Minha história no hobby e depois na jornada solo:
Eu ainda não tinha nenhum jogo. Muito raramente algumas pessoas do meu círculo de amigos levava um jogo para nosso encontro. Se tivesse lugar na mesa, eu jogava. Já tinha jogado Catan, Pandemic, Ave Cesar (o de corrida de biga), war (é claro) e também sido atropelado numa mesa de Game of Thrones sem explicação, só tentando entender o que estava acontecendo.
Num dia levaram Istambul. Joguei e, pela primeira vez, minha esposa jogou. E ela amou o jogo. Vida que segue.
Um desses meus amigos tem um burnout. Eu preocupado com a recuperação dele vejo que está tendo uma série de eventos sobre jogos de tabuleiros no Sesc de nossa cidade e convido ele pra participar.
Ali conheço outros jogos como Dixit, Stone Age e SmashUp. Além de assistir palestras sobre as mecânicas envolvidas nesses jogos. Fico fascinado e decidimos eu e minha esposa comprar nosso primeiro jogo: Imperial Settlers.
Jogamos muito, quase todos os dias a noite. Até que minha esposa desencanou do jogo porque ela não aceitava ter que se desfazer de cartas boas para baixar cartas melhores. Queria poder ficar com todas e, assim, desanimou de jogar. Era pandemia, não tinha mais ninguém com quem eu jogar. Até eu ler a dita cuja da regra do modo solo e jogar pelo no total, até eu vender o jogo, 65 partidas solo.
Desde então não dependo de mais ninguém para me divertir no hobby. Reuno com amigos uma ou duas vezes no mês para jogar e ainda jogoais uma pancada de partidas quando eles não estão em casa.