Ontem foi dia de jogatina de Scythe com a expansão Scythe: A Ascensão dos Fenris.

A novidade é que utilizamos também as expansões Scythe: Modular Board e Scythe: Encontros.
Isso sem antes procurar exaustivamente na Internet se era recomendado jogar ou não com essas expansões combinadas

Foi uma grata surpresa. Única regra da casa que fizemos foi:
- garantir que togawa e albion não ficassem atrás de um rio;
- definir que justamente togawa e albion ficassem em jogo, para que não apenas 1 dos seis jogadores operasse uma facção difícil

Ainda, uma das bases ficou com uma combinação muito estranha, com apenas 2 tiles e o resto cercado por lagos e rios. Optamos por colocar uma base vazia nessa posição e sorteamos uma facção para sair de jogo, justamente a Crimeia que estava ao lado da base vazia

Isso nos permitiu tirar um dos tiles do tabuleiro modular, deixando tudo mais apertado. Adoramos!
Os eventos tinham efeitos muito interessantes. Não sentimos um grande desequilíbrio ou algo mais que tenha nos prejudicado

Terminamos a partida muito felizes. Um casal que nunca havia jogado, adorou o jogo. O tabuleiro variável, os eventos inusitados , dão um sabor incrível à Exploração no Scythe, que no jogo base é muito mais previsível.

Essa primeira partida nos reservou um prêmio por nosso desempenho: as fichas de influência na foto acima significam algo. Não é um grande spoiler mas demonstra a capacidade de ramificações na campanha.

Scythe provavelmente é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos. Tinha um grande medo que o tabuleiro modular e os novos encontros pudessem deixar as coisas complicadas em Fenris.
Pelo contrário, o jogo ganha em capacidade de reprodução, com setups quase infinitos e muitos eventos deliciosamente fortes e inusitados.