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Tópico Trancado

Problemas na temática?

Brazil: Imperial
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo20/04/21 15:08
    licantropo » 20/04/21 15:08

    MuCiLoN::
    Feila::
    Heron_da_Cruz::
    Ovatsug Rednal::
    Heron_da_Cruz::Curioso como nenhum daqueles que defendiam que tudo não passava de "mimimi" teve a coragem e/ou capacidade para fazer um contraponto ao que o Mucilon trouxe. :angel:


    acho que isso depende do ponto de vista né. contrapontos foram trazidos aos montes, o porém é que, como você concorda com a narrativa problemática, vai ignorar.

    Não houve contraponto algum. 
    Muito antes de alguém vir aqui apresentar as ressalvas em relação ao tema do jogo, apareceu uma enxurrada de postagens dizendo que qualquer crítica era necessariamente “mimimi da galera da lacração”. Quando finalmente alguém surgiu e trouxe as críticas (de maneira educada, diferente dos demais), nenhum dos defensores do jogo sequer citou o cara para apresentar qualquer contraponto.
    Esse comportamento de descreditar, de imediato, qualquer crítica a um jogo que você gosta é um tremendo de um mimimi também. Vocês se comportam de maneira similar àquilo que dizem combater.
    Ah, e eu não concordo com nenhuma “narrativa”. Sequer conheço o jogo e não tenho interesse em comprá-lo (parece demais com outro jogo que não me atrai, Scythe). Meu objetivo aqui é fomentar a treta e apontar a incongruência dê vocês (e rir um pouco). Já joguei, tenho e gosto de vários jogos que são criticados por motivos similares (Puerto Rico, Mombasa, Five Tribes, etc), e nem por isso descambei pro mimimi “ainnnnn, falaraum mal do jogo que eu gosto!!! Seus bobos, recalcados!!!”. Consigo reconhecer que há pontos válidos nessas críticas e tento aprender com elas. 


    Eu juro que tô querendo entender que contraponto que você quer. Negar a história, é isso? Não há contraponto, cara, e nem o que apresentar. Estão falando de duas coisas diferentes. Uma é: jogo é jogo e deve ser tratado apenas como tal. Já o rapaz citado tá dando aula de história. Simples assim (inclusive: é a sua formação/especialização, @MuCiLoN?).

    Quem consegue se distanciar do tema, por qualquer motivo que seja, não necessariamente aprova toda e qualquer atrocidade histórica presente no tema dos jogos. Provavelmente 99,99% das pessoas do planeta abominam escravidão e há os que conseguem jogar um jogo com o tema presente numa boa e há os que não, todos com seus próprios motivos. E é igual um cara postou aqui: se não suaviza algo ruim da época há críticas negativas. Se suaviza, há críticas.

    Concordo com o esquema de "mimimi" valer pros dois lados igual você disse. Mas não foi o caso aqui: A peça central do tópico se deu pelo rapaz que deu nota 1 ao jogo, sem ao menos jogá-lo, enquanto deu notas excelentes para jogos como Um Banquete a Odin (jogo de Vikings que tem ações como Invadir e Pilhar), Colonizadores de Catan, Puerto Rico e Scythe (mecânicamente similares). Isso é, sim, mau-caratismo. Outra que o livro de regras e diversos vídeos estão disponíveis e todo mundo pode ler/ver se o jogo é pra si ou não. 


    Opa. Minha formação é em História, mas admito que Primeiro e Segundo Reinado é algo não estudei nem na universidade, nem para dar aula. Mas claro, ser historiador é muito mais sobre "como tu pesquisas" do que necessariamente "o quê pesquisaste". 

    Acho que o Brazil Imperial levantou essa lebre aí, de personagens históricas alguns conhecidos, outros nem tanto, que tu acabas te interessando e vai ali pesquisar. A comunidade "Brazil Imperial" (assim mesmo, com a mesma grafia do jogo) no facebook tem cerca de 50 mil membros e possui um trabalho interessantíssimo de resgate de fontes e que, claro, vem acompanhado também da interpretação daquela comunidade.

    A maioria das informações sobre o Primeiro e Segundo Reinado na internet são oriundas de grupos monarquistas. Não é que sejam necessariamente erradas, mas tem que ser vistas com algum cuidado. Há por exemplo uma grande tentativa, tanto de monarquistas quanto de republicanos, de se dissociar da responsabilidade sobre a escravidão, tanto que abolicionistas transitam nos 2 grupos.

    Por fim, longe de mim pretender ser porta-voz do @licantropo, mas acho que pela formação etc., é alguém a ser considerado, afinal eu defendo que "História" pode ser algo, não digo exclusivo, mas que pode ser debatido de forma profissional no sentido que tu dê um pouco mais de atenção a alguém da área que está tentando qualificar um pouco a discussão.

    Deus me livre, amigo, dessa tarefa. Obrigado por me dar crédito, mas por causa de uma crítica à lógica histórica do jogo já fui chamado de "vaidoso", "invejoso", "patético", "boçal" e "recalcado".Imagine se continuar fazendo considerações... kkkkkkkkkkk Abraços, tô concordando com os pontos que você tem levantado. Forte abraço!

    2
  • Isquedo
    358 mensagens MD
    avatar
    Isquedo20/04/21 15:38
    Isquedo » 20/04/21 15:38

    Heron_da_Cruz::
    Isquedo::[...] Mano, juro que revirei essa ludopédia atrás de um Mariano Azevedo. Entrei no perfil dos mais de 10, dei zoom em cada foto de perfil para marcar você nessa conversa e te chamar de recalcado e hipócrita, mas como eu ia adivinhar que o Mariano que eu queria, se chama licantropo!!! [...]

    Revirou a Ludopédia, mas esqueceu de citar o cara nominalmente? :angel:

    Se ele não fosse dessa plataforma, seria antiético da minha parte falar do cara sem ele estar aqui. Como não o encontrei, preferi passar a ideia de ser um colega de hobby de alguma mídia social.

    0
  • Alan_ricoxete
    69 mensagens MD
    avatar
    Alan_ricoxete20/04/21 16:06
    Alan_ricoxete » 20/04/21 16:06

    Sem querer esticar chiclete, e me dando a liberdade de me ISENTAR desse tema.

    Eu tava pensando aqui, a gente (comunidade como um todo) podia gastar a energia que a gente gasta com essas discussões infrutíferas, brigando por preços mais acessíveis para popularizar o hobby né?

    hahahahahahahahah

    10
  • Kvra
    45 mensagens MD
    avatar
    Kvra20/04/21 16:45
    Kvra » 20/04/21 16:45

    https://www.livrariasfamiliacrista.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/800x/56819907b1c49a4bc751319b3fccb0da/l/i/lidando_com_fofoqueiros.jpg
    Muita fofoca...

    0
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo20/04/21 16:55
    licantropo » 20/04/21 16:55

    irsigor::Galera, vocês entenderam que é um jogo de tabuleiro com tema e pontos históricos?!


    O designer tem total liberdade poética para abordar qualquer assunto dentro das mecânicas propostas por ele, independente de seu viés ideológico.


    Se ele quisesse distorcer totalmente a história, que não é o caso, ele poderia fazer, por ser uma obra de ficção.


    Cabe aos professores, na escola, ensinarem de forma imparcial o que aconteceu e deixou de acontecer naquela época.


    Estou muito empolgado nesse jogo, que tem tudo para ser um divisor de águas no mercado nacional de Boardgames. Toda dedicação que o designer está tendo é incrível, e ele conta muito com a ajuda da comunidade com críticas construtivas.

    Bom comentário esse. Ele me dá espaço para esclarecer alguns pontos do raciocínio que já expus. É bem simples.

    É o que sempre tenho dito: o designer pode fazer o jogo que ele quiser, a editora pode abraçar o projeto, e os jogadores podem ser felizes jogando. Só que isso não impede que alguém teça críticas ao raciocínio histórico que o jogo reproduz.

    Pelo que vi (gameplays, entrevistas, anúncios de campanha de marketing, opiniões de jogadores de protótipo), eu não acho que esse jogo reproduz discursos de ódio (isso sim seria proibitivo em qualquer produto cultural), acredito que ele está em patamar semelhante ao de toneladas de ficções históricas presentes na literatura, cinema, indústria de jogos eletrônicos etc. Ele se insere em algo chamado "cultura histórica", que é produzida independente dos historiadores profissionais. Ele não tem função de historiografia (a história produzida pelos historiadores), mas como traz elementos da História do Brasil pode e deve ser problematizado enquanto veículo narrativo. Isso os historiadores podem fazer com toda propriedade do mundo. Como jogo, produz um discurso, e o discurso se torna público. Mapeá-lo é uma função importante. O que esse jogo não pode ser (e jamais será) é uma apresentação da História do Brasil.

    O problema é que os defensores enlouquecem quando se diz que o jogo tem viés histórico comprometido com a comunidade monarquista. Mas ele tem, ué. Que se diga isso, então! Não vai anular o jogo e as pessoas não vão deixar de jogar por isso, suponho. Se um dia eu jogar, vou rir do Pedro II fodão e da "grande" Dona Isabel do Brasil, ou do Borba-Gato herói, ou mesmo da ideia de "luta pela Pátria" que muitos dos personagens escolhidos ali parecem gritar a cada segundo.

    Até entendo a defesa exacerbada dos mais empolgados, afinal parece ser um jogo nacional que está valorizando o Brasil no hobby (que é um nicho). Mas passada a euforia, vem a lucidez.

    Quanto ao designer, acho que ele fez um bom trabalho, não é fácil produzir um jogo e promovê-lo. Ele também parece ser um cara bem intencionado. Qualquer crítica ao discurso reproduzido no jogo não é direcionada a ele, enquanto pessoa. Uma coisa também não muda: o agenciamento dos elementos históricos presentes no jogo e a forma como eles se relacionam é produto da visão dele sobre à História do Brasil. Existe uma filiação.
    Não sei qual é o problema que as pessoas têm em colocar as coisas no seu devido lugar. 

    Joguem sossegados, brindem ao Império, digam "Ave, Império", façam os Bandeirantes abraçarem os indígenas, ou a Igreja salvar suas almas, mas não precisa chamar isso de "História do Brasil". Simples. 

    Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali. Mas, finalmente: não é gratuito e tão simples como se possa supor.

    22
  • irsigor
    206 mensagens MD
    avatar
    irsigor20/04/21 17:56
    irsigor » 20/04/21 17:56

    licantropo::
    irsigor::Galera, vocês entenderam que é um jogo de tabuleiro com tema e pontos históricos?!


    O designer tem total liberdade poética para abordar qualquer assunto dentro das mecânicas propostas por ele, independente de seu viés ideológico.


    Se ele quisesse distorcer totalmente a história, que não é o caso, ele poderia fazer, por ser uma obra de ficção.


    Cabe aos professores, na escola, ensinarem de forma imparcial o que aconteceu e deixou de acontecer naquela época.


    Estou muito empolgado nesse jogo, que tem tudo para ser um divisor de águas no mercado nacional de Boardgames. Toda dedicação que o designer está tendo é incrível, e ele conta muito com a ajuda da comunidade com críticas construtivas.

    Bom comentário esse. Ele me dá espaço para esclarecer alguns pontos do raciocínio que já expus. É bem simples.

    É o que sempre tenho dito: o designer pode fazer o jogo que ele quiser, a editora pode abraçar o projeto, e os jogadores podem ser felizes jogando. Só que isso não impede que alguém teça críticas ao raciocínio histórico que o jogo reproduz.

    Pelo que vi (gameplays, entrevistas, anúncios de campanha de marketing, opiniões de jogadores de protótipo), eu não acho que esse jogo reproduz discursos de ódio (isso sim seria proibitivo em qualquer produto cultural), acredito que ele está em patamar semelhante ao de toneladas de ficções históricas presentes na literatura, cinema, indústria de jogos eletrônicos etc. Ele se insere em algo chamado "cultura histórica", que é produzida independente dos historiadores profissionais. Ele não tem função de historiografia (a história produzida pelos historiadores), mas como traz elementos da História do Brasil pode e deve ser problematizado enquanto veículo narrativo. Isso os historiadores podem fazer com toda propriedade do mundo. Como jogo, produz um discurso, e o discurso se torna público. Mapeá-lo é uma função importante. O que esse jogo não pode ser (e jamais será) é uma apresentação da História do Brasil.

    O problema é que os defensores enlouquecem quando se diz que o jogo tem viés histórico comprometido com a comunidade monarquista. Mas ele tem, ué. Que se diga isso, então! Não vai anular o jogo e as pessoas não vão deixar de jogar por isso, suponho. Se um dia eu jogar, vou rir do Pedro II fodão e da "grande" Dona Isabel do Brasil, ou do Borba-Gato herói, ou mesmo da ideia de "luta pela Pátria" que muitos dos personagens escolhidos ali parecem gritar a cada segundo.

    Até entendo a defesa exacerbada dos mais empolgados, afinal parece ser um jogo nacional que está valorizando o Brasil no hobby (que é um nicho). Mas passada a euforia, vem a lucidez.

    Quanto ao designer, acho que ele fez um bom trabalho, não é fácil produzir um jogo e promovê-lo. Ele também parece ser um cara bem intencionado. Qualquer crítica ao discurso reproduzido no jogo não é direcionada a ele, enquanto pessoa. Uma coisa também não muda: o agenciamento dos elementos históricos presentes no jogo e a forma como eles se relacionam é produto da visão dele sobre à História do Brasil. Existe uma filiação.
    Não sei qual é o problema que as pessoas têm em colocar as coisas no seu devido lugar. 

    Joguem sossegados, brindem ao Império, digam "Ave, Império", façam os Bandeirantes abraçarem os indígenas, ou a Igreja salvar suas almas, mas não precisa chamar isso de "História do Brasil". Simples. 

    Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali. Mas, finalmente: não é gratuito e tão simples como se possa supor.



    "Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali."


    Exatamente por isso é tão desnecessário problematizar esse jogo. Ficar querendo achar problemas na temática de um jogo, que não é um livro de história, é muita perda de tempo e fanatismo ideológico.

    1
  • MuCiLoN
    174 mensagens MD
    avatar
    MuCiLoN20/04/21 18:31
    MuCiLoN » 20/04/21 18:31

    irsigor::
    licantropo::
    irsigor::Galera, vocês entenderam que é um jogo de tabuleiro com tema e pontos históricos?!


    O designer tem total liberdade poética para abordar qualquer assunto dentro das mecânicas propostas por ele, independente de seu viés ideológico.


    Se ele quisesse distorcer totalmente a história, que não é o caso, ele poderia fazer, por ser uma obra de ficção.


    Cabe aos professores, na escola, ensinarem de forma imparcial o que aconteceu e deixou de acontecer naquela época.


    Estou muito empolgado nesse jogo, que tem tudo para ser um divisor de águas no mercado nacional de Boardgames. Toda dedicação que o designer está tendo é incrível, e ele conta muito com a ajuda da comunidade com críticas construtivas.

    Bom comentário esse. Ele me dá espaço para esclarecer alguns pontos do raciocínio que já expus. É bem simples.

    É o que sempre tenho dito: o designer pode fazer o jogo que ele quiser, a editora pode abraçar o projeto, e os jogadores podem ser felizes jogando. Só que isso não impede que alguém teça críticas ao raciocínio histórico que o jogo reproduz.

    Pelo que vi (gameplays, entrevistas, anúncios de campanha de marketing, opiniões de jogadores de protótipo), eu não acho que esse jogo reproduz discursos de ódio (isso sim seria proibitivo em qualquer produto cultural), acredito que ele está em patamar semelhante ao de toneladas de ficções históricas presentes na literatura, cinema, indústria de jogos eletrônicos etc. Ele se insere em algo chamado "cultura histórica", que é produzida independente dos historiadores profissionais. Ele não tem função de historiografia (a história produzida pelos historiadores), mas como traz elementos da História do Brasil pode e deve ser problematizado enquanto veículo narrativo. Isso os historiadores podem fazer com toda propriedade do mundo. Como jogo, produz um discurso, e o discurso se torna público. Mapeá-lo é uma função importante. O que esse jogo não pode ser (e jamais será) é uma apresentação da História do Brasil.

    O problema é que os defensores enlouquecem quando se diz que o jogo tem viés histórico comprometido com a comunidade monarquista. Mas ele tem, ué. Que se diga isso, então! Não vai anular o jogo e as pessoas não vão deixar de jogar por isso, suponho. Se um dia eu jogar, vou rir do Pedro II fodão e da "grande" Dona Isabel do Brasil, ou do Borba-Gato herói, ou mesmo da ideia de "luta pela Pátria" que muitos dos personagens escolhidos ali parecem gritar a cada segundo.

    Até entendo a defesa exacerbada dos mais empolgados, afinal parece ser um jogo nacional que está valorizando o Brasil no hobby (que é um nicho). Mas passada a euforia, vem a lucidez.

    Quanto ao designer, acho que ele fez um bom trabalho, não é fácil produzir um jogo e promovê-lo. Ele também parece ser um cara bem intencionado. Qualquer crítica ao discurso reproduzido no jogo não é direcionada a ele, enquanto pessoa. Uma coisa também não muda: o agenciamento dos elementos históricos presentes no jogo e a forma como eles se relacionam é produto da visão dele sobre à História do Brasil. Existe uma filiação.
    Não sei qual é o problema que as pessoas têm em colocar as coisas no seu devido lugar. 

    Joguem sossegados, brindem ao Império, digam "Ave, Império", façam os Bandeirantes abraçarem os indígenas, ou a Igreja salvar suas almas, mas não precisa chamar isso de "História do Brasil". Simples. 

    Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali. Mas, finalmente: não é gratuito e tão simples como se possa supor.



    "Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali."


    Exatamente por isso é tão desnecessário problematizar esse jogo. Ficar querendo achar problemas na temática de um jogo, que não é um livro de história, é muita perda de tempo e fanatismo ideológico.

    Acho que a discussão foi válida a partir do momento em que se perdeu a pretensão em rotular o tema do jogo como bom ou ruim e se passou a discorrer sobre as questões que ele levanta (particularmente até me ajudou a entender melhor o porquê da Inconfidência Mineira amanhã ser feriado).

    Importante também que o jogo em si, em geral foram só elogios, eu mesmo sou fã de Scythe (eu sei, o jogo não é só Scythe) e acho bacana uma proposta nacional nessa pegada e com cenários tematicamente familiares.

    3
  • viniciusjf
    2139 mensagens MD
    avatar
    viniciusjf20/04/21 18:58
    viniciusjf » 20/04/21 18:58

    irsigor::Galera, vocês entenderam que é um jogo de tabuleiro com tema e pontos históricos?!


    O designer tem total liberdade poética para abordar qualquer assunto dentro das mecânicas propostas por ele, independente de seu viés ideológico.


    Se ele quisesse distorcer totalmente a história, que não é o caso, ele poderia fazer, por ser uma obra de ficção.


    Cabe aos professores, na escola, ensinarem de forma imparcial o que aconteceu e deixou de acontecer naquela época.


    Estou muito empolgado nesse jogo, que tem tudo para ser um divisor de águas no mercado nacional de Boardgames. Toda dedicação que o designer está tendo é incrível, e ele conta muito com a ajuda da comunidade com críticas construtivas.

    Infelizmente não na maioria dos casos.
    A abstração é o crime hediondo dos novos tempos.

    1
  • irsigor
    206 mensagens MD
    avatar
    irsigor20/04/21 20:02
    irsigor » 20/04/21 20:02

    MuCiLoN::
    irsigor::
    licantropo::
    irsigor::Galera, vocês entenderam que é um jogo de tabuleiro com tema e pontos históricos?!


    O designer tem total liberdade poética para abordar qualquer assunto dentro das mecânicas propostas por ele, independente de seu viés ideológico.


    Se ele quisesse distorcer totalmente a história, que não é o caso, ele poderia fazer, por ser uma obra de ficção.


    Cabe aos professores, na escola, ensinarem de forma imparcial o que aconteceu e deixou de acontecer naquela época.


    Estou muito empolgado nesse jogo, que tem tudo para ser um divisor de águas no mercado nacional de Boardgames. Toda dedicação que o designer está tendo é incrível, e ele conta muito com a ajuda da comunidade com críticas construtivas.

    Bom comentário esse. Ele me dá espaço para esclarecer alguns pontos do raciocínio que já expus. É bem simples.

    É o que sempre tenho dito: o designer pode fazer o jogo que ele quiser, a editora pode abraçar o projeto, e os jogadores podem ser felizes jogando. Só que isso não impede que alguém teça críticas ao raciocínio histórico que o jogo reproduz.

    Pelo que vi (gameplays, entrevistas, anúncios de campanha de marketing, opiniões de jogadores de protótipo), eu não acho que esse jogo reproduz discursos de ódio (isso sim seria proibitivo em qualquer produto cultural), acredito que ele está em patamar semelhante ao de toneladas de ficções históricas presentes na literatura, cinema, indústria de jogos eletrônicos etc. Ele se insere em algo chamado "cultura histórica", que é produzida independente dos historiadores profissionais. Ele não tem função de historiografia (a história produzida pelos historiadores), mas como traz elementos da História do Brasil pode e deve ser problematizado enquanto veículo narrativo. Isso os historiadores podem fazer com toda propriedade do mundo. Como jogo, produz um discurso, e o discurso se torna público. Mapeá-lo é uma função importante. O que esse jogo não pode ser (e jamais será) é uma apresentação da História do Brasil.

    O problema é que os defensores enlouquecem quando se diz que o jogo tem viés histórico comprometido com a comunidade monarquista. Mas ele tem, ué. Que se diga isso, então! Não vai anular o jogo e as pessoas não vão deixar de jogar por isso, suponho. Se um dia eu jogar, vou rir do Pedro II fodão e da "grande" Dona Isabel do Brasil, ou do Borba-Gato herói, ou mesmo da ideia de "luta pela Pátria" que muitos dos personagens escolhidos ali parecem gritar a cada segundo.

    Até entendo a defesa exacerbada dos mais empolgados, afinal parece ser um jogo nacional que está valorizando o Brasil no hobby (que é um nicho). Mas passada a euforia, vem a lucidez.

    Quanto ao designer, acho que ele fez um bom trabalho, não é fácil produzir um jogo e promovê-lo. Ele também parece ser um cara bem intencionado. Qualquer crítica ao discurso reproduzido no jogo não é direcionada a ele, enquanto pessoa. Uma coisa também não muda: o agenciamento dos elementos históricos presentes no jogo e a forma como eles se relacionam é produto da visão dele sobre à História do Brasil. Existe uma filiação.
    Não sei qual é o problema que as pessoas têm em colocar as coisas no seu devido lugar. 

    Joguem sossegados, brindem ao Império, digam "Ave, Império", façam os Bandeirantes abraçarem os indígenas, ou a Igreja salvar suas almas, mas não precisa chamar isso de "História do Brasil". Simples. 

    Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali. Mas, finalmente: não é gratuito e tão simples como se possa supor.



    "Acho que a maioria aqui está exatamente querendo somente jogar e sentir o jogo mecanicamente, e achar legal ver aspectos da História do Brasil ali."


    Exatamente por isso é tão desnecessário problematizar esse jogo. Ficar querendo achar problemas na temática de um jogo, que não é um livro de história, é muita perda de tempo e fanatismo ideológico.

    Acho que a discussão foi válida a partir do momento em que se perdeu a pretensão em rotular o tema do jogo como bom ou ruim e se passou a discorrer sobre as questões que ele levanta (particularmente até me ajudou a entender melhor o porquê da Inconfidência Mineira amanhã ser feriado).

    Importante também que o jogo em si, em geral foram só elogios, eu mesmo sou fã de Scythe (eu sei, o jogo não é só Scythe) e acho bacana uma proposta nacional nessa pegada e com cenários tematicamente familiares.

    Eu ainda acho que é uma discussão muito boba com punho ideológico desnecessário. 

    Os boardgames de uma forma geral, nos permitem uma experiência lúdica com divertimento/desafios. Quando o tema é implementando de maneira coesa, essa experiência se torna mais rica e viva, pois a mecânica e o tema "conversam" e normalmente isso desperta a curiosidade do jogador em pesquisar sobre o assunto/tema. Ao meu ver, é isso que o Brazil Imperial irá nos proporcionar.

    Quando joguei Brass, fiquei tão imerso, que pesquisei sobre Revolução Industrial, Newton me deixou maravilhado com Revolução Científica, e até Viticulture despertou meu interesse em ler sobre plantio, colheita e produção de vinhos.

    Se o designer entregar um excelente euro como proposto, 1 ponto para ele. Se o jogo fizer o jogador pesquisar e ler sobre a história do Brasil, enriquecendo assim seu conhecimento, mais 1 ponto para o designer.

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  • LuisLucka70
    49 mensagens MD
    avatar
    LuisLucka7020/04/21 20:43
    LuisLucka70 » 20/04/21 20:43

    Tem muita gente que procura pêlo em ovo, se não gosta do jogo, não compre, simples assim, se comprou e se arrependeu, vende e para de ficar incomodando, mas tem gente babaca neste planeta, procurando holofotes, chega né, já deu...

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Brazil: Imperial - Problemas na temática?
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