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  4. Problemas na temática?
Tópico Trancado

Problemas na temática?

Brazil: Imperial
  • Cico
    586 mensagens MD
    avatar
    Cico23/04/21 21:23
    Cico » 23/04/21 21:23

    Para fazer uma comparação, na Alemanha, por causa do passado nazista, é crime usar uma suástica.

    No Brasil, apesar do passado escravocrata, é possível você ser arrombado e abrir um restaurante chamado Senzala, ou abrir um hotel no Vale da Ribeira onde os empregados se fantasiam de escravos para servir refeições, etc

    licantropo::
    tunin::A incoerência começa quando a pessoa se sente incomodada com o tema mas tem na coleção um jogo cuja sinopse diz:

    "No jogo você pode se tornar um fora da lei e roubar bancos, libertar prisioneiros, atacar pessoas inocentes... "


    #FicaDica 

    Nada a ver isso daí. Não se trata de fazer de um jogo de tabuleiro um clube de estudos bíblicos de senhoras amáveis que repugnam as formas de violência. A violência é um elemento de todas as culturas humanas e os jogos simulam ela desde sempre. A questão é exatamente o sentido do emprego dessa violência. Se o "fora da lei" que você mencionou for um homem do Velho Oeste americano, ele nunca foi parte dos grupos dominantes, muito pelo contrário: ele foi muitas vezes uma contradição da lógica do progresso excludente daquele País. Então, nesse caso, a violência é usada para representar a ação de grupos que não foram agentes de ideologias dominantes.

    Se um jogo representar a resistência indígena ou africana contra invasores europeus, essa será uma abordagem crítica da violência. Você nunca assistiu um filme de Tarantino não? Nem de Oliver Stone? É um bom exercício.

    O pessoal fica tentando desconstruir a crítica sobre o Brazil vasculhando a coleção dos outros e dizendo: "critica o jogo e tem jogo de viking saqueador na coleção". E daí? Desde quando um povo de organização clânica e tribal, de identidade guerreira que saqueou e invadiu territórios para se apossar de terras agricultáveis representa ideologia dominante? Qual é o grande problema social que a Europa enfrenta provocada pela dominação viking? Muito pelo contrário: foram dominados e cristianizados.

    Agora se o jogo simula a violência de conquistador/explorador/invasor representante das ideologias dominantes que escravizaram indígenas e africanos na América à troco de lógica mercantilista de Coroa absolutista, é outra história. Ou você acha que os países da América (Brasil em destaque) não enfrentam problemas sociais atuais decorrentes da exclusão de pessoas afrobrasileiras e indígenas? Ou a África não enfrenta problemas até hoje decorrentes das infinitas intervenções europeias em nome de algum modelo econômico do passado ou do presente?

    Quando jogos como Puerto Rico e Five Tribes entraram na discussão aqui no Brasil por causa da representação da escravidão, foi exatamente porque a escravidão é um problema grave na sociedade brasileira. Um trauma. Se na Europa não é porque a escravidão mercantilista não existiu, aqui é. Tente imaginar a Alemanha atual, que faz um esforço homérico para se distanciar da imagem nazista do passado recente, aceitando um jogo que veicule discursos afirmativos nazistas ao invés de fazer a crítica. Não vai fazer, sabe pq? Porque é um problema sério daquela nação.

    E ninguém disse que o jogo é ruim, mecanicamente, por causa do emprego temático. Ou disse?

    Então, não tem absolutamente nada a ver esse tipo de comparação simplista.

    Sabe o que é engraçado? Que na hora de elogiar o jogo sem nunca ter jogado se ressalta o TEMA; aí quando alguém critica o TEMA, dizem que é um "jogo" e não um "livro de história". Só hipocrisia e fanboyzice. Ou então tesão na Coroa de Pedro II, o grande bibelô da elite cafeicultora que perdeu a validade.

    6
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo23/04/21 21:31
    licantropo » 23/04/21 21:31

    Cico::Para fazer uma comparação, na Alemanha, por causa do passado nazista, é crime usar uma suástica.

    No Brasil, apesar do passado escravocrata, é possível você ser arrombado e abrir um restaurante chamado Senzala, ou abrir um hotel no Vale da Ribeira onde os empregados se fantasiam de escravos para servir refeições, etc



    licantropo::
     tunin::A incoerência começa quando a pessoa se sente incomodada com o tema mas tem na coleção um jogo cuja sinopse diz:

    "No jogo você pode se tornar um fora da lei e roubar bancos, libertar prisioneiros, atacar pessoas inocentes... "


    #FicaDica 

    Nada a ver isso daí. Não se trata de fazer de um jogo de tabuleiro um clube de estudos bíblicos de senhoras amáveis que repugnam as formas de violência. A violência é um elemento de todas as culturas humanas e os jogos simulam ela desde sempre. A questão é exatamente o sentido do emprego dessa violência. Se o "fora da lei" que você mencionou for um homem do Velho Oeste americano, ele nunca foi parte dos grupos dominantes, muito pelo contrário: ele foi muitas vezes uma contradição da lógica do progresso excludente daquele País. Então, nesse caso, a violência é usada para representar a ação de grupos que não foram agentes de ideologias dominantes.

    Se um jogo representar a resistência indígena ou africana contra invasores europeus, essa será uma abordagem crítica da violência. Você nunca assistiu um filme de Tarantino não? Nem de Oliver Stone? É um bom exercício.

    O pessoal fica tentando desconstruir a crítica sobre o Brazil vasculhando a coleção dos outros e dizendo: "critica o jogo e tem jogo de viking saqueador na coleção". E daí? Desde quando um povo de organização clânica e tribal, de identidade guerreira que saqueou e invadiu territórios para se apossar de terras agricultáveis representa ideologia dominante? Qual é o grande problema social que a Europa enfrenta provocada pela dominação viking? Muito pelo contrário: foram dominados e cristianizados.

    Agora se o jogo simula a violência de conquistador/explorador/invasor representante das ideologias dominantes que escravizaram indígenas e africanos na América à troco de lógica mercantilista de Coroa absolutista, é outra história. Ou você acha que os países da América (Brasil em destaque) não enfrentam problemas sociais atuais decorrentes da exclusão de pessoas afrobrasileiras e indígenas? Ou a África não enfrenta problemas até hoje decorrentes das infinitas intervenções europeias em nome de algum modelo econômico do passado ou do presente?

    Quando jogos como Puerto Rico e Five Tribes entraram na discussão aqui no Brasil por causa da representação da escravidão, foi exatamente porque a escravidão é um problema grave na sociedade brasileira. Um trauma. Se na Europa não é porque a escravidão mercantilista não existiu, aqui é. Tente imaginar a Alemanha atual, que faz um esforço homérico para se distanciar da imagem nazista do passado recente, aceitando um jogo que veicule discursos afirmativos nazistas ao invés de fazer a crítica. Não vai fazer, sabe pq? Porque é um problema sério daquela nação.

    E ninguém disse que o jogo é ruim, mecanicamente, por causa do emprego temático. Ou disse?

    Então, não tem absolutamente nada a ver esse tipo de comparação simplista.

    Sabe o que é engraçado? Que na hora de elogiar o jogo sem nunca ter jogado se ressalta o TEMA; aí quando alguém critica o TEMA, dizem que é um "jogo" e não um "livro de história". Só hipocrisia e fanboyzice. Ou então tesão na Coroa de Pedro II, o grande bibelô da elite cafeicultora que perdeu a validade.


    Jogos eletrônicos milionários de franquias famosas, como "Call of Duty" e "Wolfenstein" foram proibidos por lá ou então tiveram que passar por recriações com objetivo de modificar a quantidade de símbolos ou o tom do discurso sobre o nazismo. Então por aí você considere as políticas públicas que olham a memória histórica do lugar. Já aqui, se pudessem, muitos restabeleceriam a própria escravidão para obter um pouco mais de vantagem na vida. 

    6
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo23/04/21 21:33
    licantropo » 23/04/21 21:33

    Fernando Tapias::Era só ele ter colocado o Lula, Fidel e o amigo che que teria agradado os mimimi, se ele colocasse a escravidão aí que teria sido cancelado pela galera e Tiradentes só serviu pra dar um feriado mesmo enquanto a Quitéria nem lembrada é.

    Paz.

     
    Pega o doido!

    9
  • Mago do Caos
    472 mensagens MD
    avatar
    Mago do Caos23/04/21 22:37
    Mago do Caos » 23/04/21 22:37

    Fernando Tapias::Era só ele ter colocado o Lula, Fidel e o amigo che que teria agradado os mimimi, se ele colocasse a escravidão aí que teria sido cancelado pela galera e Tiradentes só serviu pra dar um feriado mesmo enquanto a Quitéria nem lembrada é.

    Paz.


    WHAT THE FUCK!?!?!?

    8
  • MuCiLoN
    174 mensagens MD
    avatar
    MuCiLoN23/04/21 23:46
    MuCiLoN » 23/04/21 23:46

    licantropo::
     tunin::A incoerência começa quando a pessoa se sente incomodada com o tema mas tem na coleção um jogo cuja sinopse diz:

    "No jogo você pode se tornar um fora da lei e roubar bancos, libertar prisioneiros, atacar pessoas inocentes... "


    #FicaDica 

    Nada a ver isso daí. Não se trata de fazer de um jogo de tabuleiro um clube de estudos bíblicos de senhoras amáveis que repugnam as formas de violência. A violência é um elemento de todas as culturas humanas e os jogos simulam ela desde sempre. A questão é exatamente o sentido do emprego dessa violência. Se o "fora da lei" que você mencionou for um homem do Velho Oeste americano, ele nunca foi parte dos grupos dominantes, muito pelo contrário: ele foi muitas vezes uma contradição da lógica do progresso excludente daquele País. Então, nesse caso, a violência é usada para representar a ação de grupos que não foram agentes de ideologias dominantes.

    Se um jogo representar a resistência indígena ou africana contra invasores europeus, essa será uma abordagem crítica da violência. Você nunca assistiu um filme de Tarantino não? Nem de Oliver Stone? É um bom exercício.

    O pessoal fica tentando desconstruir a crítica sobre o Brazil vasculhando a coleção dos outros e dizendo: "critica o jogo e tem jogo de viking saqueador na coleção". E daí? Desde quando um povo de organização clânica e tribal, de identidade guerreira que saqueou e invadiu territórios para se apossar de terras agricultáveis representa ideologia dominante? Qual é o grande problema social que a Europa enfrenta provocada pela dominação viking? Muito pelo contrário: foram dominados e cristianizados.

    Agora se o jogo simula a violência de conquistador/explorador/invasor representante das ideologias dominantes que escravizaram indígenas e africanos na América à troco de lógica mercantilista de Coroa absolutista, é outra história. Ou você acha que os países da América (Brasil em destaque) não enfrentam problemas sociais atuais decorrentes da exclusão de pessoas afrobrasileiras e indígenas? Ou a África não enfrenta problemas até hoje decorrentes das infinitas intervenções europeias em nome de algum modelo econômico do passado ou do presente?

    Quando jogos como Puerto Rico e Five Tribes entraram na discussão aqui no Brasil por causa da representação da escravidão, foi exatamente porque a escravidão é um problema grave na sociedade brasileira. Um trauma. Se na Europa não é porque a escravidão mercantilista não existiu, aqui é. Tente imaginar a Alemanha atual, que faz um esforço homérico para se distanciar da imagem nazista do passado recente, aceitando um jogo que veicule discursos afirmativos nazistas ao invés de fazer a crítica. Não vai fazer, sabe pq? Porque é um problema sério daquela nação.

    E ninguém disse que o jogo é ruim, mecanicamente, por causa do emprego temático. Ou disse?

    Então, não tem absolutamente nada a ver esse tipo de comparação simplista.

    Sabe o que é engraçado? Que na hora de elogiar o jogo sem nunca ter jogado se ressalta o TEMA; aí quando alguém critica o TEMA, dizem que é um "jogo" e não um "livro de história", que é absurdo criticar sem ter jogado. Só hipocrisia e fanboyzice. Ou então tesão na Coroa de Pedro II, o grande bibelô da elite cafeicultora que perdeu a validade.

    Esse tipo de raciocínio já surgiu ali no tópico do BGG, quando um usuário questionou o outro justamente por ter na coleção um ou mais jogos que seriam "tematicamente problemáticos". Acho um pouco tortuoso pois, de  fato, algumas pautas podem ser mais sensíveis do que outras, dependendo do contexto e quem está envolvido.

    Acho que a fala sobre a escravidão, por  ser um tema caro à nós e termos mais problemas com isso do que outros países, em principal europeus, é bem pertinente. Me parece natural que essa reflexão vá surgir aqui entre nós, e não lá fora, assim como outras discussões são mais relevantes à eles, como por exemplo, a religião, item este que não fizemos sequer um voo rasante, embora pudesse merecer, talvez tivesse que também ser discutido.

    E para ser franco, talvez por muitos de nós não estarmos em nosso "local de fala" (por não sermos negros), a discussão sobre escravidão surge até meio que a reboque nessa disputa entre o ideário monarquista e republicano. Tanto que em nenhum momento foi dito que o jogo tem problemas com representação de grupos minoritários, quando talvez possa até ter, mas isso não nos sensibilizou.

    Brazil Imperial é um jogo com a pretensão de abarcar esse componente "histórico" no Brasil, de ter personagens reais, fatos reais. Contudo pode inspirar  reflexões caso estas pessoas e estes  acontecimentos se mostrem apenas em função de uma narrativa idealizada de um período aonde o tráfico negreiro (e aí estamos falando de africanos mortos na captura, no translado e durante a escravidão)  atingiu números nunca antes vistos. 

    6
  • Russ
    5 mensagens MD
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    Russ25/04/21 19:41
    Russ » 25/04/21 19:41



    Nesse tópico vi historiador reclamando da monarquia e mandando "abraços republicanos", esquecendo que foi a grana nos senhores de escravos - putos com a abolição da escravatura, apenas 1 anos antes do golpe da República - que financiou os milicos que tomaram o poder. Na minha época, lá nos anos 90, meu professor de história abria todos esses parenteses, e pedia aos alunos percebessem que nao tinha mocinho dos dois lados, ao invés de demonizar o que veio antes e passar um pano foda para o que veio depois. Quem ignora que a República nasceu com dinheiro de quem estava púto com o fim da escravidão, merece todos os "Bozos" que somos obrigados a ver hoje aí. 

    3
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo25/04/21 19:59
    licantropo » 25/04/21 19:59

    Russ::

    Nesse tópico vi historiador reclamando da monarquia e mandando "abraços republicanos", esquecendo que foi a grana nos senhores de escravos - putos com a abolição da escravatura, apenas 1 anos antes do golpe da República - que financiou os milicos que tomaram o poder. Na minha época, lá nos anos 90, meu professor de história abria todos esses parenteses, e pedia aos alunos percebessem que nao tinha mocinho dos dois lados, ao invés de demonizar o que veio antes e passar um pano foda para o que veio depois. Quem ignora que a República nasceu com dinheiro de quem estava púto com o fim da escravidão, merece todos os "Bozos" que somos obrigados a ver hoje aí. 

    Pronto, agora eu tenho que ler que a Família Real era abolicionista de coração e a elite cafeeira era escravocrata. Rapaz, a elite cafeicultora era a monarquia brasileira, deixa de viagem. Esse discursinho de "família real abolicionista que sofreu o golpe" é panfleto monarquista que acha que foi a Princesa Isabel (e não as lutas abolicionistas que aconteciam há muito tempo) que de fato libertou as pessoas escravizadas.

    Essa família real aí que você pinta de abolicionista só aderiu à causa forçada pela conjuntura internacional. E ainda assim, protelou e protelou, inclusive financiando projeto de imigração de trabalhador europeu junto com Senador do Império, CAFEICULTOR, embasado em teoria racista vinda da Europa para tentar embranquecer a população brasileira. Enquanto isso, os reais movimentos abolicionistas corriam por fora desse círculo aí.

    A Proclamação da República foi um golpe formal, nenhum historiador nega isso, dado pelos grupos opositores ao Império. Isso só não quer dizer que a monarquia era uma maravilha que foi interrompida pelos antigos aliados. Quer dizer exatamente que ela havia perdido a validade até para os próprios aliados políticos. A Primeira República foi absolutamente problemática, em todos os sentidos, mas a Monarquia também foi. Ponto. 

    A defesa da República não é a defesa da República que veio depois. É a defesa de um ideal em construção, carregado de problemas. Você pode até defender o sistema monárquico, agora fazer isso romantizando a monarquia que tivemos é de dar arrepios.

    Aliás, você é historiador? Se sim, manda no privado depois as Teses historiográficas chanceladas que explicam como o fim da monarquia brasileira, em 1889, terminou no governo Bolsonaro.

    Obs.: nunca pensei que uma crítica ao TEMA de um jogo fosse gerar tanto ruído. kkkkkkkk

    6
  • Russ
    5 mensagens MD
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    Russ25/04/21 21:26
    Russ » 25/04/21 21:26

    "A Proclamação da República foi um golpe formal, nenhum historiador nega isso, dado pelos grupos opositores ao Império. Isso só não quer dizer que a monarquia era uma maravilha"


    Agora vamos pegar o que foi dito antes:


    "Na minha época, lá nos anos 90, meu professor de história abria todos esses parenteses, e pedia aos alunos percebessem que nao tinha mocinho dos dois lados"


    O que era "não tinha mocinho dos dois lados" virou "Monarquia era uma maravilha". Se diz historiador e não consegue interpretar um PARÁGRAFO. E vai formar outros. Estamos ferrados mesmo com essa "Educação".


    Um cara tremendamente babaca, arrogante, cheio de ironia e que não acrescentou nada.  E que pensa estar "criando um movimento". 



    2
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo25/04/21 21:27
    licantropo » 25/04/21 21:27

    Russ::"A Proclamação da República foi um golpe formal, nenhum historiador nega isso, dado pelos grupos opositores ao Império. Isso só não quer dizer que a monarquia era uma maravilha"


    Agora vamos pegar o que foi dito antes:


    "Na minha época, lá nos anos 90, meu professor de história abria todos esses parenteses, e pedia aos alunos percebessem que nao tinha mocinho dos dois lados"


    O que era "não tinha mocinho dos dois lados" virou "Monarquia era uma maravilha". Se diz historiador e não consegue interpretar um texto. E vai estar formando outros. Estamos ferrados mesmo nessa Educação. 

    Opa! Numa frase: não venha picotar sua fala e passar de isentão. Você que trouxe aí a visão maniqueísta sugerindo que a REPÚBLICA MALVADA foi fundada com dinheiro de senhor escravista COMO SE ESSES SENHORES NÃO FOSSEM O CORPO POLÍTICO DA MONARQUIA.

    E, sim, não estaremos mais ferrados do que já estamos, "pelos vistos". Haha! Fala mais aí. ;*

    3
  • licantropo
    45 mensagens MD
    avatar
    licantropo25/04/21 21:29
    licantropo » 25/04/21 21:29

    Russ::"A Proclamação da República foi um golpe formal, nenhum historiador nega isso, dado pelos grupos opositores ao Império. Isso só não quer dizer que a monarquia era uma maravilha"


    Agora vamos pegar o que foi dito antes:


    "Na minha época, lá nos anos 90, meu professor de história abria todos esses parenteses, e pedia aos alunos percebessem que nao tinha mocinho dos dois lados"


    O que era "não tinha mocinho dos dois lados" virou "Monarquia era uma maravilha". Se diz historiador e não consegue interpretar um PARÁGRAFO. E vai formar outros. Estamos ferrados mesmo com essa "Educação".


    Um cara tremendamente babaca, arrogante, cheio de ironia e que não acrescentou nada.  E que pensa estar "criando um movimento". 




    Cara, eu juro que sou legal, mas ... MOVIMENTO? Putz. Pega o maluco! hahah! Beijos na alma, queridão, fica aí com tua defesa maluca contra nada.

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Brazil: Imperial - Problemas na temática?
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