o Catan em 1995 como o início da Era dos Jogos de Tabuleiro Modernos, já são 31 anos com centenas de editoras lançando milhares de jogos todos os anos. É totalmente inviável, com base na enormidade que é a indústria mundial de jogos, imaginar que uma única premiação vá representar todo esse universo dos board games modernos.
Além disso, existe um outro fator a se considerar, que normalmente a gente esquece. A Alemanha é tradicionalmente a "pátria dos jogos de tabuleiro modernos", apesar de outros mercados já terem se desenvolvido bastante. Assim sendo, é natural que se considere a principal premiação alemã de jogos de tabuleiro, como a principal do mundo. No entanto, o que se ignora é que o Spiel des Jahres, que se iniciou em 1978, é muito anterior à Era dos Jogos de Tabuleiros Modernos, e sempre foi uma premiação para o melhor jogo do ano, lançado no mercado alemão.
Obviamente o mercado internacional de jogos não é mais como era nos anos 70/80, e nem mesmo nos anos 90 após o lançamento do Catan. Portanto, considerando o tanto que o universo dos jogos de tabuleiro cresceu e se desenvolveu, em inúmeros outros mercados, eu acho que o mais correto é considerar o Spiel des Jahres, em todas as suas categorias, apenas como um indicativo de bons jogos, que necessariamente não seja o melhor jogo do ano, para o mundo todo.
Isso para não falar da enorme subjetividade que envolve determinar que o jogo XYZ é superior ao jogo ZYX. Assim sendo, o Spiel des Jahres talvez seja um bom indicativo de jogos bons, dentro dos parâmetros estabelecidos na premiação, mas que dificilmente servirá como um termômetro global sobre o melhor jogo lançado naquele ano. Pelo menos essa é a minha modesta opnião.
Rapaz, eu penso mais no sentido daquilo que defende o thexfactor79.
Considerando o lançamento o Catan em 1995 como o início da Era dos Jogos de Tabuleiro Modernos, já são 31 anos com centenas de editoras lançando milhares de jogos todos os anos. É totalmente inviável, com base na enormidade que é a indústria mundial de jogos, imaginar que uma única premiação vá representar todo esse universo dos board games modernos.
Além disso, existe um outro fator a se considerar, que normalmente a gente esquece. A Alemanha é tradicionalmente a "pátria dos jogos de tabuleiro modernos", apesar de outros mercados já terem se desenvolvido bastante. Assim sendo, é natural que se considere a principal premiação alemã de jogos de tabuleiro, como a principal do mundo. No entanto, o que se ignora é que o Spiel des Jahres, que se iniciou em 1978, é muito anterior à Era dos Jogos de Tabuleiros Modernos, e sempre foi uma premiação para o melhor jogo do ano, lançado no mercado alemão.
Obviamente o mercado internacional de jogos não é mais como era nos anos 70/80, e nem mesmo nos anos 90 após o lançamento do Catan. Portanto, considerando o tanto que o universo dos jogos de tabuleiro cresceu e se desenvolveu, em inúmeros outros mercados, eu acho que o mais correto é considerar o Spiel des Jahres, em todas as suas categorias, apenas como um indicativo de bons jogos, que necessariamente não seja o melhor jogo do ano, para o mundo todo.
Isso para não falar da enorme subjetividade que envolve determinar que o jogo XYZ é superior ao jogo ZYX. Assim sendo, o Spiel des Jahres talvez seja um bom indicativo de jogos bons, dentro dos parâmetros estabelecidos na premiação, mas que dificilmente servirá como um termômetro global sobre o melhor jogo lançado naquele ano. Pelo menos essa é a minha modesta opnião.
Um forte abraço e boas jogatinas!
Iuri Buscácio
Meu comentário não difere muito do texto do thexfactor79.
O que eu quiz dizer é justamente que ninguém tem mais o que reclamar do Spiel. Quem espera algo diferente do que eles oferecem é quem está errado.
Rapaz, eu penso mais no sentido daquilo que defende o thexfactor79.
Considerando o lançamento o Catan em 1995 como o início da Era dos Jogos de Tabuleiro Modernos, já são 31 anos com centenas de editoras lançando milhares de jogos todos os anos. É totalmente inviável, com base na enormidade que é a indústria mundial de jogos, imaginar que uma única premiação vá representar todo esse universo dos board games modernos.
Além disso, existe um outro fator a se considerar, que normalmente a gente esquece. A Alemanha é tradicionalmente a "pátria dos jogos de tabuleiro modernos", apesar de outros mercados já terem se desenvolvido bastante. Assim sendo, é natural que se considere a principal premiação alemã de jogos de tabuleiro, como a principal do mundo. No entanto, o que se ignora é que o Spiel des Jahres, que se iniciou em 1978, é muito anterior à Era dos Jogos de Tabuleiros Modernos, e sempre foi uma premiação para o melhor jogo do ano, lançado no mercado alemão.
Obviamente o mercado internacional de jogos não é mais como era nos anos 70/80, e nem mesmo nos anos 90 após o lançamento do Catan. Portanto, considerando o tanto que o universo dos jogos de tabuleiro cresceu e se desenvolveu, em inúmeros outros mercados, eu acho que o mais correto é considerar o Spiel des Jahres, em todas as suas categorias, apenas como um indicativo de bons jogos, que necessariamente não seja o melhor jogo do ano, para o mundo todo.
Isso para não falar da enorme subjetividade que envolve determinar que o jogo XYZ é superior ao jogo ZYX. Assim sendo, o Spiel des Jahres talvez seja um bom indicativo de jogos bons, dentro dos parâmetros estabelecidos na premiação, mas que dificilmente servirá como um termômetro global sobre o melhor jogo lançado naquele ano. Pelo menos essa é a minha modesta opnião.
Um forte abraço e boas jogatinas!
Iuri Buscácio
Meu comentário não difere muito do texto do thexfactor79.
O que eu quiz dizer é justamente que ninguém tem mais o que reclamar do Spiel. Quem espera algo diferente do que eles oferecem é quem está errado.
Rapaz, me perdoe então, porque fui eu quem fez uma leitura equivocada, daquilo que você escreveu. Olhando agora por outro prisma, realmente acho que nós três pensamos bem parecido.