Apenas inocentando:
"Sleeves não deixam grudento. Sleeves não deixam grudento. Sleeves não deixam grudento. Sleeves não deixam grudento. Sleeves não deixam grudento. Sleeves não deixam grudento. Sleeves não deixam grudento."
Comprove você: pegue um sleeve BEM GRUDENTO, rasgue abrindo em duas partes e teste a parte interna do sleeve, passe uma parte interna em outra e verá que não "fica grudento com o tempo". Somente a parte externa do sleeve ficou pegajosa.
Mas o que acontece então?
O segredo é a sujeira das mãos que vai para as cartas, não os inocentes sleeves.
Temos dois cenários:
- cartas texturizadas sem sleeves podem estar fedidas e nojentas que ainda escorregam bem.
- cartas sleevadas nojentas escorregam mal.
Agora fica a gosto de cada um ter a sujeira do lado de fora dos sleeves ou permanetenmente nas cartas, mas ainda embaralháveis.
Já troquei jogo e ao manusear melhor percebi que recebi ele com aquele "cheiro de banco de ônibus" presente em baralho de truco de faculdade ou cédulas de dinheiro.
Aquele cara que está com a mão enroscando sem lavar, cheetos, coxinha, batata-frita, suor de quem segura cartas eternamente sem largar na mesa, aquilo vai sim para algum lugar, não se desfaz magicamente nem vai para outra dimensão.
Lavar as mãos para jogar aumenta a durabilidade das cartas ou dos sleeves. Repousar as cartas na mesa, se não estiver olhando, para não transpirar as mãos, também ajuda muito.
Agora deixem os sleevadores em paz se seu gosto é ter cartas de corrimão de rodoviária
. Cada um na sua,
.