paulojvicentin::jubelas::paulojvicentin::Poxa pessoal, que legal ver que não só eu tenho essa vontade de incluir os pequenos no hobby.
Até então achava que minha filha era muito pequena pra isso (acabou de completar 5 anos), mas pelo jeito alguns de vocês já começam com essa idade.
Quais são os jogos que vocês consideram ideais para crianças de 5 anos?
Boa tarde, gente boa.
Espero e desejo que tudo e todos estejam bem.
Seguinte, por aqui, começamos com os seguintes jogos:
- Clube Grow (fica no chão da sala!!! Esse não vê mesa, vê chão!);
- Carcassonne (meu irmão, esse aqui é pau-pra-toda-obra);
- Combate (apesar dos meus filhos serem pacíficos, esse jogo agrada bem);
- Bullfrogs (tem peças pequenas, cuidado! Apesar que com 5 anos meu filho já estava bem esperto pra isso);
- Dino Race (considero o Catan pra crianças - já que não vem o Catan Junior pra cá...);
- Dobble (muito bom! Permite regras da casa numa boa);
- Genial (trabalha muito bem vários pontos que serão essenciais para jogar outros jogos);
- King of Tokyo (pode ser até mesmo tirando as cartas, deixando somente os dados);
- Mice and Mystics (rolando os dados, sendo um personagem menor...);
- Pickomino (tem uma versão para Android e IOS. Espetacular!);
- Quartz (se for o caso, tirar as cartas que tenham as maiores trapaças...) e
- Ticket To Ride (tirando os objetivos maiores e usando algum marcador para evidenciar a rota que deve ser feita).
Espero ter ajudado.
Ajudou sim, com certeza, mas confesso que fiquei espantado com alguns jogos que você citou, percebo que talvez estou menosprezando a capacidade dos pequenos. De qualquer maneira, se eu não começar, não vou conseguir ver até onde minha filha pode ir, sua lista será de grande auxílio.
Abraço...
Gente boa, se não for pra delimitar o que pode ser nocivo, deixe que eles proponham a posição da "cerca". Jogos que tenham "feitiços e magias, nomes de personagens estranhos ou amendrontadores, assassinatos ou coisas macabras" estão fora do nosso cardápio. Os outros estão lá na estante. Ao alcance deles. Tudo bem que todo conto infantil é uma tragédia em si, mas se a gente puder evitar o contato deles com coisas "estranhas" a formação normal antes deles estarem "vacinados", vai ser melhor... Já vi gente trocando nome de magia, personagem, etc. Acredito que isso funcione. Não vou tentar, mas acredito. Prefiro que eles se posicionem sobre se querem ou não. Perguntam sobre o que é, a gente explica. Gostou da idéia e a gente acha que não vai fazer mal, a gente joga. Felizmente, não temos nenhum jogo que tenhamos que impor este limite (bem, na casa de alguns amigos há jogos assim, lá em casa, não). Em relação a dificuldade ou mecânica muito complicada? A gente deixa rolar. Quer jogar? Vem pra mesa. Tem que ter paciẽncia e saber que aquele jogo vai ser diferente, vai ser deles. De resto, deixe rolar, Assim, estávamos jogando Istanbul outro dia. O Lucas (na época, com 6 anos e qualquer coisa) viu e pediu para compor a mesa. Participou da primeira partida ao lado da mãe e já ensaiou querer jogar sozinho. Fechou a partida e não ficou muito atrás, assim, do que a gente já esperava. Ocorre que ele mesmo fez a reflexão de que aquele jogo ainda não era pra ele naquele momento. Agora, já joga de boa. No ritmo dele, com a gente policiando e lembrando uma coisa ou outra, mas joga. Outros, jogou de boa, de primeira. Lembro quando ele pela primeira vez viu mesa com o Loot Letter (o Love Letter da série Munchkin). Putz,ele arrebentou. Quando descobriu que poderia contar cartas pra ganhar, então, virou fã do jogo. Ainda hoje tenho uma cópia extra do Loot Letter. Nossa cópia principal está se esfarrapando...
Se não for para expor, deixe que proponham seus limites.