Eu tinha feito um texto enorme. Mas ai o site travou e consegui resgatar um print que transcrevi com o GPT. Tentei adaptar um pedaço de novo, mas vai o cerne aqui abaixo
Acho que existe uma diferença entre algo procedural e algo que realmente varia de uma partida para outra, pra avaliar a rejogabilidad
Por exemplo: imagine um jogo com 20 cartas de evento. Em cada partida a ordem dessas cartas muda. Se essa mudança de ordem já faz você considerar que está diante de uma experiência diferente, então esse jogo tem uma rejogabilidade praticamente infinita. Afinal, a sequência de eventos dificilmente será igual.
Seguindo essa lógica, se você assistir a 10 vídeos completos de uma partida de um jogo, vai considerar que, na sua cabeça, foi como se tivesse jogado 10 partidas? Afinal, você já viu toda a cadeia de eventos acontecer...
Cthulhu: Death May Die é meu jogo preferido e tem "só" 6 cenários. Eu tenho outras caixas e, na verdade, tenho 18 cenários. Mas quase sempre tenho vontade de jogar o mesmo bendito cenário, de tão divertido que acho. E mesmo nele posso mudar o Ancião, os investigadores, as insanidades... o jogo muda bastante. A rejogabilidade dele, para mim, tende ao infinito. Com apenas 6 cenários. Pois eu sempre me divirto qlqr que seja a variante ali.
Não estou criticando sua pergunta, só colocando pimenta na discussão. E aproveito para fazer outra: para que a rejogabilidade importa para você? Na minha opinião, faz mais sentido avaliar o quanto o jogo continua divertido do que simplesmente medir sua rejogabilidade.
Eu, por exemplo, troquei meu
Pandemic com todas as expansões pelo
The Loop, sem expansão alguma. Em termos puramente matemáticos, provavelmente reduzi minha "rejogabilidade" em milhares de vezes. Mesmo assim, me divirto mais com
The Loop do que me divertia com
Pandemic.
Agora
Fate eu nunca joguei haha. O formato do jogo nunca me despertou o interesse suficiente para eu ir estudar sobre ele.