4 jogadores
André (Nyarlathotep)
Éder (Hastur)
Marcelo (Shub-Niggurath)
Eu (Cthulhu)
Última partida da "campanha" (cada um jogou com todas as facções). As facções ficaram assim: Shub-Niggurath/Marcelo, Nyarlathotep/André, Hastur/Éder e Cthulhu/eu. O começo foi dentro do usual, com pequena expansão e criação de novos portais, mas já na segunda rodada houve um ponto importante: o Marcelo trouxe o Shub-Niggurath ao mapa, ficando sem poder para reagir quando o André fagocitou um cultista dele, tomando um portal, e eu fiz algo similar, porém sem o ganho de um portal, com meus Abissais. Como antes o Marcelo já optara por expandir, sem fazer novos portais, ele ficou reduzido a um único, e com poucos cultistas para elevar seu limiar de poder. O Éder estava sortudo e preciso em suas profanações, até na primeira, quando precisava rolar 1 no d6, tirou justamente 1. Após colocar o Cthulhu em cena, mergulhei com ele e fui incomodar lá no meio da facção do Hastur, de forma que pudesse conseguir um feitiço ao eliminar duas unidades numa mesma luta, o que ocorreu. Porém, fiquei perto do Nyarlathotep, e o André moveu este para brigar com o Cthulhu, derrubando-o e levando 2 símbolos anciãos com isso.
Briga do Cthulhu vs. Nyarlathotep:
:strip_icc()/pic2515465.jpg)
O André estava bem protegido em todos os portais que controlava, e com a fraqueza do Marcelo não sofreu retaliações pelo "roubo" do portal. O Éder continuava a profanar com sucesso, todavia acabou por ser atacado pelo Shub, que lhe tomou o portal do Atlântico Norte. O Nyarla estava reforçado em todas suas posições, e não precisava expandir para avançar para a vitória - em duas rodadas manteve 4 portais, numa delas fazendo o ritual de aniquilação, saltando para 21 pontos. Eu, com o Cthulhu, tentava acompanhar o ritmo do André, mantendo-me junto no total de poder obtido, mas atrás nos pontos - foi certamente um erro mandar juntos meus Abissais, os quais sequer pude usar de novo por terem ficado numa posição ruim no tabuleiro. Sendo obrigado a atacar o Nyarla, não tinha poder para novos portais, e ainda descobri, em primeira mão, que o Nyarla é o nêmesis do Cthulhu - a surpresa de poder aparecer em qualquer lugar é anulada pelo voo dos Caçadores Hórridos, que saltam para o combate em qualquer lugar, e a capacidade de ataque do Cthulhu e seus servos é bastante diminuída pelo Pólipo (que anula uma unidade) e dos Esquálidos Noturnos (que eliminam direto uma unidade, anulando completamente o poder de maior resistência das Crias Estelares). Acabei, portanto, sem ter grande sucesso em quaisquer de minhas investidas, só servindo para remover alguns monstros, que logo voltavam ao tabuleiro.
Era evidente que um ataque conjunto ao Nyarla era necessário, contudo nenhum dos três - Shub, Hastur e Cthulhu - estava preparado para um ataque alucinado de pronto, e a iniciativa ficou com o Nyarla, que disparou para cima do pouco protegido Shub. Com um Pólipo, dois Caçadores e o Nyarla, o Shub e uma duplinha de cultistas não teve chance. O Shub não foi morto, mas nem era o objetivo, o André queria só atingi-lo, de forma a lhe render mais 2 símbolos anciãos. Mesmo que ambos fossem 1 (e foram) já seriam suficientes para levar a pontuação do Nyarla ao 30, encerrando a partida com vitória para este. O André, com o Nyarlathotep, deu um nó em todos nós e simplesmente não tivemos resposta para as ações dele, não em tempo, ao menos.
Nyarla x Shub:
:strip_icc()/pic2515466.jpg)
Final da partida:
:strip_icc()/pic2515463.jpg)
Foi isso! Abs,