Veja, rankings de jogos de tabuleiro são coisas tão relativas quanto concursos de beleza, mas também é verdade que se incluem dentre as tradições de gosto duvidoso que sempre retornam para nos assustar todo fim/início de ano, como os panetones de frutas e a farofa com passas. Então, mesmo com atraso, é melhor manter a tradição antes que o(a) Grande Meeple nos puna pelo contrário.
No ano passado (retrasado?), eu estabeleci algumas regras arbitrárias para fazer o meu ranking anual, e a primeira delas continua valendo: serão apenas 5 jogos. Durante e depois da pandemia, eu mudei de casa, cidade, grupo social e de jogatinas... O que tornou ainda mais difícil o processo de conhecer jogos novos, então, continua o TOP 5, que está de bom tamanho.
A segunda é sobre a divisão dos jogos escolhidos. A minha lista é bastante pessoal e empírica, então, para não ser tão aleatória assim, desde o ano passado eu dividi o ranking em categorias: jogos de entrada, familiares, estratégicos, nacionais, e, enfim, para 2 pessoas. Escolhidos os jogos, a ordenação da lista é feita de maneira bem subjetiva, favorecendo aqueles que mais viram mesa, proporcionaram diversão e/ou chamaram mais a atenção até então, etc.
A terceira e última regra é que não vou repetir jogos nos meus rankings que já tenham constado de listas anteriores. A intenção da lista é a de falar sobre os meus jogos favoritos até aqui, então, quanto mais jogos e novidades, melhor.


Fotos: acervo pessoal.








