Victor::Esse é o problema, Filipe. Não consegui jogá-lo e estou balançado em fazer preorder, mas tem a possibilidade de não curtir TANTO a ponto de querer manter na coleçao e me arrepender da compra 
Pois é... Há o
deck building praticamente puro, como você não gosta, trocando apenas as cartas por tokens. Mas, na essência, a mecânica tem pouca variabilidade (aliás, muito menos que o
deck building do Mombasa, GWT e Lewis & Clark, por exemplo). Então a chance de você não gostar realmente é considerável, rs.
O que brilha no jogo são as trilhas que você escolhe para evoluir, com as suas respectivas recompensas, o que faz com que cada jogador possua estratégias bem distintas. Além disso, as peças de lugar personalizam bastante as estratégias, concedendo novas opções de alocação dos tiles com efeitos únicos e privativos para cada jogador. Os eventos não interferem muito na partida (um ponto que achei ruim no jogo), e há alguma aleatoriedade na compra dos tiles, como em todo deck-building, mas nada que seja determinante para vencer ou perder a partida.
Sobre a expansão que o DWilliam citou, eu não a vejo como essencial... Nunca joguei com ela, mas pelo que li a respeito acrescenta alguns elementos estratégicos, mas estruturalmente o jogo muda pouco. Parece ser uma ótima expansão, certamente tornará o jogo melhor ainda, mas não sinto que é absolutamente essencial como a Village: Port ou a Tuscany, para o Viticulture. O jogo já é bem legal por si só, quem não gostar será por questão de estilo mesmo... Não acho que a expansão poderia "salvar" o jogo para quem não gostou, rs!