Então, na minha opinião tem que ter dado um treta federal para uma empresa cortar relações com outra assim, neste caso seria até pior para a Galápagos já que a Matagot tem um ótimo catalogo. Além disso, se não me engano, a Matagot faz parte da Asmodee com quem a Galápagos tem uma ótima relação até onde eu sei, por isso não vejo muito sentido nisso.
Além disso o problema pode ter sido nem com a Matagot em si, mas com a fabrica que produz os jogos, mas cai na mesma linha, cortar relações é algo extremo.
Sobre o assunto, o problema de Cyclades e Kemet é que eles não são jogos novos então os reprints internacionais deles devem ter intervalos maiores, pois a procura é menor. Nestes casos, eu suponho que as editoras devem mandar produzir uma quantidade grande de copias que devem durar alguns anos e quando elas acabam por lá é que haverá reprint. O nosso mercado ainda não é grande suficiente para bancar um reprint sozinho.
Eu acredito que deva vir, mas deve demorar, infelizmente é assim que funciona este mercado, nem sempre todos os jogos ficam disponíveis e as vezes demora vários anos para voltar a ter algum reprint.
A dica que eu dou é mandar um e-mail para a Galápagos e pergunte se eles tem uma previsão para lançar ainda este ano o jogo, caso a resposta seja negativa, compre lá fora caso queira muito ou espera um leilão.