Hahahahahaha… hoje acordei com vontade de fazer barulho — mas daquele tipo de barulho que deixa até os pirotécnicos de Hanabi nervosos. Peguei a sutileza cooperativa dos fogos de artifício, juntei com a pancadaria monstro-a-monstro de Zaka, sacudi tudo numa caixa de pólvora e surgiu algo que nenhum bombeiro recomendaria: Fogobesta, um jogo onde os fogos não são mais espetáculos… são criaturas vivas prestes a explodir na sua cara. Imagine a elegância de Hanabi, onde a mesa depende da comunicação limitada, misturada com a brutalidade alegre de Zaka, em que monstros saem distribuindo espadadas como se fosse um festival medieval. O resultado? Caos iluminado.
Aqui, cada jogador controla “Fogobestas”: monstros pirotécnicos formados por cartas de fogos de artifício. Suas sequências de Hanabi determinam quantos corações eles têm (1 a 5), e as cores indicam suas afinidades elementais. Mas —
hahahahaha — você não vê sua própria criatura completa:
só o adversário vê! Antes de usar uma habilidade, alguém precisa gastar uma “dica” para revelar cor ou valor de uma parte do monstro, exatamente como no Hanabi original. Só então você pode ativar o poder correspondente: fogos verdes causam ataques precisos, fogos vermelhos explodem em dano em área, fogos azuis curam, fogos amarelos fortalecem armas, e os pretos... bem... eles são o equivalente lúdico de cuspir gasolina no tabuleiro. Escolha bem:
ativar no escuro pode desencadear uma explosão acidental — e ninguém quer ser o primeiro monstro a virar fogos de artifício literais.
No fim, Fogobesta vira um duelo de “não vejo meu próprio monstro, mas vou atacar mesmo assim”, com a paranoia cooperativa de Hanabi e o gosto doce da vitória agressiva de Zaka. É um híbrido perfeito para rivalidades familiares e grupos que gostam de gritar “POR QUE VOCÊ NÃO ME DISSE QUE ERA UM 4, CARLOS??”.
Hahahahahaha… No Covil do Sid, meus experimentos continuam — e semana que vem talvez eu veja o que acontece quando misturo um party game com um euro pesado.
(Spoiler: dá ruim. hahahahaha...)