marciusfabiani::FCL84::Rodrigo Neves::Raneron::Tenho esse negócio de limite não. Quero, compro. Não quero mais, vendo. É simples assim.
Rapaz... você é um gênio. Em dois tópicos seguidos que você dá uma resposta sensacional. Vou falar para o
FCL84 largar o
marciusfabiani de lado e eleger você como o novo guru dele. Top demais.... "É simples assim". Adorei. Hehehe.
Kkkkkkkkkk ótimo. Guru Marcius nunca doutrinou sobre tamanho de coleção, até pelo contrário, sempre q me via vendendo um jogo bom aqui na Ludo puxava minha orelha no anúncio...
Em relação ao tópico, eu penso exatamente o contrário. Se eu tivesse a disciplina pra ter uma coleção de 5 jogos, ficaria imensamente feliz. Infelizmente, o hobby/vício/doença é mais forte q eu, então sempre compro um jogo ou outro, mas sempre tentar manter a coleção no menor tamanho possível. Menos é mais...
Quem tem limite é município, kkkkkk. O que eu tenho tentado atingir ultimamente é a autossustentabilidade. Dinheiro gasto no hobby vem do hobby. Mas não é fácil, não, hehehe.
Aí sim! É assunto para um tópico próprio. Realmente o ideal seria a coleção chegar ao ponto de ser auto-sustentável. Ou seja, a rotatividade das vendas, alimentar a aquisição das novidades com o mínimo de complementação externa. Mas para isto ocorrer alguns pontos devem ser considerados :
1 - Este papo de coleção perfeita, ideal e no limite é furada. Se todos os seus jogos são clássicos e maravilhosos, não tem o que vender para gerar capital. Ou seja, é necessário uma gordurinha saudável na coleção.
2 - Ser comedido nas compras. Comprou, usou... desvalorizou. Salvo raras exceções, jogos desvalorizam. Isto é válido princi-palmente com as novidades. A rotatividade da coleção gera perda, mesmo que baixa. Que será diretamente proporcional ao fluxo de rotação. O ideal é minimizar o giro acompanhando com calma os lançamentos, tentando jogar antes de comprar, amadurecendo no autoconhecimento do próprio gosto.
3 - Saber que este não é um sistema isostático... ele sofre pressão de forças externas e não garante equilíbrio fixo. Por exemplo em nosso momento atual, estamos em uma bolha no mercado de usados. Enxurradas de lançamentos e a nova onda da gourmetização dos jogos (relançamentos em versao deluxe e pimpagem padrão nos financiamentos coletivos), saturam a capacidade de compra do nicho. Ou seja, a supervalorização das novidades... tem como consequência... a desvalorização dos usados.
Em resumo, hoje em dia está quase uma missão impossível auto sustentar uma coleção. Tarefa para poucos.